Monthly Archives: Ebrel 2015

Herói

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Batman

O Homem-Morcego ao longo das décadas já teve diversas releituras. As mais famosas delas foram feitas nos anos 70 com Neal Adams e na década posterior com Frank Miller.

A versão de Miller é tão marcante que tornou-se definitiva na forma de abordar nosso herói (até hoje). A famosa batalha entre, Kal e Bruce nesta obra será novamente mostrada em Batman vs Superman: A Origem da Justiça (é óbvio que eu como a maioria dos fãs estou ansioso pra ver isso na telona).

Essa batalha já foi vista na adaptação pra DVD com nome homônimo do gibi e também na série animada Batman: Os Bravos e Destemidos que homenageia de forma excelente diversos heróis e vilões tanto da Era de Ouro quanto da Era de Prata (e até alguns mais atuais como Jamie Reyes, o terceiro Besouro Azul).

O surgimento do Batman foi devido ao fato de seus pais serem assassinados por Joe Chill na saída do cinema após assistirem Zorro (isto todos sabem).

Um fato interessante é que o menino de 8 anos foi criado por seu tio Phillip Wayne que atualmente está sumido da continuidade (pra falar a verdade nunca tinha lido nada sobre ele).

Então foi logo nesse período que BW jurou vingança e começou treinamentos tanto físicos quanto intelectuais. E também estudou assuntos diversos como química, criminologia, artes marciais, teatro aprendendo ventriloquismo e a fazer disfarces (sendo inspirado pelo morcego na janela a por medo nos criminosos).

Durante a Era de Ouro o Batman original era muito mais durão, imbatível e implacável do que suas versões posteriores. Na época era considerado um vigilante agindo á margem da lei e ás vezes o Morcego portava arma agindo como um impiedoso matador.

Algo que foi mudado posteriormente para não manchar a imagem do herói.

A melhor parte é que durante as décadas houveram mudanças significativas, porém mantiveram sua essência.

Ainda na Era de Ouro deram uma suavizada em sua personalidade ao trazerem o órfão Dick Grayson para morar na Mansão Wayne (seus pais os Grayson Voadores foram friamente assassinados).

E esta tragédia trazia uma similaridade entre ambos os personagens. Então com  a introdução da figura saltitante e colorida do Robin, Batman ganhou muito mais notoriedade (e depois disso todo herói que se preze tinha um ajudante a tira colo).

Antes desse fato o Morcegóide apenas pensava e não havia ninguém com quem pudesse dialogar e a presença do pássaro vermelho funcionou como um Watson na vida do herói.

O grande atrativo do Morcegão pra mim consiste no que decidiu fazer com sua tragédia pessoal. Era algo que poderia destruir sua vida ou torna-lo até um ser humano frívolo, mas Bruce Wayne  preferiu tornar-se um herói (utilizando sua perda como combustível para combater o crime).

Mesmo que sombrio e assustador lutando contra todo tipo de malfeitor usando apenas astúcia, coragem e inteligência.

O meu fascínio pelo Batman é justamente, porque BW é um homem comum. E em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge podemos supor que qualquer um pode ser o Morcegóide (cena em que Robin encontra a Batcaverna).

Fato que nós leitores já estamos cansados de saber nos gibis, porque há um legado extenso de homens que através dos séculos perpetuaram o manto do morcego.

Na Era de Prata, que acontece durante os anos 50 indo até 70, temos algumas mudanças significativas, pois acrescentaram outros elementos nas histórias do Morcegão. Uma nova origem mantendo o assassinato só  que o mandante foi o criminoso Lew Moxon que havia ido parar na cadeia por causa de Thomas. O gângster contratou Joel Chill para então forjar o assassinato do Wayne e executar sua vingança.

É desta fase que Thomas usou um uniforme de Batman numa festa á fantasia. Bom, mantiveram a criação por seu tio, porém neste período quando o jovem BW ainda fazia seu treinamento também usou um uniforme igual ao do Robin.

Foi quando recebeu um treinamento especial de detetive do policial, Harvey Harris, de Gotham City. Aliás outro fato interessante é que BW esteve em Smallville e conheceu Superboy (e ambos trabalharam juntos em alguns casos).

É importante lembrar que foi nesta época em que Dick adotou uma postura mais adulta saindo da sombra do Morcego. Grayson decidiu ir pra faculdade demonstrando que o tempo estava realmente passando. Podemos notar também que o Coringa ganhou um destaque maior como arqui-inimigo do herói.

O seriado televisivo da Dupla Dinâmica alçou o herói ao status de ícone da cultura pop mundial. Outro destaque desta série nostálgica foi a adorável Tia Harriet (Madge Blake) que não sabia das aventuras de Bruce (Adam West) e Dick (Burt Wart).

Mais sinceramente um dos melhores atrativos pra mim além da Mulher-Gato, da inesquecível Julie Newmar. Foi o surgimento da exuberante Batgirl (Barbara Gordon), interpretada pela atriz Yvonne Craig (não demorou muito e nossa musa migrou pros quadrinhos).

Outra contribuição muito importante desta época foi do artista Sheldon Moldoff. Ele foi co-criador de diversos personagens importantíssimos da mitologia do Cruzado Embuçado.

Na lista temos, Batwoman, Betty Kane, Ace, o Batcão, Hera Venenosa e também tivemos o surgimento do Bat-Mirim, o Duende Morcego (Bat-mite).

Como se não bastasse a existência do chatíssimo do Sr. Mxyzptlk nas histórias do Azulão. Criaram esse outro doido pra atrapalhar o Homem-Morcego, Bat-Mirim afirmando ser um fã ardoroso do herói. Ele agia sempre na intenção de ajudar mais causava uma tremenda confusão.

Esse duende apareceu na série animada The New Adventures of Batman, da Filmation e também num episódio de Batman: Os Bravos e Destemidos.

Nesta história, Bat-Mirim conta alguns casos do Morcegão que aconteceram em realidades alternativas (é excelente).

Não poderia esquecer que várias das histórias do Cruzado Embuçado enveredaram pela ficção científica, mas depois de terem se cansado desta fórmula voltaram as raízes detetivescas, durante os anos 70.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do Batman que garimpei na web

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As Melhores Adaptações de HQs – Parte 2

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Não vou ficar enrolando muito, então confira sobre o que eu penso destes filmes.

Dick Tracy – 1990

É um importante herói na cultura pop americana que atualmente foi deixado no limbo. Suas aventuras detetivescas começaram nas tiras de jornal lá na década de 30 e o aspecto que mais chamou minha atenção nele era aquele relógio de pulso que tinha rádio e também um visor, no qual serviu de precursor do telefone celular (é a vida que imita a arte).

As histórias do herói eram um deleite a parte com a narrativa abusando do clima de filme noir e principalmente os vilões que possuíam um visual bastante bizarro.

O filme veio na esteira do sucesso do Batman, de Tim Burton, mas Dick Tracy é marcante por ter sido uma adaptação feita da maneira mais fiel possível de uma HQ.

Warren Beauty interpretou o herói e também dirigiu o longa, porém sua trama é bastante simples. Demonstrando que o chefão Big Boy Caprice (Al Pacino) contratou novos capangas para acabar de vez com a raça de Dick Tracy (coisas que naturalmente aconteciam nas antigas tiras de jornais).

O gângster esta decidido a estragar a reputação do herói arranjando uma guerra pelo domínio da cidade. Em meio a essa loucura Tracy encontra, um garotinho muito esperto que fica na sua cola e precisa tomar conta de sua namorada Tess Trueheart (Glenne Headly).

Pra piorar sua situação ainda temos a estonteante Breathless Mahoney (Madonna), uma cantora que trabalha na boate do chefão do crime e deseja seduzi-lo a qualquer custo.

O grande trunfo de Dick Tracy foi a maquiagem feita nos vilões, seus cenários que eram belíssimos feitos em telas enormes numa composição de várias cores que lembrava um gibi. E a trilha sonora composta por Danny Elfman (que também fez a trilha do Batman).

É um filme marcante que teve um elenco estelar composto pro Madonna, Warren Beauty, Al Pacino, Dustin Hoffman, Dick Van Dyke entre outros. A cantora Madonna até lançou um disco com a trilha sonora do filme, I’m Breathless com músicas que lembravam as compostas na década de 30.

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X-Men 2 – 2003

O sucesso da Marvel em adaptar seus heróis começou com a já quase esquecida franquia de Blade, o vampiro que anda de dia. Logo depois veio o primeiro X-Men enfocando a vida de Wolverine e Vampira e temos como antagonista o terrível Magneto.

Lembro que houve até uma brincadeira quanto ao uniforme do Logan, porque os fãs queriam que fosse exatamente igual ao dos gibis (fato que comprovaram que não ficava legal).

Além da antiga rixa de opiniões divergentes entre Charles e Erik ainda tivemos um enfoque do gibi clássico Dias de Um Futuro Esquecido, pois o Senador Robert Kelly deseja criar a famosa Lei de Registro de Mutantes. Conclusão o filme foi um sucesso e serviu como porta de entrada pra que os heróis dos quadrinhos ganhassem novamente as telonas (dando espaço pro lançamento do Cabeça de Teia, de Sam Raimi).

O segundo veio com uma premissa melhor, pois Noturno ataca o presidente dos Estados Unidos dentro da Casa Branca (numa ação eletrizante e inesquecível).

Então William Striker se aproveita da situação e convence o presidente a assinar uma ordem de captura pra todos os mutantes.

Ele logo invade a Mansão Xavier capturando alguns dos X-Men cena na qual vemos Wolverine soltar toda sua fúria nos soldados. Aliás Hugh Jackman tornou-se sinônimo da encarnação viva do herói (assim como Robert Downey Jr. ficou pra Tony Stark).

A intenção de Striker é controlar o Cérebro e captura Charles com a intenção de matar todos os mutantes americanos. Fora isso ainda mostra o esconderijo de Striker que é o local aonde Logan ganhou seu revestimento de adamantium (adaptando a clássica HQ Arma X) e também temos uma luta visceral entre Wolvie e Lady Letal (a bela Kelly Hu).

X-Men 2 é um daqueles filmes que prendem sua atenção até o último minuto, pois há várias cenas de ação pra deixar qualquer um satisfeito misturado com diálogos inteligentes, situações marcantes e que realmente vale a pena assistir.

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Homem-Aranha 2 – 2004

O primeiro filme do Cabeça de Teia demonstrou todo aquele conceito do herói original dos anos 60 que havia nos gibis e acrescentou também a versão do Miguel O’Hara o Escalador de Paredes, de 2099. Exibindo garras retrateis nas mãos e aquela estranha teia orgânica (todo mundo chiou e eu também, é claro!).

Fora isso ficou totalmente perfeito mostrando o lema inesquecível, a perda trágica do tio Ben, a decisão de combater o crime e o principal arqui-inimigo clássico interpretado de forma magistral e assustadora em sua dualidade por Willem Dafoe.

No segundo o assunto fica mais frenético, pois além de ter que enfrentar o Doutor Octopus (Alfred Molina), ele ainda precisa dar um jeito em sua vida bagunçada. Diga-se sem dinheiro, indo mal nos estudos e problemas com Mary Jane (a bela Kirsten Dunst).

Como se não pudesse ficar pior seus poderes falham por causa do estresse num tipo de bloqueio psicológico (mostrando o uniforme na lata de lixo, uma cena clássica dos gibis). E também usando aquela característica de nos conectar com seus dramas foi bom demais vermos os problemas da vida pessoal de PP sendo adaptados na telona.

Recheado de cenas de ação como a luta do herói contra o Octopus no vagão de metrô ou as cenas engraçadas do J.J. Jameson (interpretado de forma impagável por J.K. Simmons). Nós somos envolvidos numa mistura empolgante com ritmo acelerado que não deixa a peteca cair.

Infelizmente só o terceiro filme jogou tudo por água abaixo. Tenho que constatar que não é a toa que vemos na web viúvas de Sam Raimi, pois sua versão estava realmente calcada no Amigão da Vizinhança que adoramos ler.

E agora temos Andrew Garfield pra quem alguns torcem o nariz (e que infelizmente sua franquia não foi bem). Não se enganem, porque Hollywood é assim mesmo velhas fórmulas pra novas gerações (e muito din-din no bolso, pode crer!).

Espero que tenham gostado, fim da segunda parte e relembre aqui o primeiro texto.

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Imagens

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Batwoman

A heroína teve inspiração na Mulher-Morcego (Bat-Lady) que apareceu no filme Artistas e Modelos, estrelado pelo mestre da comédia Jerry Lewis, em 1955.

Kathy Kane foi criada por Sheldon Moldoff e Bob Kane. Surgindo pela primeira vez na edição Detective Comics # 233, de 1956 (seu nome também era uma homenagem pra Bob Kane).

Kathy era uma ex-acrobata de circo que havia ficado bastante rica e devido sua paixão pelo Batman. Decidiu assumir a identidade heroica de Batwoman para ajuda-lo a combater o crime.

Na verdade a heroína foi criada para ser um interesse romântico pro Morcegão. Somente para afastar aquela afirmação hedionda que o herói era homossexual (comentada no livro A Sedução do Inocente).

Os heróis nunca chegaram a namorar mesmo e as aventuras da Batwoman aconteceram até 1964.

Em 1961, tivemos a primeira Bat-girl, Betty Kane, era sobrinha de Kathy e também assumiu uma identidade heroica (ela era super apaixonada pelo Robin).

Na sensacional série animada, Batman: Os Bravos e Destemidos houve uma homenagem pra heroína da Era de Prata. Foi durante o episódio “The criss-cross conspiracy!”, porém mudaram seu nome para Katrina Moldoff (homenageando o artista Sheldon Moldoff).

Em meados dos anos 60, Batwoman foi jogada no limbo voltando repaginada décadas depois, em 2006.

Kate Kane, surgiu com novo uniforme durante a minissérie 52 e seu visual foi criado pelo artista Alex Ross (possivelmente influenciado pelo uniforme de Batman do Futuro).

A atual, Batwoman é lésbica e teve um romance mal resolvido com a policial Renne Montoya. A detetive Montoya surgiu na clássica série animada do Homem-Morcego, dos anos 90. E devido ao seu sucesso foi incluída na continuidade da editora.

Montoya agia na Unidade de Crimes Especiais do DPGC e acabou conhecendo o Batman. Algum tempo depois ficou desanimada com a corrupção e abandonou seu cargo. Ela estava no fundo do poço, mas foi ajudada a se reerguer pelo enigmático Questão.

Agindo em parceria com herói que lhe ensinou todas as suas técnicas e tornou-se seu melhor amigo (acontecimentos vistos em 52).

Após a morte de Vic Sage, Montoya que era sua parceira numa investigação contra Intergangue (assumiu o legado do Questão honrando a memória do amigo).

Voltando, como curiosidade, temos a Batwoman da Terra-2 que difere da nossa heroína, porque sua carreira começou na Segunda Guerra Mundial. Pra quem não lembra a Terra-2 é o lar de todos os heróis criados na década de 40.

A DC Comics jogou nela todas as versões mais velhas do Super-Homem, Mulher-Maravilha, Batman, Lanterna Verde e cia. Essa versão da Mulher-Morcego surgiu na HQ “The Brave and the Bold” # 182 (1982).

Kathy estava desiludida com Batman, pois ele havia se casado com a Mulher-Gato. Fato que a fez se aposentar na luta contra o crime. Em sua vida normal, Kathy casou e teve filhos, mas anos depois para evitar uma catástrofe (teve que vestir seu uniforme novamente e salvar sua cidade).

A Batwoman tem diferentes versões mais a maioria delas está na linha Elseworlds (ou Túnel do Tempo como era mostrada antigamente).

Na ótima aventura Liga da Justiça: O Prego, Selina Kyle assume o manto da heroína. Diana ergue o manto da Mulher-Morcego, num futuro alternativo que está casada com o Morcegão.

Em outra realidade, a Caçadora também veste-se de Batwoman e até no Reino do Amanhã, temos uma versão, mas sua identidade é desconhecida.

E pra fechar num possível futuro remoto dos Novos Titãs tanto Cassandra Cain quanto Betty Kane irão se tornar a heroína (sendo que cada uma delas estão numa Terra diferente).

No longa animado, O Mistério da Mulher Morcego (2003), há três mulheres que se vestem de Batwoman. O Morcegóide começa sua investigação ao notar que a Batwoman utiliza métodos violentos demais e acaba encontrando três suspeitas.

Elas são: Kathleen Duquesne, filha de um mafioso, Roxanne Ballantine, uma cientista e Sonia Alcana, uma policial.

Cada uma delas queria se vingar de algo que aconteceu em suas vidas. Sonia, porque sua família havia perdido tudo (culpa de Rupert Thorne). Kathleen, porque sua mãe foi sofreu um acidente. Mais quem deveria morrer era Carlton Duquesne, seu pai um famoso mafioso.

E, Rocky a mais inteligente da turma, queria ajudar seu noivo que estava preso por um crime cometido pelo Pinguim. Elas se uniram pra concretizar esta vingança, mas seus planos foram frustrados por causa do Morcegão.

A parte interessante é cada uma se revezava como, Batwoman para que houvesse um álibi para inocentar a outra.

Nem preciso comentar que a animação demonstra um ótimo nível de qualidade e também de ação. E só pra fechar temos a produção mexicana La Mujer Murcielago“, uma heroína inspirada no seriado televisivo do Cruzado Embuçado, nos anos 60. Esse cultuadíssimo trash-movie mostrava Gloria (Maura Monti), uma socialite que aprendeu a lutar para combater o crime.

A Mulher-Morcego vestia um sensual biquíni inspirado no Batman do seriado. Em suas aventuras combatia de tudo desde cientistas loucos, criaturas marinhas e até espiões.

Confira na galeria abaixo algumas imagens da Batwoman e de outras musas que garimpei na web

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Artista

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Frank Cho

Se eu não me engano seu primeiro trabalho de destaque foi Liberty Meadows, publicada pela Image Comics.

História politicamente incorreta na qual se destaca a belíssima Brandy Carter e seus coadjuvantes: Frank Mellish, Leslie, Dean e Ralph.

O artista é reconhecido mundialmente por causa de suas pin-ups que causam polêmica ao estarem totalmente nuas.

Ou as vezes temos mulheres sensuais em posições muito sugestivas.

Na verdade Frank Cho capricha ao demonstrar a sensualidade de suas personagens. Sendo por isso que entrou no hall dos melhores desenhistas do mundo inteiro.

Confira na galeria abaixo um pouco da arte de Frank Cho

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Cosplay Girl

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Espectral

Silk Spectre foi criada por Alan Moore e Dave Gibbons pra clássica edição , Watchmen, de 1986.

A heroína possui duas versões que na verdade são mãe e filha. A primeira Espectral foi Sally Jupiter, uma garçonete que atuou durante a década de 40.

Na narrativa, Espectral I era uma sex symbol que inspirava um enorme apelo sexual na mente dos homens. Influenciando a criação de diversos filmes e revistas pornográficas sobre ela.

Então anos depois sua filha, Laurie Juspeczyk foi fortemente influenciada pela mãe para que continuasse o legado dela.

Laurie tornou-se a Espectral II a contragosto, pois não queria virar uma vigilante de maneira nenhuma.

Enquanto,  Sally vivia revivendo das memórias de seu passado glamoroso. Laurie detestava aquilo tudo, mas acabou tendo um envolvimento amoroso com o Dr. Manhattan.

O relacionamento naufragou após, Osterman ir perdendo gradativamente a sua humanidade.

E pouco tempo depois, Laurie foi morar com Dan Dreiberg, o segundo Coruja ao mesmo tempo que voltam ativa como heróis (eles engatam um novo e ardente romance).

Na telona, Espectral II foi interpretada pela atriz Malin Akerman e sua influência foi tão grande que diversas modelos a homenageiam.

Confira na galeria abaixo várias modelos inspiradas em versões femininas de heróis como: Goku, Vegeta, Indiana Jones, Fantasma, Tintin, Terry Bogart, Speed Racer, Robocop, Zorro, Spock, Rocketeer entre outros.

Temos até alguns vilões como: Darth Vader, Destruidor, Freeza, Jason, Esqueleto, Comediante, Vega e M. Bison.

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Musas de Tinta

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Espectral II

Silk Espectre foi criada como uma versão da Sombra da Noite (Nightshade, Eve Eden ), e também da Lady Fantasma ambas heroínas da Charlton Comics.

A grande diferença é que há também uma homenagem a Canário Negro, pois temos a mãe e filha como heroínas.

A primeira Espectral foi Sally Juspeczyk, uma garçonete e dançarina que decidiu mudar seu nome para Jupiter a fim de esconder sua ascendência polonesa.

Sally Jupiter começou a combater o crime ainda cedo, pois tinha apenas 18 anos de idade. Em 1938, foi considerada uma sex symbol. Devido a isso tanto vilões quanto criminosos não se importavam em serem presos por ela.

Espectral foi convidada pelo Capitão Metrópolis para se juntar aos Minutemen, em  1940.

Sally é protagonista de uma das cenas mais marcantes e impactantes da história dos quadrinhos, pois o Comediante abusou dela sexualmente. Ela foi salva graças a intervenção do Justiça Encapuzada que chegou até a posar de seu namorado para ninguém mais incomoda-la.

No ano de 1947, Sally pendurou seu uniforme casando-se com seu agente, Laurence Schexnayder. Dois anos depois sua filha nasceu (Laurie também é filha do Comediante).

No filme de 2009, Sally Jupiter foi interpretada pela atriz Carla Gugino. Sua imagem de pin-up ficou famosa na web e rodou pelo mudo todo.

A segunda Espectral é Jane Laurel, porém ficou conhecida mesmo como Laurie Juspeczyk. Espectral participou da equipe popularmente chamada de Watchmen e sua principal característica é detestar a vida de heroína. Só entrou nessa por causa da insistência de sua mãe (temendo desaponta-la).

Mesmo assumindo legado de sua mãe, Laurie não queria essa vida pra si sendo algo que a deixava bastante amargurada. Agindo como heroína virou parceira do Dr. Manhattan com quem teve uma relação confusa. Principalmente quando,

Osterman passou a ter conflitos com sua humanidade e sentido de sua existência, pois estava perdendo o senso do que é ser como nós.

Laurie tinha constantes desavenças com sua mãe, pois a imagem dela de sex symbol foi usada pra diversos artigos pornográficos (revistas e filmes). Já que a idade estava chegando ela só tinha estas lembranças de seu passado glamoroso.

A Espectral II só passa realmente a ter uma vida “normal” quando rompe com Osterman. Laurie vai morar com Dreiberg e começa a viver um relacionamento com o Coruja II.

Ambos retiram a poeira de seus uniformes salvando os moradores de um edifício em chamas. A adrenalina do momento fez eles terem sua primeira noite de sexo e algum tempo depois a dupla invade um presídio para libertar, Rorschach. A intenção é deter Ozymandias que se tornou uma ameaça global.

Como curiosidade assim como a primeira Canário Negro não tinha super poderes e sua filha tem. A mesma coisa acontece com a segunda Espectral, Laurie possuiu força de nível atlético e uma grande habilidade de combate.

Na telona, Espectral II foi interpretada pela atriz Malin Akerman.

A edição Antes de Watchmen: Espectral conta com arte de Darwyn Cooke e roteiro de Amanda Conner.

Durante os anos 60, Laurie precisa conviver com o fardo que sua mãe foi uma grande heroína. Sally deseja que sua filha siga pelo mesmo caminho, mas Laurie foge pra San Francisco em busca de liberdade para conhecer a si mesma.

Confira na galeria abaixo algumas imagens da Espectral que garimpei na web. E também de outras musas dos desenhos animados como: Wanda, Carmen SandiegoKim Possible, Ariel, Leela, Senhorita Belo, Judy Jetson, Ginórmica, Mavis entre  várias outras

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Herói

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Watchmen

Originalmente foi uma minissérie lançada em 12 edições, nos Estados Unidos, em 1986. Porém o material só foi lançado por aqui pela Editora Abril, em 1988.

Em suas páginas temos arte marcante de Dave Gibbons e o excelente roteiro do inigualável Alan Moore. É uma obra-prima e também sendo considerada uma das HQs mais aclamadas e consagradas de todos os tempos.

Ao lado das clássicas edições Batman: O Cavaleiro das Trevas, Maus (Art Spiegelman) e A Queda de Murdock (todas lançadas durante a década de 80). Decretam o fim da Era de Bronze e iniciam a Era das Trevas (ou Era Moderna dos gibis).

O enorme sucesso do formato graphic novel ajudou a transformar as HQs no que antes era considerada “coisa de criança” despertando o interesse do público adulto (e também de crítica).

A trama de Watchmen acontece num universo alternativo aonde a Guerra do Vietnã foi ganha pelos EUA. Fato que deixou o presidente Richard Nixon um bom tempo no poder.

Quando li as edições pela primeira vez fiquei alucinado pela história por trazer uma trama praticamente como se estivesse na vida real, pois a polícia entrou em greve por causa dos heróis agirem em seu lugar.

Havia uma enorme crise uma política, social e pra piorar a população não apoiava os heróis. Resultando na Lei Keene que deixava os vigilantes na impunidade forçando-os a se aposentarem. E diversas vezes vemos nas paredes a famosa frase: “Quem vigia os vigilantes?(“Who watches the watchmen?”).

Outro fato interessante é que a equipe é denominada Watchmen por causa das pichações nas paredes e não porque eles se autoproclamaram assim.

Moore conseguiu descontruir a figura do herói lendário mostrado pela mitologia grega (desvirtuando-o dando-lhe defeitos, traumas e contradições). E também demonstrando na história diversas referências aos temas de arte, cultura popular, filosofia, ciências entre outras coisas.

No projeto inicial de Alan Moore seriam usados os heróis da Charlton Comics, mas DC havia comprado os personagens recentemente vetando o uso do roteirista na aventura.

Bom, pouquíssimo tempo depois os heróis da Charlton entrariam pra cronologia da editora habitando na Terra-4, uma das diversas realidades alternativas que sumiram durante a famosa Crise dos anos 80.

A Terra-4 era composta pelos heróis: Capitão Átomo, Besouro Azul, Questão, Sombra da Noite, Pacificador, Thunderbolt e Mestre Judoca.

Na minissérie os personagens foram modificados sendo que o Capitão Átomo virou o Dr. Manhattan (Jonathan Osterman), o Besouro Azul no Coruja II (Dan Dreiberg), mas podemos notar que existe também um pouco de Batman nele.

A linda Espectral (Laurie Juspeczyk) misturou a Sombra da Noite com a Canário Negro, o Comediante (Edward Blake) era o Pacificador, o Questão foi transformado no Rorschach (Walter Joseph Kovacs) e o Thunderbolt virou Ozymandias (Adrian Veidt).

Podemos notar que Moore colocou nos personagens diversos outros elementos dos gibis tornando sua aventura muito mais rica.

Como a existência dos Minutemen equipe formada por: Comediante, Capitão Metrópolis, Coruja I, Dollar Bill, Mariposa, Espectral I, Silhouette e Justiça Encapuzada.

Eles foram os primeiros heróis a atuar durante a década de 40 (algo que nos conecta a Era de Ouro e também a Sociedade da Justiça). Um aspecto interessante desta equipe é que nenhum deles tinha superpoderes.

Só que pela visão do roteirista nem tudo era tão magnífico como imaginávamos que poderia ser.

A Espectral era vendida escancaradamente como sex simbol, o Capitão Metrópolis, Justiça Encapuzada e Silhoette eram homossexuais.

O pior de todos era o Comediante que tentou estuprar a Espectral, mas de uma forma meio doentia ela se envolveu com Blake algum tempo depois e isso acabou com o seu casamento.

A história do Besouro Azul, Dan Garret foi adaptada de uma maneira muito interessante, pois se transformou no Coruja. O primeiro a usar este codinome foi o policial Hollis Mason, que começou a atuar nos anos 40 (inspirado pelo Superman que existia apenas gibis).

Em seu livro, Sob o Capuz, Mason demonstra ser um homem de princípios morais, mas detona aqueles vigilantes mascarados que agiam ao seu lado. Situação que preocupava “seus amigos” e também deixava o governo atento a esta situação.

Na trama, o Comediante é assassinado e logo ficamos sabendo que tanto Blake como o Dr. Manhattan agiam sob as ordens do governo. A morte dele desperta a atenção de Rorschach, um dos poucos vigilantes que continuavam na ativa (sendo caçado pela lei por causa disto).

Psicologicamente é um dos meus personagens preferidos na trama por causa de sua forma própria de agir. Kovacs é um sociopata, teve problemas durante a infância e age de forma violenta e muito psicótica. Lembrando bastante o Batman, no gibi O Cavaleiro das Trevas. Aplica um terrorismo mental em seus adversários sendo por causa de suas ações é que nós descobrimos que há um complô acontecendo nas mortes dos vigilantes mascarados.

Pra mim, Kovacs é um dos personagens mais densos, contraditórios e complicados que já li até hoje.

Outro que eu também sempre gostei é o Coruja II, Dreiberg foi um dos primeiros a se aposentar. Mais seu lado aventureiro teimava em resistir em seu inconsciente (fazendo visitas no seu esconderijo secreto). Ele foi baseado em Ted Kord, o segundo Besouro Azul sendo também um expert em tecnologia.

Sua personalidade solitária mudou completamente quando, Kovacs foi procura-lo voltando a usar uniforme e assumindo um romance com a linda Espectral.

Lembrando que na cena da invasão atlante mostrada em outra clássica edição Marvels, Alex Ross insere o Archie uma aeronave semelhante ao Inseto de Kord.

O menos interessante pra mim é o Dr. Manhattan sua presença mostra como seria na realidade a presença do Superman entre nós. O simples fato de sua existência durante a Guerra Fria pendeu a balança de poder pros Estados Unidos.

Tratado como um deus e agindo como tal pode usar o tempo-espaço ao seu bel-prazer. Osterman é outro que possuiu sérios problemas psicológicos perdeu sua definição de humanidade, mas também não se vê como um deus.

Apenas seu conceito de existência deixa minha mente confusa, pois ele é a própria teoria das supercordas andando pelo universo.

Pra mim Ozymandias era absurdamente estranho, pois virou um empresário bilionário (comercializando sua imagem em brinquedos) Apesar de ser bastante inteligente, Veidt defende apenas seus próprios interesses.  É uma versão óbvia do careca, Lex Luthor.

Watchmen é marcante, memorável e inesquecível. Então em 2009 a indústria do cinema quis adaptar uma versão desta icônica HQ.

Dirigida por Zack Snyder sua versão não consegue agradar a gregos e troianos. Servindo como um divisor de águas entre os puristas que adoram o gibi e aqueles que adoram o que se desenrola na tela.

Watchmen: O Filme é complexo, porque possui uma história tensa com diversas pitadas de críticas sociais e que demonstra muitos dramas reflexivos. Transformou-se em cult praticamente instantâneo, mas podemos notar que é um filme cabeça disfarçado de filme de HQ.

Na verdade a produção é impecável tanto em cenários quanto em efeitos especiais, porém devido a sua longa duração torna-se muito cansativo em alguns momentos.

Destaco as atuações de Jeffrey Dean Morgan (Comediante), Jackie Earle Haley (Rorschach), Billy Crudup (Dr. Manhattan) e Matthew Godde (Ozymandias) que ficaram simplesmente fantásticas. Mais como velho e incorrigível saudosista que sou ainda prefiro o gibi.

Em 2012 tivemos Antes dos Watchmen (Before Watchmen), uma minissérie bombástica que causou um grande rebuliço por mexer numa obra que pra maioria deveria ser intocável.

As edições obviamente contam aventuras que aconteceram “antes” do gibi clássico. Nas quais temos: Espectral, Comediante, Dr. Manhattan, Rorschach, Coruja, Minutemen, Ozymandias entre outros.

Temos diversos artistas participando das histórias como: Amanda Conner, Darwyn Cooke, Andy Kubert, Joe Kubert entre outros.

E só pra fechar tivemos um material extra após o filme ter sido lançado. Foram Contos do Cargueiro Negro e Sob o Capuz que são duas subtramas importantes dentro do gibi, de Watchmen. A primeira é uma história de terror muito macabra sobre um capitão de navio que ao encontrar piratas (somente ele sobrevive).

A história é pesada, sinistra e tão torturante, pois o capitão resolve voltar pra sua cidade a fim de tentar salvar sua esposa e filha de um iminente ataque dos ferozes piratas (temos cenas chocantes).

E a segunda conta a história de Hollis Mason, o primeiro Coruja que atuou nos anos 40. Mason concede uma entrevista pra TV, comentando sobre sua vida pessoal e de como tornou-se um herói.

A parte interessante é que também mostra depoimentos da Espectral I (Sally Jupiter) entre outras coisas. O que eu mais gostei foi Sob o Capuz, pois até fizeram comerciais da época, nos quais vemos, alguns comentários de pessoas nas ruas sobre a equipe Watchmen.

É algo que ajuda a compreender melhor o que acontece durante o filme ficando simplesmente sensacional!

Quando estava pesquisando acabei encontrando esta versão animada engraçada da equipe.

Confira na galeria abaixo algumas imagens dos Watchmen que garimpei na web

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As Melhores Adaptações de HQs – Parte 1

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Bom, há algum tempo atrás comentei sobre as Piores Adaptações de HQs que tive o desprazer de assistir. Então já estava mais que na hora de lembrar das melhores que foram marcantes pra mim.

Gosto pessoal é algo que não se discute, mas acho que há quase um consenso geral quando estamos neste quesito. Lembrando que não vou comentar sobre o Homem-Morcego de Tim Burton, a Trilogia de Chris Nolan, Os Vingadores e também Superman: O Homem de Aço, porque já fiz algumas postagens sobre esses filmes.

Agora chega de enrolar e vamos ao que interessa.

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Superman 2 – 1980

Lembro que quando eu era mais novo existia a censura na TV aonde aparecia a idade correta pro que iria ser veiculado. E eu pedia pro Seu Luiz Carlos, meu pai pra me deixar assistir filme junto com ele. Invariavelmente era terror com vampiro ou lobisomem ou faroeste ( chamado popularmente filme de bangue-bangue).

Aprendi a gostar de filme com meu pai. Até que numa bela noite de Super Cine, a Rede Globo, veiculou Superman: O Filme, com Christopher Reeve.

Aquilo foi o início de tudo pra mim servindo pra despertar minha atenção pro mundo dos gibis. É inegável o carisma de Reeve ao interpretar o Azulão demonstrando uma sinceridade tão simples e natural que ficou guardado pra sempre em meu coração como um dos meus filmes preferidos de todos que já vi.

Principalmente por causa da inesquecível música tema de John Williams que surge logo no início do filme. Vira e mexe ponho no rádio pra escutar no volume máximo (acho que a maioria dos fãs devem entender sobre o que estou falando).

Podemos notar que o roteiro se preocupa em sermos ambientados nos últimos momentos de vida da raça kriptoniana.

Depois temos a partida do foguete, a explosão devastadora e a chegada do bebê em nosso planeta são cenas marcantes. Lembro que há também elementos clássicos como a Fortaleza da Solidão e até a Zona Fantasma (aonde Zod e seus asseclas estão presos).

A personalidade de Clark Kent atrapalhado e deslocado é insuperável. Algo que somente podemos comparar com seu antagonista. Lex Luthor (Gene Hackman) “a maior mente criminosa de nosso tempo”.

O pior pecado desta versão é a cena que segue após a morte de Lois Lane (Margott Kidder), na qual o Super faz a Terra girar ao contrário pro tempo voltar pra trás e salvar o grande amor de sua vida.

Imagina as catástrofes que nosso planeta sofreria se algo assim fosse verdade? Bom, esquecendo esta mentira absurda podemos assisti-lo sem problema nenhum.

Superman 2: A Aventura Continua foi feito ao mesmo tempo que seu antecessor e desta vez o trio de criminosos é libertado da Zona Fantasma (através de uma explosão nuclear no espaço).

Zod (Terence Stamp) que havia jurado vingança contra Jor-El (Marlon Brando) parte pra Terra e aqui quer concluir seu intento matando Kal-El e dominando nosso planeta.

Nesse meio tempo Clark havia desistido de seus poderes para tornar-se um ser humano comum e desfrutar de uma vida convencional ao lado de sua amada Lois.

Quando amargamente após ser surrado num bar descobre que Zod dominou a Casa Branca parte numa jornada para recuperar seus dons especiais.

O filme mostra que o Super nunca poderá ter uma vida normal como ele realmente deseja (uma situação demonstrada inúmeras vezes nos gibis).

O ápice de Superman 2 são as lutas do Azulão contra seus inimigos em Metrópolis aonde temos socos, chutes e muita destruição. E depois na Fortaleza da Solidão, aonde o herói lança seu emblema e faz cópias de si mesmo (é nesta parte que escutamos o Homem de Aço dizer: “Luthor sua cobra venenosa!”).

Na máquina que retira os poderes de um kriptoniano só que o efeito foi invertido, porque enquanto Kal estava protegido seus inimigos estavam perdendo seus dons.

Quando tudo estava mais tranquilo o Azulão apaga a mente de Lois com um beijo mais um poder que nunca existiu nos gibis. E mesmo com todos os defeitos, furos e erros intragáveis ainda é uma das melhores adaptações tornando-se inesquecível pra todos que viram e gostam do Superman clássico.

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A Lenda do Zorro – 2005

Já li vários comentários sobre adaptações pra telona, mas a maioria se esqueceu deste herói que usa apenas capa e espada pra combater os malfeitores.

O Zorro serviu como inspiração pro surgimento do Batman (roupa preta, máscara, capa e caverna).

Lembrando que em A Máscara do Zorro, a esposa de Don Diego (Anthony Hopkins) é assassinada e sua filha foi levada por seu pior inimigo. Então, ele passa vinte anos na prisão sem vê-la. Assim que consegue fugir faz do ladrão Alejandro Murrieta (Antonio Banderas) seu pupilo para que Zorro não morra e obtenha sua vingança.

Foi justamente essa parte que ficou ótima, pois não importa quem esteja atrás da máscara. O importante é que a lenda permaneça. Se não me engano Chris Nolan fez o mesmo no terceiro filme do Morcegão (“nada se cria tudo se copia”).

Não posso deixar de comentar que a beleza de Catherine Zeta-Jones é fascinante e a cena de duelo de espadas entre ela e Bandeiras num estilo igual ao tango fico sensual (e inesquecível).

Bom, o primeiro foi um sucesso absoluto, mas esperaram tempo demais pra fazer uma continuação. Desta vez passaram-se dez anos e o casal briga bastante, pois Murrieta havia prometido pendurar a capa quando seu filho nasceu (só que isso não aconteceu).

Aliás o pequeno e divertido Joaquin (Adrian Alonso) funciona como uma versão mirim do pai, agindo como seu herói Zorro, causando bastante confusão e infernizando a vida do padre que é seu professor.

Como pano de fundo está o estado da Califórnia que votará pra fazer parte dos EUA. O pistoleiro Jacob McGivens sofre nas mãos do herói que demonstra muita agilidade com a espada, pular dos telhados (entre outros feitos notáveis).

A sequência é marcada por diversas cenas de ação, com direito a explosões e muitos tiros, mas a separação de Alejandro e Helena ficou muito marcante. É interessante notar que os atores tiveram uma combinação perfeita.

E ainda pra completar temos um vilão chato pra caramba o Conde Armand (Rufus Sewell). A Lenda do Zorro é uma diversão prazerosa que vale a pena assistir.

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O Sombra – 1994

O herói não é muito conhecido do grande público, mas surgiu num programa de rádio na década de 30. Algo muito comum nesta época, pois tivemos vários heróis que tinham este formato (Super-Homem, The Lone Ranger, Besouro Verde entre outros).

O Sombra foi criado por Walter Brown Gibson, que usava o pseudônimo Maxwell Grant.

Só pra constar, no seriado radiofônico, a noiva do Sombra, Margo Lane, era dublada por Agnes Moorehead, atriz que interpretou Endora, no seriado A Feiticeira.

Lamont Cranston era um milionário que a noite combatia o crime como O Sombra, um cruel e implacável inimigo dos malfeitores. O herói sempre usa chapéu, casaco e capa tudo da cor preta sua boca fica coberta por um lenço vermelho e usa um rubi na mão (conhecido como Girassol).

O herói usa duas pistolas calibre 45, possui ótima mira e usa um aparelho voador criado especialmente pra ele. Além disso tem o incrível poder de controlar a mente das pessoas através de hipnose e pode desaparecer na frente de seus inimigos (Margo Lane é seu par romântico).

O Sombra também serviu de inspiração pro surgimento do Homem-Morcego.

No filme é seguida toda a premissa que há nos gibis do herói, pois Lamont Cranston (Alec Baldwin), um milionário que a noite se transforma no misterioso O Sombra (e seu poder mental é mantido). Ele se apaixona por Margo Lane (Ann Miller) e precisa manter sua identidade secreta para que ela não descubra.

A aventura acontece na cidade de Nova York na década de 30 e o herói precisa impedir que o vilão Shiwan Khan, que possui os mesmos tipos de poderes que ele destrua a cidade com uma bomba atômica.

O filme seguiu a mesma linha de efeitos especiais que foram criados pro filme do Batman. É uma história trivial na qual temos herói que precisa salvar o mundo, a mocinha com o pai sequestrado e o vilão que deseja destruir tudo.

Situação típica das historias que aconteciam nos seriados pra cinema e mesmo com os efeitos especiais bem datados é uma aventura empolgante. Lembro que a sombra do herói se movia ajudando em alguns momentos e o visual do Sombra está impecável (vale a pena assistir só pra relembrar ou conhecer).

Fim da Primeira Parte.

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Arisia

Ela é uma das heroínas mais clássicas da Tropa dos Lanternas Verdes. Arisia Rrab foi criada pelos artistas Mike W. Barr, Len Wein e Joe Staton. Surgindo pela primeria vez na edição Tales of Green Lantern Corps # 1, de 1981.

Nossa musa é defensora do setor 2815, nascida no planeta Graxos IV. Arisia foi convocada bastante cedo pra Tropa, infelizmente assim que seu pai faleceu. Ele era o Lanterna Verde antecessor do seu setor espacial (e sua família vem de uma linhagem de vários heróis que foram LV).

Durante a Crise nas Infinitas Terras, Arisia estava atuando na Tropa sob o comando de Tomar-Re. Depois disso teve a missão de combater o vilão Áureo na companhia de Sallak e Chyp.

Quando os anõezinhos azuis  partiram de Oa junto com a zamoranas, ela e todos a Tropa foram liberados de seus setores (escolhendo onde ficariam).

Arisia decidiu ficar na Terra com Hal Jordan, adotando  o nome de Cindy Simpson e também redesenhando uniformes pro  Chyp, Katma-Tui, Sallak e John Stewart.

Seu coração sempre foi de Jordan, mas ele rejeitava os sentimentos da moça (achando-a nova demais). Em sua adolescência não conseguia aceitar tal decisão e em seus subconsciente utilizou seu anel de poder para transformar seus corpo numa mulher adulta. Somente aí, Hal conseguiu corresponder seus sentimentos por ela.

A vilã Safira Estrela controlou mentalmente, Arisia forçando-a a lutar contra Hal durante um encontro deles (mais tarde Safira foi derrotada).

Quando Sinestro exterminou 16 bilhões de vidas no mundo de Killowog, Arisia ofereceu seu ombro pro amigo. Por causa da proximidade ele acabou se apaixonado pela amiga, no entanto não foi correspondido.

Pouco tempo depois, Kilowog foi tomado por uma imensa sede de vingança, a heroína impediu-o de matar Sinestro que foi aprisionado. Após a execução do vilão tivemos a degeneração da Bateria Central e todos os Lanternas que estavam lá tiveram a energia de seu anel de poder sugada.

Então temporariamente, Arisia e Hal foram morar na casa de John e Katma, mas tiveram que sair devido as diversas discussões. O agravante foi o assassinato de Katma pelas mãos da Safira Estrela.

Jordan e Arisia foram morar em Chicago, mas logo se separaram continuando apenas como amigos. Então, Arisia havia ido visitar seu amigo Kilowog, mas recebeu uma pancada na cabeça. Algo que fez sua mente regredir a sua idade adolescente.

Hal deixou-a coma LJA para que cuidassem dela até recobrar sua memória.

Algum tempo depois preocupados com o desaparecimento de vários Lanternas Verdes, pois até Kilowog estava desaparecido por dias. Uma parte da Liga liderada por Guy Gardner resolveu ir até Oa. A heroína se ofereceu pra ir também, mas Gardner não quis. Já que ela estava sem poderes pensou que só iria atrapalhar.

Arisia arranjou diversos armamentos e mostrou que estava decidia a ir de qualquer jeito. No planeta descobriram o corpo inerte do amigo que fora morto por Parallax, então Jordan atacou-os de surpresa e enviando-os de volta pra Terra.

Arisia ficou algum tempo trabalhando no Warrior, bar do Guy.  Mais infelizmente durante uma terrível batalha foi assassinada pelo Major Força.

Seu funeral foi marcado pela presença da LJA e Hal homenageou-a com um holograma esmeralda dela.

Anos depois com a volta de Hal e o ressurgimento da Tropa, Arisia havia sido encontrada viva junto com outros Lanternas Verdes (todos considerados mortos). Eles estavam em Biot, planeta dos Caçadores Cósmicos. Os “Lanternas Perdidos” foram resgatados e reintegrados a Tropa normalmente.

Quando lutou contra a Tropa Sinestro, Arisia virou amiga de Sodam Yat. Após o sacrifício de Sodam para salvar Daxam do terrível Mongul, Arisia foi vista na Noite Mais Densa enfrentando alguns Lanternas Negros de sua família.

Arisia participou de algumas séries animadas com poucas aparições, mas eu destaco Lanterna Verde: Cavaleiros Esmeralda.

Krona abriu um portal do universo de antimatéria para assim destruir toda vida em nosso universo. Os Guardiões pretendem deixar Oa levando consigo o grande Livro e a Bateria Central, mas antes mandam todos os Lanternas recarregarem seus anéis de poder.

Aqui, Arisia é uma LV novata e na companhia de Jordan vai conhecendo algumas histórias sobre a Tropa.  No final vemos, Arisia tendo a excelente ideia de como deter Krona. É uma trama dividida em capítulos, mas contendo aspectos interessantes da mitologia da Tropa.

Confira algumas imagens da linda Lanterna Verde Arisia e também de outras musas da DC. Na galeria abaixo você encontra: Caçadora, Poderosa, Batgirl, Yawara, Rocket, Miss Gsptlsnz entre outras

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