Monthly Archives: Even 2014

Cosplay Girl

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Mulher Invisível

Inicialmente Sue Storm estava atrelada aquele conceito retrogrado que toda personagem feminina servia apenas para ser salva de alguma enrascada.

Depois com o os anos foram mudando tanto suas atitudes quanto sua personalidade. Ela tornou-se o principal elo de ligação da primeira família agindo como uma mulher de personalidade forte, mas também amável e uma mãe bastante zelosa.

O artista John Byrne mexeu com Susan de uma maneira tão espetacular que a transformou em Malice, uma vilã perigosa que reverteu a sua atitude normal a muito custo.

Foi neste período também que ele desenvolveu seus poderes dando a ela a capacidade de gerar campos de força e outras coisas (tornando-a a integrante mais poderosa do Quarteto Fantástico).

Nas telonas a melhor representação dela pra mim ficou com a atriz belíssima Jessica Alba que nos brindou com uma versão inteligente de nossa heroína.

Confira na galeria abaixo algumas modelos cosplayer que homenageiam tanto Sue Storm, quanto outras musas da Marvel.

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Ober un evezhiadenn

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Musas de Tinta

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Mulher Invisível

No inicio Susan Storm era chamada de Garota Invisível e seu visual original era bastante diferente da mulher sensual que vemos atualmente.

A Garota Invisível clássica era a típica personagem feminina daquela época, pois mesmo com poderes ainda mantinha aquele estereótipo de que era frágil e precisava sempre ser salva por alguém.

Além disso ela parecia ser apenas a namorada de Reed Richards que podia ficar invisível e só.

Susan Storm é filha de Franklin Storm e Mary Storm (que infelizmente morreu num acidente de carro), seu irmão como todo mundo sabe é o Johnny.

A perda de sua esposa fez com Franklin caísse no poço virando alcoolatra e sendo preso ao matar quando devia dinheiro pra um agiota.

Sue ainda era bastante nova quando conheceu os universitários Reed e Ben Grimm, pois eles alugavam um quarto na pensão de sua tia Jewel (ela logo ficou apaixonada por Reed).

Os anos se passaram e ela havia ido pra Califórnia com o sonho de se tornar atriz, mas o destino fez com se reencontrassem e eles começaram a sair (neste meio tempo tornaram-se noivos).

Na versão original Sue, Reed, Ben e Johnny subiram na nave espacial escondidos do governo que queria cortar os fundos da viagem. O lançamento foi bem sucedido, mas durante a viagem uma inesperada dose de radiação cósmica bombardeou a blindagem da nave (causando a exposição de todos).

Forçados a retornarem pra Terra ao pousar notaram que seus corpos foram modificados e que ganharam poderes (Reed decide usar seus poderes para ajudar a humanidade e nomeia a equipe como Quarteto Fantástico).

Devido ao sucesso da primeira família Stan Lee decidiu ressuscitar Namor, o Príncipe Submarino. O rei atlante foi um dos primeiros heróis da Casa de Ideias e estava jogado no limbo há bastante tempo.

Após recobrar sua memória e encontrar Atlântida em ruínas Namor culpou a humanidade e declarou guerra aos seres humanos (fato que na  época o tornou um vilão nas histórias da equipe).

A parte interessante é que além de inimigo do Quarteto, Namor ainda disputava o coração de Sue com Reed. Essa situação não durou por muito tempo, pois logo Reed e Sue se casaram.

O casamento de Sue e Reed foi um acontecimento marcante nos gibis, pois contava com a presença de diversos heróis como: Vingadores, Alicia Masters, Demolidor, Nick Fury entre outros.

Mais também pela presença de Stan Lee e Jack Krby os criadores da equipe que infelizmente foram barrados na porta (e alguns vilões que tentavam destruir seus inimigos).

Pouco tempo depois Susan deu a luz a Franklin Richards (adotando o nome em homenagem ao seu pai) e foi neste período que a heroína Crystalis assumiu seu lugar na equipe.

Ela também é mãe de Valéria Richards que possui o mesmo nível de intelecto de Reed, mas sua origem é bastante impressionante. Valéria foi um bebê natimorto, mas sua alma foi salva por uma entidade cósmica. E também foi jogada numa outra realidade por seu irmão Franklin Richards (crescendo como filha de Victor Von Doom e Sue desta Terra Paralela).

Bom, a Susan ganhou uma reformulação em seu status quo quando o artista John Byrne pôs suas mãos na equipe. Fazendo ela deixar o codinome de Garota Invisível de lado para assumir como Mulher Invisível (e desenvolvendo seus poderes para transforma-la no membro mais poderoso do Quarteto).

Quanto a equipe Byrne desenvolveu aventuras incríveis levando-nos pela Zona Negativa, indo ao mundo dos sonhos, singrando pelo espaço sideral ou até no centro da Terra, mas a melhor coisa foi ter dado um descanso ao Coisa. Trazendo para substituí-lo a Sensacional Mulher-Hulk e nos brindando com uma fase inesquecível.

Sue foi transformada na vilã Malice, a Rainha do Ódio quando esteve mentalmente abalada pela perda do segundo filho. O vilão Monge do Ódio junto com Homem-Psíquico uniram forças para corrompe-la (e somente com muito esforço Reed conseguiu traze-la ao normal).

Ela também chegou a ir desta pra melhor no arco de história ocorrido durante A Morte da Mulher-Invisível, quando sua versão do futuro junto aos Novos Defensores causam uma loucura desgraçada no presente.

Nesta aventura a Sue do futuro disfarça-se de babá, mas depois ficamos sabendo que se trata dela 500 anos mais velha (é algo absurdo mais acredite se quiser). Ela é morta com uma descarga elétrica causada por Victor.

Na versão Ultimate Susan é tão inteligente quanto Reed, sua especialidade é área de ciência bioquímica e  também se destaca pela posição de segunda em liderança na equipe.

Nesta versão seu tanto Franklin (seu pai) quanto Mary (sua mãe) são renomados cientistas que trabalham no Edifício Baxter (um laboratório de pesquisa no centro de Nova York que recruta crianças com nível de Q.I acima do normal).

Nesta versão Mary novamente morreu cedo e Sue criou seu irmão Johnny (após Reed ser recrutado pra instalação científica eles acabaram se apaixonando).

Quando Reed testou o telestranporte pra Zona-N Sue estava lá e ganhou o poder da invisibilidade e também de criar campos de força (algo que ela já fazia no universo tradicional). Na companhia deles ainda estavam Johnny, Ben e Victor Van Damme (não sei por qual motivo alteraram seu nome) o teletransporte concedeu a todos poderes inimagináveis.

No filme dirigido por Roger Corman temos Rebecca Staab que foi a primeira atriz a personificar Sue Storm. A trama segue toda premissa da origem que lemos nos gibis e como vilão principal temos o Dr. Destino (Joseph Culp).

É Sue quem confecciona os uniformes e batiza a equipe como Quarteto Fantástico. Os outros atores são Alex Hide-White (Reed), Jay Underwood (Johnny), Michael Bailey Smith (Ben) e Kat Green (Alicia Masters).

Essa versão esta marcada como filme B, por causa do baixo orçamento que usaram na produção. Pra piorar os efeitos especiais são péssimos, mas acho que só que se tornou cult justamente pela curiosidade dos fãs em saber como é o filme (eu não tenho nenhuma curiosidade em assistir).

Na versão de 2005 temos a atriz Jessica Alba desfilando de collant grudado no corpo enlouquecendo a cabeça dos fãs. E por mais incrível que possa parecer ainda teve alguns malucos na web criticando a moça, porque ela teve que pintar o cabelo e usar lente nos olhos (infelizmente tem doido pra tudo!).

No filme os poderes da Mulher Invisível estavam relacionados a sua emoção e vários nerds ficaram doidos ao contemplar o strip-tease de Jessica na tela.

A parte interessante é que nesta versão do Quarteto Fantástico a equipe foi baseada tanto na versão original quanto na Ultimate. Já li na web diversos comentários taxando que o filme é ruim e pra ser sincero gosto demais desta aventura.

As personalidades dos heróis foram bem elaboradas, o roteiro não deixou furo, os efeitos especiais são convincentes e o vilão é extremamente ruim. O melhor de tudo é que conseguem mostra-los como uma família a principal característica do Quarteto (só no segundo deram mole naufragando a franquia).

Uma nova versão pro Quarteto está para sair nas telonas e na direção temos Josh Trank, do excelente Poder Sem Limites, para 2015. A maior polêmica em torno do reboot gira em torno do ator Michael B. Jordan para ser o Johnny e concordo pela descaracterização, pois já está na hora de haver mudanças.

Quanto a Sue Storm será interpretada pela atriz Kate Mara, mas por enquanto estão confirmados apenas o diretor e os atores principais.

Infelizmente tenho que constatar que a equipe não tem tido muita sorte na telona.

Espero que isso realmente mude em pouquíssimo tempo, pois as produções de heróis alcançaram um patamar nunca antes pensado por nós fãs de quadrinhos.

A Casa de Ideias conseguiu dar uma guinada em seus filmes desde Homem de Ferro (2008) culminando nos Vingadores e novamente repetiu a dose quando tivemos o excelente Thor 2 (2013) que abriu caminho pra Era de Ultron.

E a primeira família da Marvel merece algo que nos conecte as suas aventuras fantásticas que tanto adoramos ler nos gibis.

Confira na galeria abaixo algumas imagens da Mulher Invisível que garimpei na web

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Herói

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Quarteto Fantástico

A famosa equipe foi criada pelos lendários Jack Kirby e Stan Lee durante o auge da corrida espacial e também da Guerra Fria, em 1960 (esse aspecto foi mostrado na excelente HQ Mitos Marvel).

O Quarteto Fantástico surgiu na edição The Fantastic Four #1 (Novembro de 1961). Sendo o primeiro grupo de heróis criado pela Casa de Ideias e surgiu como resposta a popularidade da Liga da Justiça.

Uma coisa interessante é que a equipe já foi chamada por aqui de Os Quatro Fantásticos e sua formação foi inspirada em outra equipe da Distinta Concorrente, Os Desafiadores do Desconhecido, na qual Kirby trabalhou como artista (é como diz o ditado nada se cria tudo se copia).

Bom, basicamente dá pra comparar os integrantes do grupo com os 4 elementos. O Senhor Fantástico é a água, o Coisa a terra, a linda Sue Storm simboliza o ar e o mimado do Johnny Storm simboliza o fogo.

Só por estas características os heróis compõe os elementos básicos da existência. Um fato interessante que “talvez” tenha sido feito de propósito.

O grande lance do Quarteto é aquela característica básica que a Marvel tem para compor seus personagens, pois apesar dos superpoderes eles ainda mantém todos os  problemas que nós pessoas comuns também temos.

Vendo por este lado quem mais saiu perdendo foi o Coisa. De quem eu sempre gostei, pois todos os integrantes continuaram com aspecto normal menos ele (fatalmente preso num horrível corpo de pedra). Eu ficava irritado por conta das brincadeiras sem graça do Tocha Humana (e apenas por conta disso nunca fui com a cara do foguinho).

O Coisa também teve um desenho da Hanna-Barbera aonde um magrelo Ben Grimm juntava um anel partido e gritava: “anéis mágicos entrem em ação.” E se transformava no ser pedregoso para salvar uma encrenqueira turma de adolescentes. Eu infelizmente via esta versão tosca e ainda brincava dizendo a famosa frase (que vergonha).

Reed Richards é sem sombra de dúvidas a mente mais inteligente do Universo Marvel. Há outros personagens igualmente inteligentes, mas que sejam equivalentes ao seu nível creio que não tenha.

O Tocha Humana não é o primeiro herói a usar este nome, pois nós  temos o Tocha Humana original um ser humano sintético criado pelo Professor Phineas Thomas Horton.

Temos uma pequena amostra deste que também é um dos primeiros heróis da Casa de Ideias na excelente HQ Marvels e no filme do Capitão América: O Primeiro Vingador na exposição da Feira de Ciências aonde aparece igual na referida HQ.

Jessica Alba estava lindíssima no papel de Sue Storm pra mim  ficou muito engraçado no filme ela ter que tirar a roupa pra ficar totalmente invisível.

É interessante notar que  Sue era marcada como um dos integrantes com os poderes mais fracos do Quarteto, mas mesmo assim fazia muito sucesso tornando-se um símbolo para as mulheres da época (década de 60). No entanto com o passar dos anos Sue foi demonstrando seu valor como componente do grupo.

O filme conseguiu pegar toda a essência das HQs do grupo e retratá-los de forma autêntica a inteligência do Reed, o sofrimento de Bem por causa de sua aparência, a inveja do Victor Voon Doom e principalmente Johnny Storm voando para formar o símbolo do grupo no céu. O longa é um prato cheio pra nós fãs pena que não conseguiram arrecadar uma boa bilheteria.

A continuação que deveria ter sido melhor acabou naufragando a franquia. A sequência cometeu dois erros gravíssimos. Um erro que não me agradou foi ter dito que o poder do Surfista Prateado estava em sua prancha, blargh!!!

E o segundo que ficou pior foi que poderiam ter ousado um pouco e mostrado o vilão espacial Galactus, mas ficaram em efeitos especiais capengas frustrando nossa alegria.  Ficou muito subjetivo sabíamos que Galactus estava lá mais não dava pra vê-lo.

Durante os anos 90 tivemos uma adaptação trash dirigida por John Corben.  Dizem as lendas que virou cult e artigo de colecionador, mas eu nunca vi nada dele (apenas algumas imagens na web).

No primeiro desenho produzido pela Hanna-Barbera eles eram chamados de Os Quatro Fantásticos. Um erro recorrente em nosso país, porque os tradutores nunca pesquisam antes sobre o assunto.

A origem seguia tudo aquilo que havia nos gibis, pois a equipe ganhou seus poderes após um acidente numa missão espacial.

Uma coisa interessante é que algum tempo depois substituíram o Tocha pelo robô Herbie que foi criado exclusivamente pro desenho. A verdade é que os produtores tiveram medo que as crianças ateassem fogo em si mesmas (e alguns anos depois Herbie migrou pros gibis).

Um fato interessante é que tivemos nestes desenhos aparições dos vilões Doutor Destino, Galactus e também do Surfista Prateado. O renomado artista Alex Toth foi quem criou o  design dos personagens.

O desenho foi ao ar pela rede ABC e contava com apenas 20 episódios, de mais ou menos 22 minutos, lançados em 1967.

O desenho de 1994 teve a narração de Stan Lee dizendo como criou cada personagem. E também tinha diversas participações especiais como: Homem de Ferro, Demolidor, Gavião Arqueiro, Hulk, Mulher-Aranha (Julie Carpenter), Feiticeira Escarlate, Mulher-Hulk  entre outros.

O desenho tentou recriar histórias importantes da equipe dos anos 60 como a Trilogia de Galactus e incluiu o Doutor Destino como o vilão principal.

Só que seu maior erro foi tentar manter um clima de comédia e também tivemos uma péssima caracterização dos heróis (um fato que não agradou a nenhum fã causando seu cancelamento).

Fantastic Four: World’s Greatest Heroes é a melhor versão da equipe que surgiu, em 2006. O destaque fica pro estilo mais arrojado baseado no anime e ainda misturaram recursos de 2D com 3D.

Fora isso as características pessoais foram bastante definidas tipo a inteligência do Reed, Sue age com bom senso e bem centrada, o Johnny mantendo-se engraçadinho e é claro o Coisa sempre mal humorado.

Desta vez temos mais características que nos ligam aos quadrinhos como a incursão pela Zona Negativa e como diferencial o Quarteto tem uma certa popularidade em Nova York (algo aproveitado no primeiro filme).

É muito engraçado notar que os outros moradores do Edifício Baxter reclamam da presença dos heróis arranjando sempre alguma forma para despeja-los de qualquer jeito.

E ainda temos diversas participações de outros heróis como: Homem de Ferro, Namor, Hulk, Homem-Formiga e também de alguns vilões como: Doutor Destino, Terminus, Ronan, os Skrulls, Mestre dos Bonecos, Diablo, Homem Impossível e Quarteto Terrível.

Quando a Marvel reformulou seus títulos trazendo os personagens com novas releituras pro séc. XXI. Tivemos a versão Ultimate do Quarteto Fantástico feita com roteiros de Brian Michael Bendis e Mark Millar e arte de Adam Kubert, em 2004.

Nesta fase eles inovaram o conceito do Quarteto transformando-os em adolescentes com QI acima do nível normal. Enquanto a família tradicional tinha aquele foco de pessoas com personalidade diferentes que lutavam contra situações espetaculares.

Outro fato importante é que a origem foi modificada, pois no universo tradicional seus poderes foram adquiridos no espaço. Enquanto na versão Ultimate foi aqui mesmo na Terra, porque  Reed, Ben, Sue e Johnny ganharam seus poderes após um experimento de teletransporte que deu defeito.

O que tornou esta versão interessante é que mantiveram a narrativa focando no desenvolvimento dos heróis (deixando as aventuras em segundo plano).

Durante a infame Guerra Civil a equipe se dividiu, pois Sue e Johnny deram apoio ao Capitão América. Enquanto Ben partiu pra França causando confusão na cidade luz e Reed aliou-se a Tony Stark na intenção de registrar todos os heróis pro governo.

Depois da “morte” do palito de fósforos e a inclusão do Homem-Aranha na equipe (um pedido do próprio Johnny). Reed cria a Fundação Futuro com a intensão de juntar as mentes mais criativas do mundo para ajudar na evolução da humanidade.

A parte interessante é a mudança drástica que fizeram nos uniformes que perderam o azul para tornarem-se brancos. Pra completar o tradicional “4” ser substituído por um hexágono (se vai valer a pena somente o tempo irá confirmar).

No futuro distante de 2099 temos o Quarteto atuando após voltar de uma incursão na Zona Negativa. Quando a equipe saiu notou que seus uniformes estavam diferentes e foram logo caçados pela SHIELD, pois pensavam que fossem clones dos originais.

O Quarteto até tentou provar serem os verdadeiros contando com a ajuda do Homem-Aranha (Miguel O’Hara) daquele período, mas o dados foram inconclusivos (fazendo com que a dúvida sobre eles continuasse).

Mesmo com grande desconfiança parecia que tudo não iria ficar pior, mas as coisas se complicaram quando a Terra daquela realidade estava pra ser destruída devido a rota de colisão de um planetoide (a equipe une-se com o Victor do futuro pra tentar deter esta ameaça terrível pra toda humanidade).

A primeira família da Marvel é uma das melhores equipes de super-heróis já criadas, mas é somente de tempos em tempos que temos uma aventura eletrizante sobre ela.

Só pra fechar pipocaram comentários sobre a presença do ator Michael B. Jordan para ser o novo Johnny Storm e sinceramente é catastrófico (será que os produtores não notam que não tem nada a ver com o loirinho). Como irão explicar ele ser irmão de uma loira, talvez simplesmente vão falar que foi adotado (ou será que veio até de uma outra dimensão?).

Brincadeiras a parte, acho louvável esta ideia de termos mais heróis negros nos gibis, pois já está na hora de haver mudanças significativas pra isso acontecer.

Infelizmente a franquia anterior naufragou naquele segundo filme ruim e pelo andar da carruagem “talvez” teremos mais uma bomba pra reclamar (eu gostaria de estar errado, mas esta descaracterização está terrível).

Eu quero assistir uma aventura da equipe em que suas viagens pela Zona Negativa, universo microscópico ou salvando o universo da ameaça de Galactus sejam bem mostradas, pois a Marvel já demonstrou que não está brincando nas telonas (e será que vão deixar um absurdo destes acontecer?).

Bom, algo que vale a pena lembrar é que a equipe já teve diversos heróis como membros temporários (algo que comentei aqui).

Veja na galeria abaixo algumas imagens do Quarteto Fantástico que garimpei na web

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O Novo Quarteto Fantástico

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No episódio “A Guerra Particular do Doutor Destino“, os Vingadores e o Quarteto Fantástico foram atacados por robôs de Victor.

Ambas as equipes salvam Nova York da iminente destruição, mas descobrem que Sue e Vespa foram sequestradas. Então eles se unem partindo para a Latvéria a fim de salva-las, no entanto após toda confusão o ataque de Victor parece ter sido totalmente aleatório e sem proposito algum.

Só que Victor esculacha Reed dizendo que a verdade está na sua frente e ele não consegue enxergar. Destino estava falando que Sue era uma agente Skrull disfarçada e se não me engano o Capitão América também já havia sido abduzido.

No final ficamos sabendo que o vilão tinha razão e isto também me fez lembrar desta edição que comento, pois havia uma Sue skrull disfarçada na equipe.

A edição de Grandes Heróis Marvel n° 45, de 1994, contava com a arte excelente de Arthur Adams e o roteiro de Walter Simonson.

Só pra lembrar as edições do gibi GHM foram importantes, porque tinham arcos de histórias fechadas. E também lançaram diversas sagas marcantes pra nós fãs como: Arma X, A Saga de Korvac, A Morte da Fênix, Wolverine vs Conan, Surfista Prateado vs Thor, Homem de Ferro vs Doutor Destino, Vingadores da Costa Oeste entre várias outras.

Bom, chega de enrolação e vamos ao que interessa. A edição do Novo Quarteto Fantástico se divide em três partes na primeira temos a história Muita Encrenca pra Pouco Planeta.

Onde a aventura já começa no espaço com uma nave avariada vindo em direção ao nosso planeta. Uma mulher a qual não sabemos quem é, porque seu rosto não aparece (sai da nave que logo depois explode e ela jura vingança).

A narrativa nos mostra a vida do Quarteto com Sue e Reed brincando com Franklin, Johnny tendo problemas no casamento com Alicia. O palito de fósforo durante uma viagem no tempo se apaixonou pela Nebulosa e estava com receio de contar isso pra Alicia.

Em outra parte vemos a Mulher-Coisa (Sharon Ventura) preocupada por ter retornado a sua forma rochosa (dispensando o convite do Ben pra sair). Então uma enorme nave da frota Skrull surge procurando uma renegada chamada Delila

Tudo começa complicar quando uma bela mulher chega na entrada do prédio deixando o atendente embasbacado, mas de repente enquanto ele interfona ela some.

Então cada um dos integrantes da equipe  é dominado Johnny por Nebula, Ben por Alicia, Sue por Namor e infelizmente a coitada da Alicia leva um tapão. Enquanto a Mulher-Coisa toma um forte sedativo, no laboratório Sue engana Reed que demora pra desmaiar (trata-se de uma skrull que se disfarçou para distrai-los).

A nave Skrull pousa Ilha Monstro e controla todas as bestas-feras pra usar em sua busca deixando o Toupeira (um antigo inimigo do Quarteto) irritado. É quando vemos a falsa Sue procurando um novo Quarteto no computador para ajuda-la.

A chegada do Homem-Aranha, Hulk Cinza, Logan e Motoqueiro Fantasma é totalmente doida. O Motoqueiro sobe direto, o Hulk pula pro alto do prédio, o Aranha joga sua teia e só o Wolverine sobe de elevador (a cena é muito engraçada).

A falsa Sue mostra o restante do grupo aparentemente todos “mortos” incitando a nova equipe a vinga-los.

Na parte dois temos, O Covil dos Monstros quando a nova equipe parte pra Ilha Monstro. O Aranha reclama do voo pedindo calma, mas o Hulk esculacha falando pra ele ir a pé.

A parte interessante é ver como o inusitado grupo interage, porque temos as constante discussões entre o Logan e o Hulk sempre com ânimos exaltados. O Motoqueiro querendo apenas vingança (e também as piadas do Cabeça de Teia).

Na ilha o Toupeira domina a tropa Skrull e fica sabendo do poderoso artefato que repousava em seus domínios querendo domina-lo.

Só que a chegada do Hulk, Wolverine, Motoqueiro e o Aranha causam uma grande confusão. Delila disfarçada de Sue controla a mente de Reed fazendo-o encontrar a arma na Ilha Monstro.

Enquanto isso o novo Quarteto descobre sobre a verdadeira intenção da falsa Sue causando um possível confronto entre Reed e o Hulk Cinza.

É quando vemos a terceira parte Vovô viu o Ovo! …Ou o Amor a Tudo Vence! Delila mostra sua forma real e comanda mentalmente que todos matem o esquadrão Skrull.

O Motoqueiro intervém retirando a influência mental dela, enquanto eles acordam Delila foge com Reed adentrando ainda mais no mundo subterrâneo.

Na sede do Quarteto o restante da equipe salva por Franklin Richards, pois Reed ao sair deixa um recado para Roberta (a secretária robô deles) falando sobre o Barão de Munchausen que ficou famoso, porque mentia demais.

Delila havia escolhido bem na hora quem seriam os heróis que substituíram o Quarteto, pois cada um dels desempenhou uma importante função pra destravar a arma que tanto procurava.

E pra complicar as coisas o restante da equipe chega no exato momento em que o Toupeira também queria conquistar a arma pra si junto com sua legião de asseclas. Foi muito engraçado notar que a arma assimilou o monstro que tomava conta dele (frustrando os planos de conquista do Skrulls).

No finalzinho quando o Justiceiro partia de helicóptero querendo destruir tudo viu a reunião de heróis que estava lá e partiu pra outro lugar.

A história não tem muita pancadaria ou cenas extravagantes, mas a arte de Arthur Adams nos envolve ao demonstrar leveza na aventura nos conectando ao roteiro de forma magistral.

Enquanto o roteiro de Walter Simonson em si não é surpreendente, mas vale pelo aspecto de termos heróis muito diferentes como o inusitado Quarteto formado Logan e cia. (sendo mostrados de forma hilária).

Nossa diversão fica garantida, porque mostra eles se unindo numa aventura muito maluca envolvendo monstros, alienígena e uma conspiração para tentar vingar a suposta “morte” da equipe original.

 

Ober un evezhiadenn

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Rei Arthur – Parte Final

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As lendas sobre o mítico rei são diversas, mas na maioria delas convergem para um ponto em comum que “talvez” possa ter existido um Arthur que foi um importante militar que obteve algumas vitórias contra os invasores Saxões.

As aventuras do Rei Arthur aconteceram possivelmente durante os séculos V e VI, mas vindo pelo lado dos arqueólogos não há nenhuma prova física que possa comprovar os relatos que ficaram gravados nos romances que chegaram até nossa atualidade.

Pelo que se sabe diversos escritores contaram um conto e aumentaram um ponto (acrescentando personagens e situações a lenda). De tempos em tempos acrescentaram Excalibur, Merlin, Camelot e tudo aquilo que faz parte do conjunto enorme de lendas arturianas.

O mito tornou-se tão importante na cultura pop que foi adaptado diversas vezes ganhando releituras no teatro, gibi, desenhos e filmes dando uma longevidade nunca vista antes (e encantando geração após geração).

Verdade ou mito quem poderá realmente afirmar? Pra ser sincero pouco importa eu cresci aprendendo a gostar e conhecer estes relatos sobre heroísmo, traição, romance, bravura e magia (e sinceramente é o que está valendo pra mim).

Aproveite pra viajar comigo para lembrar ou conhecer algumas versões do Rei Arthur que eu tive o privilégio de assistir.

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A Espada Era a Lei – Disney – 1963

Esta é uma das melhores adaptações da lenda do Rei Arthur, no entanto eu não sei por qual motivo deram o nome de Wart para ele. Simplesmente parece coisa de doido (só que as adaptações da Disney nem sempre seguem tudo a risca, então deixa pra lá!).

O desenho é baseado no livro A Espada na Pedra do escritor T. H. White, pois sua série de livros acabaram se tornando a versão definitiva das lendas sobre o Rei Arthur.

Desta vez Arthur era um pajem bastante humilde que vivia com Sir Hector seu pai adotivo e também servia ao cavaleiro Kay, um grande idiota (e também filho verdadeiro de Sir Hector). O menino era tratado como serviçal, pois tinha que cuidar de todos os afazeres do castelo.

Wart era bastante atrapalhado sempre causando alguma encrenca e justamente por causa disso acaba encontrando o mago Merlin que vivia na companhia da coruja Arquimedes (que está sempre resmungando devido ao seu terrível mal humor). Lembro que Merlin é amalucado demais falando diversas coisas sobre o que acontecerá no futuro.

A dinâmica entre Arquimedes e Merlin é uma das melhores coisas neste desenho, pois eles divergem sobre qualquer coisa quando o assunto é ensinar ao jovem Arthur.

O rapaz torna-se aprendiz do mago tendo como lição de vida três aprendizados muito importantes: a usar sua inteligência, a ter sabedoria e aprender sobre o amor.

É claro que durante estes ensinamentos acontecem muitas situações divertidas como Arthur ser transformado em pássaro, peixe e também esquilo (isto me fazia viajar com o personagem).

Só que o melhor ainda estava por vir quando há o duelo de magia entre Merlin e a invejosa Madame Min. Ambos fazem diversas transformações usando seu conhecimento para vencer o outro. Enquanto Merlin aparece como animais azuis se transformando em tartaruga, coelho, minhoca, leão-marinho entre outros.

Em contrapartida a Madame Min muda de forma como jacaré, raposa, galinha sempre num tom cor de rosa ou meio avermelhado num clima de perseguição para destruir o mago.

O que chama atenção é que Arthur era menosprezado e não tinha muita ambição foi justamente por causa deste seu jeito simples que Merlin o havia escolhido (algo do tipo como ter um coração nobre).

É um desenho que a primeira vista pode até parecer simples, mas a Disney na verdade caprichou demonstrando uma qualidade técnica excelente na composição dos cenários (que ficaram extraordinários).

A personalidade do trio principal Merlin, Arthur, Arquimedes e de seus coadjuvantes como Madame Min, Sir Hector e Kay foram bem trabalhadas na medida certa (facilitando nossa ambientação no desenho).

A Espada Era a Lei é uma aventura engraçadíssima com uma temática inocente em vista das produções atuais, mas que diverte a cada momento que acompanhamos sua história.

Só pra citar a cena do duelo entre Merlin e Madame Min se tornou um clássico na história das produções dos desenhos da Disney.

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Rei Arthur – 2004

Este filme traz alguns aspectos interessantes pra nós nerds, como o fato da trilha sonora ser composta por Hans Zimmer (o mesmo de Superman: O Homem de Aço e Batman: CTR).

Na produção temos Jerry Bruckheimer, o diretor que nos presenteou com o inigualável pirata Capitão Jack Sparrow e além disso outros atores que se tornaram grandes conhecidos nossos. Tipo Ioan Gruffud, o Reed Richards do Quarteto Fantástico (quase irreconhecível), Stellan Skarsgard que interpreta o assustador Cedric. Ele faz o engraçadíssimo Dr. Erik Selvig (da franquia do Thor).

A atriz Keira Knightley que faz Guinevere, mas ficou mundialmente conhecida ao interpretar Elizabeth Swann, na franquia Piratas do Caribe.

E por último temos Ray Stevenson, como Dragonet que fez o rechonchudo e comilão Voltstagg (também da franquia do Deus do Trovão).

Bom, o mito ficou muito diferente do que havia nos livros, mas sinceramente é uma das melhores versões feita sobre Arthur que já vi. A famosa Távola Redonda se restringe apenas a Lancelot, Tristão, Gawain, Galahad, Bors e Dragonet guerreiros formidáveis. O detalhe cruel é que a Távola era composta por mais cavaleiros, mas ao longo dos anos muitos tombaram em batalhas.

Como todos sabemos Roma dominou boa parte da Europa Antiga, no entanto o Império já dava sinais de decadência. As invasões dos Saxões já demonstrava esse acontecimento. Um fato importante é que ao assistir as cenas de batalha me lembrei de Coração Valente, pois o nível de selvageria e veracidade é incrível (o sangue jorra mesmo).

Aqui temos uma amostra de como era a guerra naquele período histórico com arco e flecha, besta, catapulta e todas aquelas engenhocas típicas.

Vale a pena ressaltar que Arthur numa belíssima atuação de Clive Owen, é um homem dividido entre o seu povo já que nasceu bretão, porém cresceu como cidadão romano.

E apesar dele ter retirado Excalibur da pedra não há nada mencionando que ela seja mágica ou que Merlin seja um mago. Mesmo ele vivendo na floresta como um guerreiro temido esta foi a melhor parte, pois deram um tratamento mais “real” a trama.

Outra ponto que notei é que não há o famoso triângulo amoroso envolvendo Lancelot, Guinevere e Lancelot. Foi a melhor decisão que tomaram e pra ser sincero toda vez abordavam o mesmo assunto (eu achava um porre tremendo).

O principal dilema de Arthur é ter nascido bretão e ser obrigado a lutar por Roma. Ele e seus cavaleiros estavam perto de conseguir sua tão sonhada liberdade, mas recebem uma última e perigosa ordem. Investir numa ação suicida para salvar um menino importante pra Igreja (ou morrer executado como traidor, eu nem pensava duas vezes!).

As cenas de luta são violentas, os guerreiros seguem um forte código de honra e amizade por Arthur, os efeitos especiais são ótimos e a trilha sonora empolgante. Rei Arthur foi feito pra quem gosta da lenda, mas está cansado de rever a mesma lenga-lenga sendo recontada.

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Shrek Terceiro – 2007

Eu não gosto do ogro, porque na verdade acho ele chato demais e sem carisma nenhum. Enquanto o Burro e o Gato de Botas são os meus preferidos sempre roubando a cena quando surgem (aliás o spin-off do gato estava sensacional mostrando suas aventuras antes de conhecer o ogro sentimental).

Gato de Botas é um fora-da-lei sendo perseguido graças a traição de seu ex-melhor amigo Humpty Dumpty. Então totalmente contra sua vontade o Gato precisará se aliar a ele a fim de encontrar a galinha dos ovos de ouro pra poder limpar seu nome. A presença da ladra Kitty Pata Mansa completa o trio de protagonistas (e pra fechar temos uma versão deturpada de João e Maria como vilões).

Um desenho maravilhoso e empolgante com muitas cenas de perseguições, repleto de reviravoltas e também envolto numa sensualidade na dança entre Kitty e o Gato que mais parece uma versão do Zorro (que conseguiu conquistar a todos com seu olhar pidão).

Voltando, o Rei Harold está pra morrer e o ogro será o próximo na linha de sucessão ao trono. Só que antes o rei confessa que ainda há um último herdeiro que chama-se Arthur Pendragon (na verdade a intenção de Shrek é  voltar pro seu sossego no pântano).

Então Shrek, Gato de Botas e o Burro viajam para buscar o menino a fim de coloca-lo no trono. O desenho ficou muito fraco por mostrar a preocupação sentimental do ogro em ser pai e Archie por não ter um pai (modificando aquele clima de anarquia com os contos de fadas que havia nos desenhos anteriores).

Desta vez o vilão é o Príncipe Encantado que decide tomar o Reino de Muito Muito Distante tramando matar Shrek numa peça de teatro (ele ficou puto por não ter seu final feliz).

Shrek Terceiro não é o melhor desenho da franquia, porque pra mim o segundo é que ficou inesquecível. Só que aqui temos a presença de Arthur e também do mago Merlin, numa versão muito doida que despertou minha atenção.

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 Rei Arthur e os Cavaleiros Quadrados da Távola Redonda – 1968

Em minha pesquisa acabei por sorte encontrando este desenho que é uma paródia sobre o mito do Rei Arthur. O divertido desenho foi produzido pelo estúdio Five Arrow Films, em 1966.

Nas aventuras temos o Rei Arthur defendendo Camelot dos vilões que desejam roubar a lendária Excalibur. É uma versão simples tanto o rei quanto seus cavaleiros são bastante atrapalhados e se reúnem em volta da Távola Redonda. As reuniões são geralmente para discutir problemas contra inimigos do reino ou só pra jogar poker.

Ainda temos como personagens a rainha Guinevere, Lancelot e o Mago Merlin e como vilões não poderia faltar a feiticeira Morgana e o Cavaleiro Negro.

Relembre da parte um aqui.

Até a próxima postagem.

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Imagens

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Quarteto Fantástico

Uma coisa interessante sobre a primeira família da Marvel é que ao longo destes 50 anos de existência vários outros heróis já se tornaram membros por algum tempo.

Durante as Guerras Secretas ou seja no final da saga Ben Grimm decidiu ficar no planeta de Beyonder, pois poderia permanecer em sua forma humana.

Então a Mulher-Hulk foi convidada por Reed pra ficar no lugar do rochoso. Isto aconteceu, porque John Byrne, fã confesso da heroína, resolveu retira-la do segundo escalão como coadjuvante nas histórias dos Vingadores (trazendo-a para um merecido lugar de destaque no panteão da editora ao ponto que ela ganhou sua própria revista).

O Herói de Aluguel Luke Cage também participou do Quarteto substituindo o Coisa, pois ele havia revertido a forma humana. Luke possuiu super força, pele invulnerável além de ser um mestre no combate corpo a corpo.

Recentemente nosso querido Cabeça de Teia ficou no lugar do palito de fósforo, pois Johnny havia “morrido” depois de uma batalha.

Esse negócio de morte na equipe já não é nenhuma novidade, pois Sue havia sido dada como morta, mas depois foi apenas um truque. E com Reed também tinha acontecido a mesma coisa (retornando pro grupo algum tempo depois).

A grande novidade é que a equipe deixou de ser conhecida como Quarteto Fantástico  para tornar-se Fundação do Futuro.

Seu uniforme também foi alterado, pois retiraram o clássico azul para ficar branco e no lugar do 4 (há um hexágono no peito). Pra ser sincero eu não gostei desta mudança, mas gostaria de ler pra saber se valeu a pena.

Continuando, a Medusa é uma mutante que pertence a raça dos Inumanos que tem o  poder de mexer com seus cabelos (é cada personagem estranho que aparece). Inicialmente ela pertencia ao grupo de vilões Quarteto Terrível, mas foi  durante a época que sofria de amnésia (e depois integrou a equipe participando de várias aventuras).

Lyja era uma espiã da raça alienígena Skrull que agia infiltrada no Quarteto fingindo ser Alicia Masters (neste período foi namorada do Coisa).

Quando Bem estava no espaço durante a saga Guerras Secretas ela acabou se apaixonando por Johnny Storm eles chegaram até a se casar.

Ela se arrependeu do que estava fazendo e revelou seu segredo atuando na equipe (atualmente a heroína está desaparecida após a saga Massacre).

Sharon Ventura também ficou conhecida como Miss Marvel ela entrou pra equipe quando estava namorando o Coisa.

Depois de ser exposta ao mesmos raios cósmicos que deram poderes ao Quarteto. Sharon virou uma versão feminina do rochoso a Mulher-Coisa, usando o codinome até sair da equipe.

Frankie Raye trabalhava como interprete da ONU quando conheceu Johnny Storm e passou a namora-lo. Estranhamente ela possuía uma fobia ao fogo que algum tempo depois foi explicado, pois o medo era uma trava mental bloqueando seus poderes de fogo.

O cientista Phineas T. Horton, criador do Tocha Humana original era padrasto da moça (fazendo isso quando ela foi atingida por produtos químicos que deram os poderes do primeiro herói).

Quando Frankie recobrou sua memória tratou de aprimorar seus poderes e foi a terceiras pessoa a usar o codinome de Tocha Humana.

Ela agiu no Quarteto por algum tempo, mas se ofereceu para se tornar arauto de Galactus assumindo o nome de Nova.

Inicialmente ela possuía os mesmos poderes que o palito de fósforo, porém após ganhar poderes cósmicos suas habilidades aumentaram exponencialmente. Além de resistência Nova possuia força fora do comum, durabilidade, agilidade, reflexos, e podia voar na velocidade warp (um tipo de dobra espacial).

Após se dar conta do que estava fazendo decidiu permanecer na Terra ajudando novamente o grupo em diversas missões, porém durante uma batalha contra Mephisto Nova infelizmente morreu.

No filme Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado Frank Raye foi interpretada pela bela atriz Beau Garret.

Ela era uma Capitã do Exército que não dava muita bola pras investidas de Johnny (Chris Evans). Uma coisa engraçada é que no momento em que Sue (Jessica Alba) joga o buquê era ela quem apanharia e Johnny coloca fogo pra se safar do problema.

Cristalys é uma Inumana que foi casada com o vingador Mercúrio e participou da equipe no período em que Sue teve que se afastar, pois estava grávida. Ela namorou Johnny nesta época e seus poderes consistem em controlar os quatro elementos básicos (terra, ar, fogo e água).

O engenheiro eletrônico Scott Lang ficou mais conhecido como segundo Homem-Formiga, pois havia roubado o traje do herói enquanto ele estava agindo como Jaqueta Amarela. Hank estava seguindo ele, mas ao descobrir suas boas intenções decidiu deixar tanto o nome quanto o traje com ele.

Scott agiu no Quarteto quando Reed e Victor estavam “desaparecidos” em combate e sua indicação para participar da equipe surgiu de Tony Stark. Ele participou da mesma formação em que estava Lyja e o Doutor Destino II (com quem não se dava).

Kristoff Vernard teve sua mente alterada com a implantação das memórias de Victor Von Doom (para futuramente manter o legado do vilão na Latvéria).

O Doutor Destino II era filho de uma das súditas do Doutro Destino e já combateu o Quarteto diversas vezes quando assumiu o manto do monarca original.

Quando Victor Reed foram dados como “mortos” ele agiu na equipe por algum tempo ao lado de Cassandra Lang (filha do segundo Homem-Formiga).

A Namorita é prima do Namor e foi treinada por ele para defender a Atlântida. Quando participou do Quarteto Namorita era namorada do palito de fósforo (quero saber quem não namorou com ele?).

Ela participou da equipe na aventura em que o Reed, Sue e Bem foram pra Zona Negativa tentar deter o Aniquilador, mas seu namorou ficou ruim devido a falta do Tocha para controlar seus poderes. Namorita ainda tomou conta das crianças durante a saga de Abraxas e depois saiu procurando novas aventuras.

Ela também já pertenceu a equipe dos Novos Guerreiros que desencadearam a nefasta Guerra Civil.

Houve um momento em Reed e Sue estavam tendo problemas no relacionamento, então resolveram sair de cena. Eles foram substituídos pelo vingador Pantera Negra e também pela bela mutante Ororo (se não me engano também estava casados nesta época).

Só pra fechar no inicio dos anos 90 tivemos uma nova formação do Quarteto com os heróis: Homem-Aranha, Motoqueiro Fantasma, Hulk  e Wolverine.

Essa inusitada equipe se reuniu quando uma agente Skrull disfarçada de Sue convocou os heróis para vingar a “morte” do grupo original.

É uma aventura bastante divertida que vale a pena ser lida (logo comentarei mais sobre este clássico gibi).

Confira na galeria abaixo alguns amigos, familiares e vilões do Quarteto Fantástico que garimpei na web

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Artista

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Des Taylor

O que despertou minha atenção pro seu trabalho é que nos lembra um desenho, mas ao mesmo tempo seu estilo mantem uma característica rebuscada nos conectando de maneira excepcional o glamour daqueles artistas de pin-ups dos anos 50

Confira na galeria abaixo a arte exuberante de Des Taylor

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Cosplay Girl

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Canário Negro

Antes da Crise nas Infinitas Terras havia uma enorme confusão quanto a heroína, pois haviam duas delas (que mais pareciam ser uma só). Depois da fatídica minissérie conseguiram arrumar sua mitlogia.

A primeira Canário Negro era Dinah Drake Lance, uma heroína que havia atuado durante a Era de Ouro e foi membro fundador da Sociedade da Justiça.

A segunda Canário Negro é Dinah Laurel Lance que começou sua atividade heroica durante a Era de Prata. Ambas são exímias combatentes do crime, mas há uma grande difrença entre elas.

É que Dinah Laurel possui o famoso Grito do Canário, com o qual pode emitir potentes ondas sonoras (enquanto sua mãe não tem poder nenhum).

A Canário Negro II teve ao longo dos anos um relacionamento com o Arqueiro Verde e depois até chegartam a se casar, mas tal momento de suas vidas não durou muito.

A melhor representação da heroína está na série animada da Liga da Justiça

A Canário Negro é bastante querida pelos fãs, pois podemos encontrar diversas fan page dedicadas a ela. Além das várias modelos cosplayers que se vestem  homenageando a personagem.

Contemple a atriz Alaina Huffman que interpretou nossa heroína em Smallville.

Sinceramente eu gostei demais da atriz Caity Lotz  que interpreta uma heroína bastante ágil, mas que não possui o famoso grito. Parece usar um pequeno dispositivo sonoro redondo que age da mesma forma (pelo que eu pude entender a série se preocupa em tentar ser o mais real “possível”).

Conheça uma incrível galeria da Canário Negro na qual temos as modelos cosplayers Kitty HoneyAlisa KissNadya SonikaKristen Hughey.

E pra fechar ainda temos algumas modelos homenageando Donna Troy, Feiticeira Escarlate, Mulher Maravilha, Zatanna entre outras.

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Musas de Tinta

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Canário Negro

A heroína foi criada pelo roteirista Robert Kanigher e pelo artista Carmine Infantino surgindo pela primeira vez no gibi Flash Comics n° 87, de 1947.

Black Canary surgiu como a maioria dos heróis clássicos na Era de Ouro (graças ao surgimento do Superman) e seu nome é Dinah Drake. A heroína foi um dos membros fundadores da Sociedade da Justiça.

SJA pertencia a Terra-2 enquanto a Liga que surgiu depois existia na Terra-1. Um fato pra mim muito injusto, pois eles foram os heróis originais (algo que simplesmente não consigo entender).

Dizem as lendas que durante o dia ela trabalhava como florista e a noite combatia o crime (usando uma peruca loura e também uma máscara).

Dinah apareceu como uma coadjuvante nas histórias do Johnny Trovoada que ficou apaixonado por ela, mas pensou que se tratava de uma vilã. Só que na verdade a Canário estava agindo infiltrada numa quadrilha (situação que se tornou normal em sua carreira).

Então houve uma confusão durante a Era de Prata, pois a Canário Negro migrou pra Terra-1 permanecendo jovem enquanto seus amigos da SJA apareciam velhos (sendo que surgiram durante o mesmo período).

Esse fato super estranho entre outros fatos estavam causando uma confusão na cronologia e também na cabeça dos leitores (culminando pouco depois na Crise nas Infinitas Terras).

Então tentando acabar com esta bagunça em 1984 a DC decidiu explicar que havia duas heroínas que usaram a alcunha de Canário Negro.

A primeira foi Dinah Drake  que era casada com o policial Larry Lace e havia atuado na Sociedade durante os anos 40 e que sua filha agiu ao lado da Liga da Justiça, nos anos 60.

Dinah Lance é a segunda heroína a envergar o manto de Canário Negro e agiu ao lado da Liga da Justiça, nos anos 60. A heroína é uma exímia lutadora e gosta muito de bater em seus oponentes. Foi treinada por diversos mestres, porém o mais importante deles é Ted Grant, o Pantera.

Diferente de sua mãe que não tinha nenhum superpoder, Dinah Lance, é possuidora do supersônico Grito da Canário (o qual dependendo da intensidade pode deixar desacordado ou até matar alguém).

Uma mudança significativa na heroína foi sua atuação na equipe Aves de Rapina, que havia sido criada pela Oráculo e a Canário desempenhava a função de agente de campo (nesta época combatendo apenas terroristas e traficantes de drogas e armas).

Depois veio a inclusão da Caçadora, Cigana e por último a Lady Falcão Negro. Dizem as lendas que a Poderosa também já participou da equipe, mas devido a um sério problema no Qurac acabou abandonando o grupo pra sempre.

As Aves de Rapina conta com diversos membros de apoio como: Asa Noturna (Dick Grayson), Besouro Azul (Ted Kord que atualmente está morto), Robin (Tim Drake), Creote, Pantera e Savant.

A série Mulher-Gato (Birds of Prey, no original) foi pra telinha baseada nas heroínas dos gibis, em 2002. Desta vez tivemos a heroína original com seu nome mudado para Carolyn Lance sendo interpretada pela atriz Lori Loughlin.

A mesma situação fizeram com sua filha Dinah Redmond que foi interpretada pela atriz Rachel Skarsten.

Em Smallville vimos Dinah Lance sendo vivida pela atriz Alaina Huffman (surgindo durante a 7° temporada).

A heroína também está no seriado do Arrow e desta vez modificaram bastante sua história. Seu nome é Sara Lance (Caity Lotz) ela é a irmã mais nova de Laurel Lance (que todos achavam que estava morta durante um naufrágio).

Na verdade ela foi resgatada viva pela Liga dos Assassinos tornando-se uma agente campo treinada por eles. Porém algum tempo depois resolveu deixar tudo e voltar pra Starling City para agir como a vigilante Canário Negro.

Eu quase ia me esquecendo lá na década de 70 a atriz Danuta Wesley deu vida a heroína no infame filme pra telinha Legends of the Superheroes.

No desenho da Liga da Justiça Sem Limites ela surge ao mesmo tempo que o Arqueiro Verde. No episódio O Pantera e a Canário ela pede ajuda de Oliver pra retirar seu mentor de uma luta clandestina, pois ele poderia ser expulso da Liga.

O Arqueiro demonstra ciúme pensando que eles tinham algum envolvimento, mas não era nada disso, porque Ted Grant era um mentor e amigo de Dinah (ela cresceu vendo a SJA agindo). Alguns episódios depois temos Luta de Ressentimento, no qual a vilã Roleta que estava indo a falência decide usar as heroínas da Liga pra ganhar dinheiro.

A Caçadora descobre o esquema ao seguir a Canário que estava agindo estranhamente sob efeito de controle mental (havia uma certa mágoa na convivência das duas). A situação só piora quando entram Vixen, Mulher-Gavião e Diana, pois o nível da violência e veracidade das lutas são incríveis.

Bom, Oliver e Dinah estiveram recentemente casados, mas ambos tem uma relação  antiga que existe desde os anos 60. O casamento rolou numa edição especial com roteiro de Judd Winick e arte de Cliff Chiang, mas pelo que sei não durou muito tempo este casório (se não me engano foi devido a uma pulada de cerca do Oliver).

A Canário Negro chama tanto atenção por ser uma heroína forte e ao mesmo tempo não deixa sua feminilidade de lado e nos momentos de maior tensão sempre consegue pensar num meio de se sobressair.

Dinah além de seu grito sônico é uma das melhores artistas marciais que existem (ela conhece os mais diferentes estilos de luta). E exerce a função de treinar os novatos em técnicas de combate. Podemos ver isso no desenho Justiça Jovem quando ela demonstra pro Superboy que força não é tudo.

No Grêmio da Justiça a heroína Sereia Negra é uma homenagem pra Canário original (assim como o restante da equipe é uma homenagem pra SJA).

E só pra fechar em Batman: Os Bravos e Destemidos se eu não estiver enganado a heroína aparece baseada em seu estilo que havia na Era de Prata.

Confira na galeria abaixo algumas imagens da Canário Negro que garimpei na web

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Herói

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Arqueiro Verde

Pra ser sincero nunca fui com a cara do Arqueiro ainda mais pelas discussões acaloradas que havia entre ele e o Gavião Negro. Na verdade a editora nunca dava muita importância pra ele.

O herói sempre conquistou algumas poucas fases importantes e depois amargou várias outras largas temporadas jogado no segundo escalão.

Mais essa sua crescente popularidade devido ao novo seriado e minha curiosidade por saber do que se trata (me fez voltar minha atenção pro Oliver).

Green Arrow foi criado pelo roteirista Mort Weissinger e pelo artista Greg Papp, surgindo pela primeira vez na revista More Fun Comics #73, de 1941.

O Arqueiro já teve diversas origens, mas todas se mantem no básico que ao ficar preso numa ilha precisou aprender a manejar o arco e a flecha pra sobreviver (e quando voltou pra sua cidade decidiu iniciar sua carreira heroica).

O apetrecho mais famoso de sua aljava é a flecha com luva de boxe (algo clássico e muitas vezes ridicularizado pelos leitores na web).

Confesso que nunca fui muito de acompanhar as histórias dele, mas gostei de sua atuação no desenho da Liga da Justiça Sem Limites. Só passei a gostar mais do herói devido a sua versão em Batman: Os Bravos e Destemidos.

Aonde havia uma certa dinâmica e igualdade entre os dois. Ambos são ricos, aventureiros, sem superpoderes e usando cada um a sua maneira um arsenal de apetrechos na luta contra o crime (e o principal eles ficavam sempre competindo).

Também não é atoa, porque em sua versão original foi criado baseado no herói dos livros Robin Hood, aquele que roubava dos ricos para dar dinheiro aos pobres e também no Homem-Morcego.

Aliás o Arqueiro já teve o sinal-flecha, a caverna-flecha e também um carro-flecha que era todo amarelo ao invés de verde, vai entender? Pra fechar o ciclo de cópia do Morcegão ainda arranjou um parceiro mirim, ajudante, moleque saltitante  ou seja lá o que for o Ricardito (Speedy, no original), que atualmente chama-se Arqueiro Vermelho.

Por falar nisso durante os anos 70 deram uma mudança radical no personagem. Oliver  ganhou um cavanhaque, mudou seu uniforme, perdeu toda sua fortuna e virou um ativista liberal.

Nesta fase memorável ao lado de Hal Jordan haviam histórias de crítica social. Quem esteve a frente deste período foi o roteirista Denny O’Neil ao lado do artista Neal Adams.

As aventuras tinham um grande valor cultural, pois havia um importante enredo de conscientização social. A temática mais adulta envolvia direitos civis, política, racismo e ecologia. Esse período foi muito importante não só pro herói, mas também pros gibis ainda mais por mostrar Roy Harper como um dependente químico (lutando para se desintoxicar).

Durante os anos 80 no famoso pós-Crise a reformulação e sucesso veio na minissérie Os Caçadores, que teve uma mudança significativa na abordagem do Arqueiro. Mudando sua base de atuação de Star City para Seatlle, aonde estava ao lado da Canário Negro.

O enredo de Mike Grell foi mais sombrio do que aquele dos anos 70, pois até o visual do herói acompanhou este aspecto (adotando um capuz). Nesta impactante história o que ficou mais marcante foi a falta das famosas flechas especiais tão importantes que fazem parte da identificação do herói.

A trama ganha uma grande inserção de realidade na forma adulta como é conduzida, pois o herói está na caça de um serial killer que retalha garotas de programa. Enquanto a Canário Negro disfarçada está infiltrada tentando descobrir uma rede de drogas  financiada por Kyle Magnor, um importante magnata muito rico.

A arte de Mike Grell está bastante minuciosa demonstrando bem as expressões faciais e closes nas cenas mais importantes, porém a inclusão da personagem Shado revelou uma forte influência do mangá em seu estilo.

Nos anos 70 o herói pareceu pela primeira e única vez num desenho dos Super Amigos. Depois tivemos uma abordagem melhor na Liga da Justiça Sem Limites, no qual surge em Iniciação.

Seu interesse pela bela Canário Negro ficou evidente ainda mais quando sofreu poucas e boas para que o veterano herói Pantera largasse o vício de uma luta clandestina comandada pela sensual vilã Roleta.

Na clássica edição Liga da Justiça: A Nova Fronteira que migrou para DVD temos a presença do herói com seu aspecto original.

Num episódio de DC Showcase o herói estava indo pro aeroporto encontrar Dinah quando se depara com uma conspiração internacional (comandada pelo Conde Vertigo). Era uma tentativa de assassinato da princesa Perdita, da Vlatava (e acaba enfrentando seu pior inimigo Merlyn).

Mesmo com pouco tempo de duração foi uma ótima amostra do que fazer com o herói.

Bom, pra mim a grande virada pra popularidade do herói aumentar de vez foi sua inclusão no seriado Smallville, no qual era interpretado pelo ator Justin Hartley. O ápice foi o surgimento de uma versão da Liga, no episódio Justiça, durante a sexta temporada.

E agora temos Arrow, o novo seriado que está fazendo um tremendo sucesso. Na série estrelada pelo ator Stephen Amell a ação e o drama são o enfoque principal dos episódios.

Os produtores se preocuparam em demonstrar cenas que nos conectam as que vemos na telona e principalmente os coadjuvantes são personagens que vieram dos gibis.

Bom, como não poderia deixar de ser o Arqueiro Verde também já foi desta pra melhor. Isto aconteceu quando estava enfrentado um grupo paramilitar e acabou morrendo numa explosão de avião. Este negócio de morte nos gibis pra mim já ficou sem graça (há muito tempo).

Seu retorno foi graças a intervenção de Hal que estava segurando as pontas como Espectro. Lembrei que durante a saga Zero Hora Parallax/Hal foi morto por Oliver com uma flecha no peito (fato que deixou o Arqueiro muito arrasado por conta disso).

Outro fato marcante é que o Arqueiro já matou algumas vezes. A mais contundente pra mim foi a que citei acima, mas também temos a morte do vilão Prometeus que havia detonado uma bomba em Star City matando milhares de inocentes (e provocando a ira do herói).

Só pra fechar na nova fase do Arqueiro suas histórias estavam sendo escritas por JT Krul junto com a arte de Dan Jurgens. Pelo que pude ver na web seu M.O. está radicalmente diferente daquele que nos acostumamos a acompanhar durante as histórias anteriores.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do Arqueiro Verde que garimpei na web

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