Monthly Archives: Gouere 2014

Artista

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Pin-ups

Em minhas constantes viagens pela web acabo descobrindo os mais diversos artistas e fico apreciando seus trabalhos com estilos impressionantes.

Então aprecie na excelente galeria abaixo vários artistas que se consagraram por sua arte que destaca de maneira espetacular a beleza e também a sensualidade de suas pin-ups

Aqui temos: Baron Von Lind, Bill Randall, Earl Moran, Edward Runci, George Petty, Harry Ekman, Mike James e Robert Rodriguez

Basta apenas clicar no nome para apreciar mais destes trabalhos formidáveis

Baron Von Lind

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Bill Randall

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Earl Moran

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Edward Runci

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George Petty

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Harry Ekman

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Mike James

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Robert Rodriguez

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Cosplay Girl

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Mera

A heroína era apenas retratada como esposa do Aquaman. E principalmente sua única marca registrada era só seu poder de manipular “água dura”.

Antigamente Mera foi mostrada como uma mulher amável e dócil, porém a situação mudou. Agora ela é uma guerreira que demonstra uma ferocidade enorme durante a batalha.

Como companheira de Arthur está ao seu lado na tentativa de auxilia-lo a encontrar seu lugar no mundo (e entender o fascínio do seu amado pelos seres da superfície).

A principal pergunta de Mera é como viver num mundo que os odeia, ridiculariza e ainda chama de inútil?

Confira na galeria abaixo modelos cosplayers homenageando a Rainha Mera e também outras personagens do UDC.

Aqui temos: Aquawoman, Mulher Maravilha, Liberty Belle, Estelar, Batgirl, Zatanna entre várias outras

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Musas de Tinta

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Mera

A heroína é uma das mais poderosas do UDC sendo criada pelo roteirista Jack Miller e pelo artista Nick Cardy. Mera surgiu na edição Aquaman # 11, em 1963.

Mera surgiu durante a Era de Prata e veio da Dimension Aqua, uma realidade paralela extradimensional. Só que isso foi mudado recentemente, pois disseram que a Dimension Aqua é uma colônia penal conhecida como Xebel, algo tipo a Zona Fantasma (existente no Triângulo das Bermudas).

Xebel serviu como exílio para uma antiga facção do povo atlante que foram banidos junto com seus descendentes (devido a muitas guerras civis na Atlântida).

Como princesa desta dimensão Mera foi treinada desde pequena junto com sua irmã mais nova (e gêmea chamada Hila), mas somente uma pessoa poderia ser enviada. E Mera foi escolhida pelo rei de Xebel para matar o rei de Atlântida (era uma retaliação quanto a prisão de seu povo).

No entanto devido a proximidade o tiro saiu pela cultara e Mera acabou se apaixonando por Aquaman (ela escondeu seu passado para evitar brigas com seu amado).

Bom, na história antiga Mera tinha sido deposta da Dimension Aqua pelo criminoso Leron que assumiu o reino. Então a heroína fugiu pra Terra aonde conheceu Aquaman e também seu ajudante Aqualad (Garth), então eles prometeram ajuda-la.

Só que Leron também veio pra nossa dimensão capturando Aquaman e Mera levando-os pra Dimension Aqua e lá foram ajudados por Qwsp (um anãozinho dimensional da água tipo Mxyzptlk). Então Aquaman conseguiu derrotar Leron e libertar Mera.

Mera havia sido enviada para matar Aquaman, mas a proximidade fez ambos ficarem apaixonados e ela abandonou seu povo decidindo ficar na Atlântida.

Mera é a esposa do Aquaman, Rainha da Atlântida, mas é reconhecida por demonstrar sua força e paixão. Enquanto Superman ficava naquele chove e não molha com Lois, pois tinham um relacionamento de gato e rato.

Aquaman e Mera logo se casaram e tiveram um filho (Aquababy), que infelizmente foi sequestrado pelo Arraia Negra (deixando o menino num tanque transparente cheio de veneno).

Ela fez de tudo para salvar a criança indo até a Dimension Aqua lutando contra o infame Leron para conseguir uma cura, mas infelizmente quando voltou já era tarde demais.

A morte de Arthur Curry Jr. foi um abalo tão grande na vida do casal que Mera acusou Aquaman de ter gene fraco. Isto acabou causando a separação deles e também um colapso nervoso na heroína. O herói deixou Atlantis e Mera pra trás voltando apenas pra salvar a cidade de uma invasão.

Tentou até uma reconciliação com ela, porém seu estado mental havia se deteriorado causando uma briga na qual Mera havia “morrido”. Quando todos achavam que ela estava realmente morta sua fisiologia diferente mostrou-se eficiente na cura de suas feridas (a decepção a fez voltar pra sua dimensão).

Algum tempo depois foi descoberto que ela havia sofrido lavagem cerebral e Aquaman a libertou da dimensão do submundo. Neste meio tempo ele havia tido um relacionamento com Delfim, mas terminou pra retornar para Mera.

Bom, Mera possui poderes praticamente idênticos aos do Aquaman como: super força, controle sobre a água, capacidade de natação excepcional e capacidade de respirar debaixo d’água.

Ao longo das décadas a heroína apareceu em diversos desenhos. A primeira foi em Superman/Aquaman of Adventure Series, no qual apareceu em alguns episódios (nesta versão ela tinha poderes).

Se eu não me falha a memória em Super Amigos não há nenhuma aparição da Rainha Mera.

Na versão de Bruce Timm pra Liga da Justiça. Mera surge de maneira sexy com trajes da realeza numa cor esverdeada, mas transparente (não há nada demostrando se ela usa seus poderes iguais aos dos gibis).

Em Batman: Os Bravos e Corajosos temos sua presença em apenas dois episódios.

Já em Smallville Mera foi interpretada pela atriz Elena Satine que logo após se casar com Arthur descobriu que Slade Wilson construiu uma prisão pra super-heróis. Depois da aprovação da Lei de Registro Vigilante, pois Arthur destruiu um lugar destes.

Clark e Arthur foram investigar a operação de Slade e como resultado Aquaman havia sido sequestrado. Então Lois, Oliver e Clark se juntaram para liberta-lo e também conseguir informações sobre as prisões.

Antes Mera havia esculachado Lois por ela não ter nenhum poder especial, mas depois após ver seu esforço ao lado de Clark. Mudou de opinião e pediu desculpas (afirmando que ela é digna de estar ao lado do Clark).

Sua versão em Justiça Jovem além de ser a Rainha Atlante e estar grávida. É uma professora que ensina no Conservatório de Feitiçaria. Mera é capaz de gerar e controlar a eletricidade e também hydrokinesis, capacidade de controlar água dura (em diversas formas que quiser).

Durante a saga A Noite Mais Densa Mera transformou-se numa Lanterna Vermelha (que possui o poder da raiva), mas após o auxílio da Mulher Maravilha que usava um anel violeta. Elas destruíram Nekron e com a restauração de Arthur a vida pela luz branca (Mera sofreu parada cardíaca ao vê-lo). Só que Carol e Saint Walker usaram luzes combinada para restaurar sua vida e chorando uniu-se novamente ao Aquaman.

Na saga Ponto de Ignição, Aquaman e Mera estavam fazendo um acordo comercial entre Atlantis e Themyscira. Só que Arthur e Diana tornaram-se amantes e Mera presenciou o encontro do casal. Devido a raiva Mera entrou numa batalha feroz contra Diana e a matou. Diana usou a coroa de Mera como troféu desencadeando a guerra entre ambos os reinos.

Além de Mera há outras personagens femininas importantes no universo do rei dos mares. Como Aquawoman, no entanto só pra constar Mera também já foi chamada erroneamente deste nome. Existe uma Aquawoman que se chama Anna Curry (no universo da Terra-11) e neste universo renascido pós-52 temos Marella, na Terra-2.

A primeira heroína a usar o nome de Aquagirl foi Lisa Morel. Ela surgiu em Adventure Comics # 266, de 1959. Como uma filha de Atlântida com olhos violeta incapaz de sobreviver no mundo aquático. Lisa foi enviada ao mundo da superfície para sobreviver sendo criada pelo Dr. Hugo Morel e sua esposa.

Quando Aquaman estava em perigo e então seus poderes e dons telepáticos despertaram. Fazendo com que Lisa criasse um traje idêntico ao do herói e assumindo o nome de Aquagirl (infelizmente seus poderes duraram por pouco tempo fazendo-a abandonar a vida heroica).

Outra personagem a usar este título foi Selena, uma adolescente de Poseidonis. Ela tornou-se Aqua-Girl apenas pra fazer ciúmes no seu namorado (agindo como heroína uma única vez, em World’s Finest Comics # 133, de 1963).

A mais importante de todas é a Tula que participou de algumas aventuras da Turma Titã ao lado de Garth assumindo o codinome de Aquagirl (em homenagem ao Aquaman e também pro seu namorado Aqualad).

Ela aparece no desenho Justiça Jovem como interesse amoroso de Kaldur, mas já está namorando firme com Garth.

Temos também Lorena Márquez que teve ajuda do Aquaman depois do terrível terremoto que afundou San Diego. Ela descobriu que podia respirar embaixo d’água (culpa do cientista Anton Geist). Durante a saga Crise Infinita Aquagirl agiu na equipe dos Titãs por um curto período de tempo.

No futuro ela irá integrar a equipe dos Titãs do Amanhã, mas mudará seu nome para Aquawoman.

Por enquanto a última Aquagirl chama-se Marina, filha do Aquaman que  faz parte da LJA, no desenho Batman do Futuro (ela possui os mesmos poderes de seus pai).

E pra fechar temos Delfim, ela é a última sobrevivente de um navio cruzeiro. Sendo salva de se afogar graças a um experimento alienígena feita com seres humanos.

Devido a este experimento ela adquiriu guelras, membranas entre os dedos, força fora do comum, resistência a grandes pressões (além envelhecer de modo mais lento ela também ganhou cabelos brancos).

Delfim já participou de diversas aventuras ao lado de Arthur e Aqualad. E também já foi namorada do Aquaman, mas depois que terminou esse relacionamento casou-se com Garth (com quem teve um filho).

Infelizmente Delfim e seu filho morreram quando o Espectro desprovido de hospedeiro humano destruíu a cidade de Atlântida (durante a Crise Infinita).

Essa são algumas marcantes heroínas que estão presentes na mitologia de Atlântida. Veja na galeria abaixo algumas imagens da Rainha Mera e também destas personagens que encontrei na web

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Herói

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Aquaman

Arthur Curry Jr. é um dos heróis mais antigos da editora. Ele foi criado pelo artista Paul Norris e pelo roteirista Mort Weisinger surgindo na revista More Fun Comics # 73, de 1941.

Eu já li diversas vezes na web que o Namor é uma cópia do Aquaman. Isto está errado, pois o herói da Marvel além de ter praticamente a mesma origem surgiu dois anos antes do que Aquaman (se formos falar de plágio foi a DC quem copiou).

O herói original era filho de um cientista que após descobrir a lendária cidade de Atlântida fez experiências no seu corpo. Então depois disso Aquaman desenvolveu a capacidade de respirar embaixo d’água, sobreviver sob a pressão submarina, força sobre-humana e também se comunicar com a vida marinha (não havia nada mencionando ser rei de Atlântida).

O único fato estranho era que seu uniforme apresentava luvas amarelas e não as habituais verdes que estamos acostumados a ver, porque essas surgiram apenas na versão da Era de Prata do personagem (na qual lhe deram uma nova origem).

Assim como aconteceu diversas vezes com o Gavião Negro. O Aquaman também já teve diversas releituras durante décadas.

Pra complicar ainda temos o fato da editora dificilmente mostrar arcos de histórias irrelevantes pro herói. E infelizmente os fãs adoram jogar piadinhas quanto ao seu famoso poder de se comunicar com os peixes.

Isso está associado com sua versão mostrada no desenho dos Super Amigos, no qual todos os heróis ganharam uma versão mais infantilizada, no entanto o Aquaman sofreu de uma forma maior por demonstrarem que seu poder era importante apenas dentro d’água.

Não vou dizer que sou fã de carteirinha do Aquaman, mas notei que ao longo dos anos o personagem foi mal aproveitado pela DC Comics.

E isto acontece com diversos outros heróis tanto da Distinta Concorrente quanto da Marvel também. Isso acaba esbarrando na falta de material relevante para se adaptar numa franquia para a telona.

Não que seja impossível, porém o que poderá ser dito além do trivial?

Os roteiros de Geoff Johns com a bel arte do brasileiro Ivan Reis para este reboot são uma prova importante de que há histórias interessantes e inteligentes para contar com o “rei dos mares” (falta alguém que queira levar tal acontecimento adiante).

Bom, no desenho The Superman/Aquaman Hour of Adventure tivemos algumas aventuras com vários heróis clássicos da DC como Átomo (na verdade Eléktron), Flash, Superman, Lanterna Verde, Gavião Negro (formando uma Liga da Justiça), em 1967.

Só pra constar, todos os heróis citados acima também foram apresentados em segmentos com aventuras próprias.

Continuando, nesta versão, Aquaman sempre aparece na companhia do Aqua-Moço (Aqualad) cavalgando os cavalos-marinhos (Storm e Imp), mas também temos a rainha Mera e a morsa Tusky (são aventuras fraquinhas, porém fizeram a alegria da criançada naquela época).

Depois veio a famosa produção da Hanna-Barbera que marcou várias gerações de crianças mundo afora (eu fui uma delas). Em Super Amigos tivemos diversas formações de heróis baseada na Liga da Justiça. A melhor de todas as temporadas do desenho ficou pra última The Super Powers Team: Galactic Guardians.

Quando tínhamos mais elementos que nos lembravam os gibis, o principal vilão era o Darkseid junto com seu filho Kalibak e o puxa-saco do Desaad e a equipe tinha como integrantes os novatos Nuclear e Ciborgue.

Na terceira temporada do Superman: A Série Animada temos uma participação do herói (não lembro do nome deste episódio). É quando Lex Luthor faz experiências com os seres marinhos e seus cientistas capturam tanto o Aquaman quanto a Lois. Superman precisa ajudar ao Aquaman antes que aconteça uma guerra entre a Terra e a cidade de Atlântida.

Neste desenho parece que misturaram a versão que havia nos anos 90 com a original que caçava pescadores ou seres humanos que poluíam os oceanos.

Pra mim a melhor versão do herói foi apresentada no excelente e memorável desenho da Liga da Justiça, mas deixaram ele de fora da formação original da equipe. Preferindo colocar a Mulher-Gavião e o Lanterna Verde (John Stewart).

Desta vez sua personalidade ficou mais arrogante do que nunca e se auto-proclama como soberano dos mares. O que me deixou bolado foi ter retirado a mão pra salvar seu filho (sem pestanejar).

Este fato também aconteceu nos gibis de uma forma bastante diferente. Aquaman perdeu a mão quando enfrentou o vilão Charybdis que conseguiu imitar o poder do herói de se comunicar com a vida marinha (colocando-a num lago cheio de piranhas).

Em Batman: Os Bravos e os Destemidos deixaram-no mais engraçado, pois ele fala pra caramba sendo geralmente sobre alguma aventura protagonizada por ele mesmo (e deixando qualquer um maluco ao ouvir essas histórias).

O que ficou interessante e até surreal é que o Mestre dos Oceanos, um dos seus maiores inimigos e também seu irmão. Vive tentando mata-lo pra se apoderar do trono, mas Arthur sempre o perdoa.

Em Smallville tivemos diversas aparições de personagens dos gibis da DC e o ator Alan Ritchson foi quem interpretou o herói. Aquaman surgiu durante a quinta temporada e teve até um curto romance com Lois Lane (Erica Durance).

Devido a sua crescente popularidade os produtores tiveram a ideia de fazer uma série só do herói, mas o projeto foi cancelado e ficou apenas no episódio-piloto.

No desenho, Justiça Jovem foi apresentada uma releitura pros Novos Titãs e também temos a presença de praticamente toda Liga da Justiça.  Aqui os assistentes Robin, Ricardito, Impulso e Aqualad se desentendem com seus tutores, pois acreditavam que iriam conhecer a base secreta no espaço (o famoso satélite da Liga).

Só pra lembrar, o primeiro assistente a se chamar Aqualad foi o Garth (atualmente Tempest) e desta vez o Aqualad que aparece no desenho chama-se Kaldur. Ele foi treinado pelo Aquaman e o trata como Rei Orin (uma referência ao nome do golfinho que criou o herói).

Nos gibis, durante os anos 80 (período pré-Crise) surgiu a infame Liga Detroit, pois nesta época o satélite havia sido danificado (fato que trouxe a equipe de volta pra Terra). Naquele período a Liga amargou com baixas vendas e decidiram fazer algo que despertasse um novo interesse nos leitores.

Então Aquaman virou líder, pois decidiu que os membros deveriam estar realmente comprometidos com a LJA. Nesta época tínhamos: Ajax, Homem-Elástico (Ralph  Dibny), Zatanna, Gládio (Henry Hank Heywood III), Vibro (Paco Ramone), Vixen (Mari Jiwe Macabe), e Cigana (Cindy Reynolds).

Infelizmente as histórias ruins,  a falta de sucesso e a baixa popularidade decretou o fim desta versão que ficou marcada como a pior de toda a história da equipe (o fato é que não havia nenhum herói top participando dela). A minissérie Lendas decretou o final desta Liga que sofreu uma amarga derrota pelo vilão Enxofre.

No pós-Crise tivemos a edição de A Lenda de Aquaman com arte de Curt Swan e roteiro de Keith Giffen recontando a origem do herói. É uma das melhores histórias feita com o personagem, pois consegue redefini-lo totalmente.

Além de termos uma abordagem que não deixa de lado sua origem da Era de Prata, pois temos as presenças do seu pai (Arthur Curry), a rainha Atlanna e também de Vulko (amigo e conselheiro).

O gibi mostra vida do herói desde pequeno quando foi deixado pra morrer no Coral da Clemência, passando pelo seu aprendizado com seu pai e a descoberta de sua origem com Vulko.

Temos também seu ingresso na vida heroica como membro-fundador da Liga da Justiça, sua consagração como rei de Atlântida e a perda trágica do filho (fazendo-o abandonar seu reino). Pra mim é uma aventura magnífica, pois conseguiram fazer algo que valesse a pena ler sobre o herói.

Outra história marcante que li foi Liga da Justiça: Ano Um, de 1998. Nela tivemos roteiro de Mark Waid e Brian Augustyn e a bela arte de Barry Kitson. Aqui os membros originais são: Flash, Lanterna Verde, Canário Negro 2, Aquaman e Caçador de Marte (fato que ajudou a redefinir a origem da LJA retirando Diana da equipe).

A equipe se une pra evitar a invasão da Terra por sete alienígenas do planeta Appellax. Após terem derrotados os invasores precisam se unir novamente para deter a organização criminosa Locus (que pretende usar os corpos dos alienígenas para controlar o mundo).

A parte interessante nesta abordagem é que os heróis são novatos que estão aprendendo a usar suas habilidades e precisam de repente a confiar uns nos outros para se tornarem uma equipe.

Em Ponto de Ignição, uma realidade alternativa na qual todo UDC se apresentou de forma diferente. Temos o Imperador Aquaman, aonde Nova Themyscira e Atlântida iam selar um acordo comercial. Só que Aquaman se deita com Diana e Orm arma uma conspiração para que haja uma guerra entre as nações (Mera descobre a traição sendo morta pela Mulher-Maravilha).

Eu não gosto da HQ, mas o DVD ficou excelente e recomendo pra todos que tiverem curiosidade de assistir.

O Aquaman dos Novos 52 é a melhor abordagem que fizeram com ele das que pude ler. Infelizmente confesso que não acompanhei sempre todas, porém gostei do material que pude ler.

Novamente temos a origem da Era de Prata, pois seu pai é Tom Curry e sua mãe Atlanna (aqui também o herói assume o trono como rei de Atlântida). A única coisa de diferente é que ele foi membro da equipe Os Outros, na qual enfrentou seu maior arqui-inimigo o Arraia Negra (o filho dele também torna-se seu inimigo).

Além de ser um membro-fundador da Liga da Justiça, o herói fixa moradia na Baía da Anistia junto com Mera. A abordagem dada por Geoff Johns é incrível por mexer naquele status quo do herói ser um “bucha” pros seres humanos e explica o fato dele “falar com peixes”.

Na verdade Aquaman apenas induz aos animais marinhos alguns comandos mentais, pois peixes possuem mentes primitivas e não são capazes de manter uma comunicação decente.

A arte de Ivan Reis é outro ponto alto desta abordagem, pois seu trabalho bem detalhado nos deixa a vontade durante o decorrer das aventuras.

Aquaman sofre um tipo de preconceito do povo da superfície, não é humano (é tipo mutante), não é respeitado, mas segue agindo de forma determinada protegendo aqueles que o odeiam.

Foi a melhor representação feita com o Aquaman até agora e eu espero que não mudem tão rápido. Depois do incrível lançamento do DVD Liga da Justiça: Guerra. Teremos Justice League: Throne of Atlantis, recontando a origem do herói, neste universo Novos 52. Aqui teremos o jovem Arthur Curry tentando deter uma guerra entre os seres humanos e Atlântida ao mesmo tempo em que descobre sua herança aquática.

Só pra fechar lembrei que no desenho do Bob Esponja os heróis aposentados Homem Sereia e Mexilhãozinho são uma óbvia homenagem ao Aquaman e Aqualad.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do Aquaman que consegui garimpar

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A Sensacional Mulher-Hulk

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A capa desta graphic novel com o perdão do trocadilho já ficou “sensacional”, pois temos o fundo preto combinando com o maiô de Jen (enquanto o nome da heroína e sua pele verde entram num belo contraste).

Bom, nesta história temos o roteiro e a arte de John Byrne que havia retirado a amazona esverdeada do segundo escalão dos Vingadores, colocou o Coisa pra descansar e deu a ela o status de membro temporário do Quarteto Fantástico.

Como se só isso não bastasse deixou Jen bastante sexy fazendo ela ganhar um título próprio transformando-a num sucesso entre os leitores.

Esta HQ não é inesquecível e nem figura entre as melhores entre a maioria dos fãs. Sua história não é empolgante, mas temos a Mulher-Hulk nela feita por John Byrne que estava no auge (e isto pra mim é o bastante).

O principal aspecto do roteiro que explora ficção científica e sua arte detalhada tornam nossa aventura aprazível (ainda mais que Jen exala sensualidade em todas as páginas).

A narrativa começa no passado com uma explosão nuclear e vemos Jen e Bruce ainda crianças se encontrando pela primeira vez e também um minerador caminhando pelo deserto. Logo há um salto no tempo e temos o Coronel Nick Fury (tradicional) vociferando contra os monitores, pois sua missão era ir atrás da Mulher-Hulk (para investigar se ela não se tornaria uma ameaça nacional como seu primo).

É muito engraçado ver Nick falando de forma totalmente desbocada contra seus superiores, desacatando as ordens e saindo de férias para não cumprir a missão.

Quando Jen surge pela primeira vez ela está preocupada com o aniversário de Bruce que ele não poderá comemorar, pois está sendo caçado como inimigo público (seu namorado neste período é Wyatt Wingfoot).

Bom, na Shield Dum-Dum Dungan está rastreando a moça e prepara uma equipe tática  para intercepta-la. Enquanto isso Wyatt e Jen estavam indo assistir ao clássico A Pequena Loja dos Horrores quando a equipe chega tentando detê-la a qualquer custo.

Jen sabe quais são os seus direitos, porque é uma advogada e a confusão começa. Os soldados da Shield estavam perdendo feio até que no desespero um operativo solicita teletransporte imediato pro aeroporta aviões. É quando temos a presença de civis na aeronave junto com um visitante inesperado.

É legal notar que a cada página mostrada Byrne dá destaque total pra heroína. Tanto em suas atitudes quanto sua inacreditável força física ou ousando também com suas roupas.

Voltando, na aeronave Jen cita Jornada nas Estrelas (atualmente Star Trek e pelo visto foi a primeira vez que estava lá). Isto é um ponto a favor da edição, pois os cenários do artista são minuciosos com preciosos detalhes de ambientação e noções de profundidade.

A colorista Petra Scotese que mistura de maneira impar cores quentes e frias com tons pasteis contribuem pra nos conectar na trama. Encontrei também uma referência a outra série antiga Agente da Uncle.

Bom, Jen e Wyatt tentam fugir de qualquer maneira, mas são capturados.

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O agente Dooley obriga a Mulher-Hulk a tirar sua roupa na frente de vários soldados (ela foi coagida a fazer isso, pois iriam atirar na cabeça de seu namorado). Ela reclama, no entanto Byrne nos apresenta seu strip-tease. Quando ela está completamente nua podemos notar o rosto dos soldados que estão completamente embasbacados.

Neste exato momento Dum-Dum chega vociferando contra Dooley e botando o agente no confinamento. Enquanto Dum-Dum explica pra Jen e Wyatt o motivo de a terem levado pra lá. Então o agente Dooley resolve falar com seus contatos despachando o sargento Dungan pra Washington e assumindo o controle da aeronave.

Dooley de forma sádica fez testes com a heroína obrigando-a novamente a retirar sua roupa (as análises são bastante exaustivas deixando Jen debilitada).

Quando a Mulher-Hulk e Wyatt estão presos numa cela especial ela tem a ideia de retornar a sua forma humana. É quando temos a explicação da origem de seus poderes e que mantém sua transformação como heroína por vontade própria.

Revertida a sua forma humana Jen consegue sair da cela, mas seu namorado continua enclausurado. A única solução é sair pelos corredores e tentar alguma coisa. Infelizmente ela foi notada por estar vestindo apenas o jaleco e descalça.

Quando o alerta soa vemos o safado do agente Dooley assistindo as cenas de tortura da Mulher-Hulk nua na tela do computador. Ao ouvir o alarme Dooley sai pelo corredor sendo atacado por Will Campbell (que havia surgido apenas no começo da história).

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A situação piora, pois as baratas inteligentes estavam controlando o corpo de Dooley e desligam o aeroporta aviões. Pedaços da aeronave caem causando explosões na cidade abaixo. A heroína resolve dete-lo no centro de comando apenas pra saber que as baratas queriam dominar seu corpo.

A queda do aeronave irá causar uma detona atômica e somente a Mulher-Hulk poderá desligar a fornalha. Quando Jen chega no reator as baratas tentam novamente dominar seu corpo, mas ela consegue desligar a máquina (e também detonar os insetos nojentos).

Como conclusão Reed dá a triste notícia que devido a grande exposição a radiação Jen não poderá retornar  pra sua forma humana (e ela leva tudo “numa boa”). Só que depois sua conversa com Wyatt é muito sinistra, pois revela que as baratas sabiam que ela estaria na base da Shield.

A pergunta é será que foi algo planejado antecipadamente? Ou então podemos concluir que as barata tinham um plano de dominação mundial e que com certeza tentariam de novo. Pelo que pude entender os insetos estariam infiltrados não se sabe aonde, porém pelo último quadro da história ela poderiam estar em qualquer lugar.

E Byrne termina a aventura deixando em suspenso que a humanidade não está segura enquanto estes insetos estiverem por aí se esgueirando pelos cantos.

Só pra fechar como eu já comentei antes não é uma HQ excepcional, mas pra quem gosta de John Byrne vale a pena por sua arte. E também por ter a Mulher-Hulk em diversas poses sensuais (Byrne nos trata como se fossemos o próprio agente Dooley despertando o libido pela heroína).

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Imagens

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Space Ghost

O Fantasma do Espaço lembra demais o Homem-Morcego só que numa versão espacial.  A coincidência é tão grande que fizeram um episódio de Bravos e Destemidos com ambos juntos.

Space Ghost foi criado pelo artista Alex Toth pra Hanna-Barbera e foi ao ar pela Rede CBS, de 1966 (até 1968). Alex Toth é um renomado artista que começou trabalhando em tiras de jornais e depois migrou pros gibis.

Na DC Comics esteve desenhando o Flash e Lanterna Verde, mas foi reconhecido mundialmente após ser convidado pela Hanna-Barbera. Criando o design de nossos personagens preferidos como: Johnny Quest, Super Amigos, Os Herculóides e Space Ghost.

Lembro que eu adorava seu grito de guerra: “Spaaaace Ghooost!” E também detestava aquele macaquinho.

O que sempre me deixava fascinado  no herói é que além de ter uma base espacial sinistra (Planeta Fantasma ) ainda podia voar, ficar invisível e viajar numa nave  impressionante. Também podia disparar diversos tipos de raios daquelas pulseiras de energia.

O herói era auxiliado pelos adolescentes Jan e Jace e pelo macaquinho Blip. Aliás todos são extremamente parecidos com os Supergêmeos e Bleep, dos Super Amigos (a única exceção é que Jan e Jace não tem superpoderes).

Voltando, Jan e Jace ajudavam a patrulhar a galáxia com nosso herói e pra isso tinham cinto de invisibilidade, podia voar com jato nas costas, possuíam um tipo de moto voadora e também comunicadores.

Na primeira versão do desenho Space Ghost enfrentava os vilões: Zorak, Glasstor, Viúva Negra entre outros (sempre salvando os adolescentes de alguma enrascada).

Durante esta época havia o segmento do Dino Boy, um garoto que salta de paraquedas de um avião em chamas e cai num vale perdido. Só que neste lugar tinha dinossauros e tigres dente-de-sabres. Foi salvo por Ugh, um homem das cavernas e adotou um brontossauro que serve como montaria.

Depois surgiu o segmento Space-Stars que apresentava aventuras de Space Ghost com outros super-heróis, em 1981. Força Jovem (ou Teen Force, no original), um grupo de adolescentes que lutam pela justiça oriundos de um universo alternativo desconhecido.

A equipe é composta por: Elektra (poderes psiônicos), Kid Comet (velocidade sobre-humana) e Moleculad (pode alterar sua estrutura molecular).  Eles vivem na companhia dos Astromites (Plutem e Glax) lutando contra o tirano interestelar Uglor.

Astro e os Space Mutts, no qual temos Astro, do desenho Os Jetsons junto a outros cães (Cosmo e Dipper) sendo liderados por Space Ace  e agindo como policiais patrulhando o espaço.

Os Herculóides eram mostrados numa versão baseada na série original, mas havia uma exploração maior de ficção científica com Zandor, Tara, Dorno e cia. enfrentam diversas criaturas estranhas geralmente vindas do espaço e se unem para proteger seus lar.

Enquanto Space Ghost ganhou uma melhorada no design tornando-o mais “moderno”. Desta vez o principal inimigo era Space Spectre que veio de um universo alternativo e nestas aventuras o herói age em conjunto tanto com a Teen Force quanto com os Herculóides.

Anos mais tarde o Cartoon Network produziu Space Ghost Coast to Coast, uma paródia a programas de talk show. No qual o herói entrevistava várias celebridades e foi nele que mostraram seu nome Tad Ghostal.

Além de ser bastante inusitado ainda tinha como auxiliares dos de seus maiores inimigos. Zorak o líder da banda que leva rajadas de nergia por ficar zoando o herói e Moltar o produtor que tenta fugir de nosso planeta.

Infelizmente nunca acompanhei direito seu talk show, porque consegui assistir pouca coisa, mas lembro que me divertia pra caramba.

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HQ

Quando ninguém mais sonhava em pensar que haveria algo interessante sobre o herói eis que surge uma luz no fim do túnel.

Aqui temos o roteiro de Joe Kelly, arte de Ariel Olivetti e nem preciso comentar que as capas de Alex Ross ficaram lindíssimas.

Na história Thaddeus Bach era um dedicado Guardião da Paz, um tipo de policial espacial,  que havia sido promovido pra Elite Espectro. Essa unidade especial de elite sofreu um duro treinamento para estar pronta (tanto físico quanto psicológico).

A tropa segue o Mandamento da Luz, um rígido código que determina a justiça destruindo o mal onde estiver (o mandamento dá uma pista de como agirá Space Ghost).

O oficial Mestre Temple é o comandante da Elite Espectro e está sempre no pé de Thaddeus que possui uma conduta militar decente e honesta. Thaddeus é convocado pra Fúria, uma unidade com missões secretas praticamente impossíveis.

Nessa nova unidade Thaddeus vê seu próprio comandante matar, pegar dinheiro sujo e embolsa-lo todo pra sua própria causa. O que lhe dá raiva e nojo, porém numa noite alguns agentes da Fúria entram na sua casa raptando Thaddeus e friamente matando sua esposa grávida.

Mesmo preso ele tenta deter Temple, mas é em vão. No funeral de Thaddeus, Temple mente sobre sua morte, pois vemos a verdade quando foi deixado pra morrer num planeta inóspito.

O que ninguém imaginava é que Thaddeus foi salvo pelo alienígena Salomão que se tornou seu melhor amigo. Salomão vivia sozinho no Planeta Fantasma, pois era um cientista que criou as armas que destruíram todo seu povo.

Thaddeus Bach havia morrido assim que perdeu sua esposa e o filho que estaria por vir, mas em seu lugar surgiu um fantasma que só desejava vingar a morte deles.

A história é empolgante, pois somos conduzidos pelos sentimentos de Salomão que deseja expurgar sua culpa e Thaddeus com a alma carregada de ódio.

É isto que te prende na aventura, porque os pensamentos e atitudes são aqueles que qualquer um teria.

A HQ é excelente abordando os elementos que tornaram o desenho Space Ghost, um clássico como o Planeta Fantasma e aqueles braceletes que conferem os incríveis poderes do nosso herói.

E principalmente dando uma nova definição de como Space Ghost conheceu Jan, Jaice e seu maior arqui-inimigo o inseto gigante Zorak.

A parte interessante no  roteiro de Joe Kelly é que nos apresenta o universo do Fantasma do Espaço numa versão mais adulta (recheada com toques de ficção científica).

Enquanto a arte pintada de Ariel Olivetti demonstra diversos detalhes tanto quanto das cidades futurísticas quanto dos personagens ajudando em nossa viagem pela trama.

Essa edição serve tanto pra quem adorava assistir ao desenho antigo quanto pra aqueles que se divertiam no talk show. E também pra quem nunca viu nada sobre Space Ghost, pois é algo inteiramente novo e bastante emocionante.

Veja na galeria abaixo algumas imagens do Space Ghost que garimpei na web

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Artista

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George Pérez

Ele nasceu em 9 de junho, no Bronx, Nova York, em 1954. Pra mim é um dos melhores artistas de todos os tempos (sem falar que é um dos meus preferidos).

Sua carreira é extensa tendo começado na Marvel, nos anos 70. Aonde teve reconhecimento nos Vingadores, Quarteto Fantástico e participou da criação do herói Tigre Branco (com o roteirista Bill Mantlo).

Mais somente 10 anos depois foi que sua carreira decolou após sair da Casa de Ideias. E foi pra Distinta Concorrente aonde trabalhou com a Liga da Justiça, mas atingiu sucesso absoluto quando esteve a frente dos Novos Titãs .

A sua prolífera parceria com Marv Wolfman nos rendeu os heróis: Estelar, Ravena e Ciborgue.

O acontecimento da renovação da equipe despertou a atenção dos fãs que chegou a rivalizar em vendas com os X-Men daquele mesmo período.

Este fato lhe deu a oportunidade de ser chamado para ser o principal artista da clássica Crise nas Infinitas Terras (1985).

Quando estava iniciando minha carreira como leitor de gibis foi com George Pérez que comecei a ler Crise, uma saga marcante não só em minha vida, mas também pro mercado editorial americano.

Na Crise mundos, galáxias, dimensões e heróis foram destruídos pelo vilão Anti-Monitor e como consequência tivemos um universo renovado da editora em comemoração aos seus 50 anos de existência.

Enquanto John Byrne teve a árdua tarefa de recomeçar a história do Homem de Aço. George Pérez foi incumbido com a difícil missão de renovar o status quo da Mulher-Maravilha. Sua passagem pelas páginas da Guerreira Amazona foi sensacional, pois focou sua origem na mitologia grega.

Envolvendo a heroína em diversas situações na qual interagia com os deuses gregos e teve que combater o terrível Hades, o deus da guerra. O sucesso de sua versão foi consagrado por tornar-se cult.

O que despertou minha atenção pra sua arte é seu estilo realista de composição. Podemos notar que os músculos não são exagerados, mostrando contornos bem nítidos e a melhor parte são as feições dos personagens que de forma incrível demonstram seus sentimentos.

É claro que eu não poderia esquecer das belíssimas cenas bastante detalhadas com diversos heróis sendo retratados.

Seu trabalho mais recente é She-Devils que mostra um grupo de belas guerreiras místicas pra editora Boom Studios.

Confira na galeria abaixo o excelente trabalho do lendário George Pérez

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Cosplay Girl

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Bulma

É uma das maiores musas de Dragon Ball. Foi a primeira personagem feminina a surgir tanto no mangá quanto no anime.

Bulma é uma mulher muito linda, mas uma de suas maiores características é a grande inteligência. Sendo cientista criou alguns aparelhos importantes dentro da série.

No início ela era bastante arrogante e adorava aventura, no entanto tinha medo de ficar sozinha. Seu principal desejo ao encontrar todas as esferas era conseguir um namorado.

Depois foram mudando sua personalidade, principalmente quando começou a ter um romance com Vegeta.

Bom, além da Bulma  surgiram diversas musas em Dragon Ball como: Chi-Chi, Hasky, Lunch, Marron, Bra e etc, etc…

Na galeria abaixo você irá encontrar algumas modelos que homenageiam  Bulma e duas versões femininas uma do Vega e outra do Vegeta.

E diversas musas dos animes como: Chi-Chi, Andróide 18 e Videl, de Dragon Ball, Lum, de Urusei Yatsura, Sakura e Tsunade, de Naruto, Atena, de Cavaleiros do Zodíaco, Lina Inverse e Naga, de Slayers, Misty, de Pokémon entre várias outras

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Musas de Tinta

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Bulma

Ela é filha da Sra. Briefs e do Dr. Briefs, o fundador da Corporação Capsula. Também é inventora, engenheira  e uma importante cientista.

Bulma é uma das musas mais importantes de Dragon Ball e durante os episódios mudou de look dezenas de vezes (talvez seja a personagem feminina que mais fez isso na história dos animes).

Ela surgiu no mangá Dragon Ball do artista Akira Toriyama que foi publicado na revista Weekly Shonen Jump, em 1984. Nossa musa também migrou pro anime tornando-a consagrada e conhecida no mundo todo.

Pra demonstrar que Bulma é bastante inteligente ela criou o Radar do Dragão, um aparelho para rastrear as esferas, a Máquina do Tempo que enviou seu filho Trunks pro passado e também um gerador de energia que possibilitou ao Vegeta chegar ao nível de Super Saiyajin 4 (DBGT).

Pra começar DB foi inspirada na história clássica chinesa A Jornada ao Oeste que narra as aventuras de um monge budista Xuanzang que precisa fugir pra Índia buscando as escrituras sagradas do budismo. E também temos o Rei Macaco (Sun Wukong), um ser lendário com poderes extraordinários.

O Rei Macaco acompanha o monge em sua jornada protegendo-o dos perigos em sua busca pelas escrituras sagradas. Esta história foi publicada pelo escritor Wu Chengen, em 1570 (talvez durante a Dinastia Ming).

Lembrando que o filme O Reino Proibido que reuniu Jet Li e Jackie Chan era baseado nesta lenda. A expectativa de juntar os maiores astros de artes marciais resultou num filme bonito com cenários impressionantes e lutas muito bem coreografadas, mas a presença de Jason ambientando a história nos Estados Unidos estragou tudo (tornando-o fraco digno de Sessão da Tarde).

Na história do anime temos Goku, um menino com cauda de macaco (que morava nas montanhas). E após a morte misteriosa de seu avô (Son Gohan) encontra a bela Bulma descobrindo que ele possuía uma esfera do Dragão.

Então eles se unem para encontrar as outras seis esferas restantes para poder convocar o dragão mágico Shen Long e realizar seus desejos. Ao lado de Goku, Bulma é a personagem que mais apareceu em todo anime de DB.

Ela foi namorada do Yamcha, mas seguiu em frente e se casou com Vegeta. Com o príncipe Saiyajin teve dois filhos Trunks e Bra (ambos possuem os poderes do pai).

Uma curiosidade é que o nome de Bulma é uma alusão a Boomers, pois toda sua família (ela, pai e mãe) tem nomes originados em roupas de baixo.

Outro fato interessante e bastante difundido na web são as aparições de calcinhas e poses sensuais tanto de Bulma quanto de outras personagens.  Na verdade é que o público alvo de Dragon Ball não era as crianças, mas sim jovens adultos por isso havia tanta exploração de sensualidade.

E quando o anime chegou ao ocidente tiveram cortes significativos em algumas cenas para que as crianças pudessem assistir.

Quando Goku encontra Bulma pela primeira vez, ela é a primeira garota que viu em sua vida. Ela fica sabendo que ele possui uma esfera em seu poder e tenta seduzi-lo mostrando a calcinha (loucura, loucura, loucura!!!).

Inicialmente Mestre Kame era vidrado na Bulma. Além de ser um perito em artes marciais, um lutador formidável e criador do Kam Hame Ha. O Mestre também é um pervertido de mãos cheias (tô falando sério!).

Já vi o Mestre Kame em diferentes situações mostrando que é um safado de carteirinha assinada. Seja olhando garotas trocar de bíquini na praia ou ficar muito doidão quando a Bulma levantou o roupão e estava sem calcinha, pois Goku havia retirado na noite anterior (houveram várias situações só com ele).

Outro tarado de marca maior é o porquinho Oolong, um discípulo do Mestre Kame que adora colecionar calcinhas. Uma coisa estranha aconteceu quando Ooolong se transformou numa cópia da Bulma (vestida de colelho) a pedido da própria e pelo que fica em suspense o Mestre Kame apalpou seus seios. Aquele tal de pafu-pafu (coisa de maluco mesmo).

Isto serve para lembrar como expliquei acima que tanto o mangá quanto o anime não foram feitos pra crianças, porque no Japão há um tipo de segmento feito para públicos diferentes ( adolescentes, crianças, meninas e adultos). Só que aqui no Brasil temos o pensamento retrogrado que “qualquer” desenho é feito pro mundo infantil (não consigo entender tal alienação).

No infame filme Dragon Ball: Evolution, temos a atriz Emmy Rossum interpretando nossa musa. A parte interessante é que ela demonstra ser muito inteligente como no anime.

Só pra fechar no anime a Batalha dos Deuses estavam todos comemorando o aniversário da Bulma, um fato que ficou muito estranho foi ter como prêmio as esferas do dragão (algo tão poderoso assim aonde qualquer um poderia pegar). E o Mestre Kame pergunta se tem algum vídeo como prêmio (claro que ele estava pensando em pornografia).

Bom, fora isso a qualidade de a Batalha dos Deuses é excelente e isto não há como negar, mas não chega aos pés da saga Dragon Ball Z que foi televisionada há anos atrás. Não que o anime não seja bom, pois talvez seja pelas lutas marcantes, pelo drama envolvente, pelas músicas fantásticas ou simplesmente pela nostalgia.

Confira na galeria abaixo algumas imagens da Bulma e também de outras personagens femininas de Dragon Ball

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Herói

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Goku

O Homem Mais Forte do Mundo

Seja chamado pelo nome de Son Goku, Goku, ou Kakaroto nosso herói não pode mais ser chamado pela alcunha acima, pois desde Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses.

Tivemos o surgimento de Bills, o Deus da Destruição que demonstrou ser extremamente mais forte do que Goku (fato que ele próprio admitiu) e também a incrível explicação que existem outros 12 universos com seres ainda mais poderosos. Algo que me lembrou os Cavaleiros do Zodíaco com suas 12 casas zodiacais (será que foi de propósito?).

O herói surgiu na história do mangá Dragon Ball criado por Akira Toriyama sendo publicado na revista Weekly Shonen Jump, em 1984. O sucesso como não poderia deixar de ser resultou no anime de mesmo nome que ganhou continuações como: Dragon Ball Z que eu adoro e Dragon Ball GT que ficou muito chato.

No anime vemos praticamente toda vida do Goku e vamos acompanhando suas aventuras, pois Dragon Ball mostra desde o momento em que Goku era um menino com cauda de macaco (que se transformava num gorila enorme) até tornar-se adulto, casado, avô (e sua morte também).

Na primeira fase de DB, Goku corria atrás das esferas do Dragão ao lado da linda Bulma (o clima e o enredo é mais infantil sempre no tom de comédia).

Em Dragon Ball Z o assunto muda de figura, pois temos mais combates e ação tornou-se bastante frenética. Ainda temos um pouquinho de comédia (só pra não perder a graça).

Só que Dragon Ball GT a aventura acontece no espaço com Goku virando criança, porém na luta contra Baby chega ao espantoso nível de Super Saiyajin 4. Durante estas aventuras temos a simpática Pan, neta do Goku que viaja com ele e Trunks pelo universo em busca das Black Stars Dragon Balls.

O que sempre me fascinou no herói é seu jeito simples de ser, mas uma das suas principais características é gostar de lutar. Quando se trata do seu oponente que geralmente são apresentados como sendo mais fortes.

Goku treina exaustivamente com garra e persistência até alcançar seu objetivo sempre procurando aumentar sua força para vencer o combate (por seu próprio esforço e isso é algo essencial pra ele). Uma clara mensagem que nós devemos nos esforçar pra alcançar nossos sonhos.

E apesar disso tudo Kakarotto ainda consegue ser simpático, bobo, brincalhão e muito comilão (mesmo adulto continua mantendo as características de criança).

São peculiaridades da sua personalidade que ás vezes até pode nos enganar, mas na verdade quando a questão é lutar (ele demonstra ser um grande estrategista, pois está sempre pensando numa forma de agir).

Apesar de ter vários tipos de ataques o poder de Goku que mais me impressiona é o Kame Hame Ha que é um ataque de energia poderosíssimo. Nosso herói junta as duas mãos formando uma concha, depois recua pra trás e logo empurrando-as á frente soltando a energia.

Outro golpe fantástico é a Genki Dama uma gigantesca bola de energia que nessecita de muito tempo pra ser carregada. A parte mais interessante é que precisa da união das pessoas que apenas levantam as mais (para torna-la mais forte).

Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses é a melhor aventura do Goku que tive o prazer de assistir.  Aparte boa é que a narrativa se concentra na Saga Z a melhor de todas. Tanto que temos referência ao vilão Freeza e a presença do Imperador Pilaf com seus assistentes (Shu e Mai).

Pra começar como sempre Kakarotto e Vegeta estão treinando, mas ao mesmo tempo está rolando o aniversário da Bulma.

Presenciamos um clima de festa aonde vemos todos os nossos personagens preferidos reunidos desde Piccolo, Mestre Kame, Chi-Chi, Kuririn, Yamcha, Tenchinhan, Ocho, Dende entre tantos outros que quase não deixaram ninguém de fora.

O tom da história é um típico episódio de Dragon Ball misturando comédia com altíssimas doses de ação. Bill é o grande antagonista desta vez, um deus da destruição (que mais parece uma divindade egípcia e sua casa me lembrou a árvore mitológica Yggdrasil).

Bill acorda após um longo tempo dormindo e descobre que seu assecla Freeza foi exterminado por um Super Saiyajin. Logo ele se lembra que teve um sonho aonde lutava com um deus Super Saiayajin (e era derrotado).

Então junto de seu assistente Whis se materializa no planeta do Sr. Kaio e Goku pede para enfrenta-lo sendo facilmente derrotado com um único golpe (sinistro).

O anime se divide em alguns momentos engraçados como Vegeta passando pelo constrangimento de ter que dançar (para salvar a Terra de ser destruída). Como também por Bills provando as iguarias de nosso planeta (ou seja do Japão) e Whis achando tudo uma delícia.

A confusão começa quando Bills deseja provar um pudim que o guloso do Majin Boo não quis dar. A luta em seguida é tão feroz que Bills derrota Boo facilmente com apenas uma mão. A parte interessante é que Vegeta evoluiu seu poder de luta chegando até a superar o Kakaroto (e pra piorar todos que tentam se opor a Bills também perdem).

A única solução é convocar Shen Long para descobrir o que é um deus super saiyajin? A aparição do dragão é emocionante e ele demonstra ser um fã de Bill (muito engraçado).

Goku consegue chegar neste nível extraordinário de poder no qual fica totalmente diferente, mas o detalhe é que não consegue ficar assim por bastante tempo.

Algo que o deixa frustrado, por que sua maior característica é treinar para conseguir atingir um novo potencial de luta.

As batalhas estão caprichadas principalmente com Goku e Bills lutando em diversos lugares diferentes (a destruição causada pela força de ambos é enorme).

Bill demonstra estar num nível muito acima tanto de Kakarotto quanto de qualquer outro guerreiro neste universo.  Ele ainda afirma que há outros seres mais poderosos em outros universos. E somente isso me deixou estarrecido, porque se Bills consegue destruir um universo facilmente (imagina o que os outros podem fazer?).

A Batalha dos Deuses serve tanto pra quem é fã de carteirinha assinada do anime quanto pra quem nunca assistiu nada, pois preocupa-se em explicar tudo de maneira fácil. E pra mim quando chegou no final deixou aquela imensa sensação de querer assistir mais. O anime se encerra nele mesmo, mas também deixa margem pra uma “possível” continuação.

Algumas pessoas podem até criticar a falta de violência neste anime, mas foi algo pensado pra ir para telona (com crianças assistindo e pra pegar os antigos fãs que cresceram).

No geral é divertido, muito engraçado, com belas cenas em CGI e valeu pela nostalgia de ver além de Goku e Vegeta todos nossos personagens favoritos reunidos.

Só pra fechar Goku é casado com Chi-Chi, a filha do Rei Cutelo que ensinou artes márcias pra ela. Chi-Chi surgiu ainda na primeira fase de DB quando ainda era uma menina tímida e tinha bastante medo. Depois foram transformando sua personalidade, pois com 18 anos era uma bela moça que queria se casar.

Quando se casou com Goku demonstrou ter uma personalidade mais feroz e agressiva. Isto é o mais engraçado, porque Kakaroto luta contra diversos inimigos poderosos (mais morre de medo da Chi-Chi). Ela é mãe de Gohan, a quem desejava que estudasse bastante (para ser alguém diferente do pai que quer apenas saber de lutar) e também do pequeno Goten.

Dragon Ball é o anime de mais longa duração da história da telinha com dez anos no ar. Seus personagens misturam mitologia com lutas extraordinárias para proteger a Terra alçando Goku e cia. reconhecidos na cultura pop e adorados no mundo todo por milhões de fãs.

Só pra fechar tão interessante quanto nosso herói é a impressionante galeria de vilões que já surgiram no anime de Dragon Ball (que comentei aqui).

Confira na galeria abaixo algumas imagens de Dragon Ball que encontrei na web

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