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Conan, O Barbáro

Marcando o início do sub-gênero espada e feitiçaria este é sem sombra de dúvidas um dos personagens mais queridos das HQs.

Nascido da mente de Robert E. Howard, em 1932. Nosso herói foi publicado em livros de bolso chamados pulps surgindo pela primeira vez na edição Weird Tales com a aventura “The Phoenix on the Sword” (A Fênix na Espada).

Infelizmente o autor suicidou-se, mas deixou uma obra considerável escrita deste Cimério  e de outros personagens como o rei Kull (um antepassado do Conan nos tempos da antiga Atlândida), e Salomon Kane (outro personagem que também não curto).

Após a morte de Howard os autores L. Sprague de Camp e Lin Carter continuaram escrevendo contos sobre Conan.

A Marvel Comics adaptou o anti-herói para as HQs nos anos 70, tornando-o famoso na cultura pop. Este gibi clássico tinha arte do mestre Barry Windsor-Smith e roteiro do consagrado Roy Thomas.

As histórias de Conan acontecem durante a Era Hiboriana que “historicamente” falando situa-se entre a época que Atlântida afundou e antes da ascensão do Império Romano.

O que chamou minha atenção em suas aventuras é que Conan é tipo um andarilho vivendo em vários lugares diferentes: Aquilônia, Zíngara, Nemédia, Hiperbórea, Valúsia, Stygia, Coríntia entre outras cidades.

Em suas extensas viagens, Conan já foi ladrão, mercenário, pirata e por último rei. Sempre enfrentado tiranos, guerreiros, magos, bruxas e monstros se livrando de situações absurdas valendo-se de sua coragem, enorme força e habilidade com a espada. Se não me falha a memória seu lema é “se sangra pode morrer”.

Ou quando está com raiva exclama: “por Crom” ou “Crom me carregue”, um deus Cimério que as vezes é benevolente ou em outras sarcástico e cruel.

O Cimério tem temperamento forte, adora beber vinho e também curte uma briga quando é provocado. Conan é um amigo leal, mas tem um coração mole quando o assunto é mulher. Nesse quesito sua vida amorosa foi bastante movimentada, pois por onde ia encontrava sempre alguma bela mulher para lhe fazer companhia.

Posso citar: Jenna, Chabela, Olívia, Nzinga entre outras. E além dessas mulheres havia aquelas que foram mais marcantes em sua vida como: Sonja, Bêlit, Valéria e Zenóbia (sua esposa).

Quando estava mais velho, Conan matou o tirano Numedides assumindo o trono de Aquilônia. E depois de se casar com a bela Zenóbia se tornou pai de: Conn, seu herdeiro ao trono e também da princesa Radegund.

Seu principais inimigos são:  Toth-Amon, Thulsa Doom, Devorador de Almas e Príncipe Yezdigerd.

No filme Conan, O Bárbaro (1982), temos a origem do anti-herói, interpretado pelo fortão Arnold Schwarzenegger. Nesta aventura enfrenta o feiticeiro Thulsa Doom (James “Darth Vader” Earl Jones), pois o vilão havia assassinado seus pais quando era criança.

Anos depois procurando vingança, Conan ao lado de Valéria (Sandahl Bergman) e Subotai (Gerry Lopez) vão resgatar uma princesa que se aliou ao culto do feiticeiro.

O filme mostra a clássica cena do Conan crucificado tendo que comer abutres para sobreviver e uma feiticeira que não aguenta transar com o Cimério sumindo de repente. Demonstrando um ótimo nível de ação, esta adaptação foi a mais fiel possível sobre o herói dos gibis, alçando Schwar ao sucesso.

Depois tivemos Conan, o Destruidor (1984) devido a morte de Valéria, Conan faz um trato com a feiticeira Taramis (Sarah Douglas) para ressuscita-la. Resultando na perigosa missão de levar a princesa virgem Jehnna (Olivia d’Abo) recuperando o chifre mágico de Dagoth.

Só pra constar, Sarah Douglas é bastante conhecida nossa por causa da vilã Ursa, de Superman 2.

Lembrando também que temos a presença da modelo/cantora Grace Jones como a guerreira Zula. Depois ela interpretou May Day em 007 Na Mira dos Assassinos (1985).

Apesar da produção caprichada o filme não foi bem aceito pela crítica. Olivia d’Abo recebeu um prêmio framboesa por sua interpretação, mas pra quem assistiu quando era moleque na década de 80 é um filme marcante.

Nos anos 90 tivemos na telinha, Conan: Animated Series que mostrava as aventuras do Cimério num estilo mais suave. Totalmente fora do contexto do gibis, Conan estava atrás de Wrath-Amon que havia transformado seus pais em pedra.

A intenção do feiticeiro era trazer o deus Seth para nosso mundo e aniquilar tudo, mas Conan tinha amigos na luta contra o mal. Needle, uma fênix muito chatinha, Zula, um príncipe Wasai, Greywolf, o feiticeiro, a bela ladra Jezmine e o viking Snagg.

O desenho teve apenas uma temporada com 64 episódios, porém apesar de eu ter acompanhado não gostava da abordagem fraquíssima dada ao Cimério.

O seriado televisivo do guerreiro, Conan: O Aventureiro foi estrelado por Ralf Moeller, em 1997. A grande diferença é que essa versão foi inspirada no filme dos anos 80 sendo um pouco diferente do que lemos nos quadrinhos.

Após a morte de seus pais, Conan foge sendo presenteado com a espada mágica de Atlantis, pois precisa enfrentar o vilão Hissah Zuhl para no futuro tornar-se rei.

Os efeitos especiais são fracos, pois a produção não é lá uma grande coisa. A série foi exibida pela Rede Globo tendo um total de apenas 22 episódios.

Em 2011 foi a vez de Jason Momoa interpretar o Cimério, em Conan, O Bárbaro.

Com uma vasta mitologia Conan foi uma adaptação que foi mal falada por alguns críticos que pude ler na internet. Principalmente quanto a atuação de Jason Momoa, mas apesar dele não ser tão musculoso quanto aos atores anteriores (sinceramente gostei do filme).

Além das locações que são belíssimas Conan aparece simplesmente como Conan: seu tempo como ladrão, a citação da HQ clássica da “Torre do Elefante“, as cidades como Hirkânia entre outras, bom só por isso eu gostaria de assistir uma continuação pra saber o que o diretor Marcus Nispel nos traria de bom.

Jason Momoa foi uma grata surpresa em sua caracterização como Conan, porque ficou boa lembrando fielmente o personagem dos quadrinhos (a espada, o cordão e o jeito de ser). Se há elementos das novas HQs pela Dark Horse infelizmente não posso falar, porque há anos não acompanho novas aventuras, porém isto é o de menos.

Apesar do filme ter ficado razoável dentro do possível ainda mais pela presença ameaçadora do vilão Khalar Zym (Stephen Lang). E também pela beleza de Rachel Nichols que quase me fez perder a atenção na história, porém ela atuou como uma verdadeira personagem das HQs do bárbaro feminina, forte e sensual na medida certa.

Infelizmente faltou mais daquela violência pungente que é uma característica crucial dos quadrinhos que lemos.

Nos gibis eu lembro quando o personagem era comparado a Amra, o leão e viajava pelos mares ao lado da lindíssima Bêlit, a rainha da Costa Negra (singrando pelos setes mares no navio Tigresa).

Uma fase inesquecível pra mim, pois eu ficava viajando como se participasse da aventura e isto sempre foi o que mais gostei na narrativa do personagem a gente parece estar vivendo cada passagem da HQ.

Confira na galeria abaixo algumas imagens de Conan que garimpei na web

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Batman

O Homem-Morcego ao longo das décadas já teve diversas releituras. As mais famosas delas foram feitas nos anos 70 com Neal Adams e na década posterior com Frank Miller.

A versão de Miller é tão marcante que tornou-se definitiva na forma de abordar nosso herói (até hoje). A famosa batalha entre, Kal e Bruce nesta obra será novamente mostrada em Batman vs Superman: A Origem da Justiça (é óbvio que eu como a maioria dos fãs estou ansioso pra ver isso na telona).

Essa batalha já foi vista na adaptação pra DVD com nome homônimo do gibi e também na série animada Batman: Os Bravos e Destemidos que homenageia de forma excelente diversos heróis e vilões tanto da Era de Ouro quanto da Era de Prata (e até alguns mais atuais como Jamie Reyes, o terceiro Besouro Azul).

O surgimento do Batman foi devido ao fato de seus pais serem assassinados por Joe Chill na saída do cinema após assistirem Zorro (isto todos sabem).

Um fato interessante é que o menino de 8 anos foi criado por seu tio Phillip Wayne que atualmente está sumido da continuidade (pra falar a verdade nunca tinha lido nada sobre ele).

Então foi logo nesse período que BW jurou vingança e começou treinamentos tanto físicos quanto intelectuais. E também estudou assuntos diversos como química, criminologia, artes marciais, teatro aprendendo ventriloquismo e a fazer disfarces (sendo inspirado pelo morcego na janela a por medo nos criminosos).

Durante a Era de Ouro o Batman original era muito mais durão, imbatível e implacável do que suas versões posteriores. Na época era considerado um vigilante agindo á margem da lei e ás vezes o Morcego portava arma agindo como um impiedoso matador.

Algo que foi mudado posteriormente para não manchar a imagem do herói.

A melhor parte é que durante as décadas houveram mudanças significativas, porém mantiveram sua essência.

Ainda na Era de Ouro deram uma suavizada em sua personalidade ao trazerem o órfão Dick Grayson para morar na Mansão Wayne (seus pais os Grayson Voadores foram friamente assassinados).

E esta tragédia trazia uma similaridade entre ambos os personagens. Então com  a introdução da figura saltitante e colorida do Robin, Batman ganhou muito mais notoriedade (e depois disso todo herói que se preze tinha um ajudante a tira colo).

Antes desse fato o Morcegóide apenas pensava e não havia ninguém com quem pudesse dialogar e a presença do pássaro vermelho funcionou como um Watson na vida do herói.

O grande atrativo do Morcegão pra mim consiste no que decidiu fazer com sua tragédia pessoal. Era algo que poderia destruir sua vida ou torna-lo até um ser humano frívolo, mas Bruce Wayne  preferiu tornar-se um herói (utilizando sua perda como combustível para combater o crime).

Mesmo que sombrio e assustador lutando contra todo tipo de malfeitor usando apenas astúcia, coragem e inteligência.

O meu fascínio pelo Batman é justamente, porque BW é um homem comum. E em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge podemos supor que qualquer um pode ser o Morcegóide (cena em que Robin encontra a Batcaverna).

Fato que nós leitores já estamos cansados de saber nos gibis, porque há um legado extenso de homens que através dos séculos perpetuaram o manto do morcego.

Na Era de Prata, que acontece durante os anos 50 indo até 70, temos algumas mudanças significativas, pois acrescentaram outros elementos nas histórias do Morcegão. Uma nova origem mantendo o assassinato só  que o mandante foi o criminoso Lew Moxon que havia ido parar na cadeia por causa de Thomas. O gângster contratou Joel Chill para então forjar o assassinato do Wayne e executar sua vingança.

É desta fase que Thomas usou um uniforme de Batman numa festa á fantasia. Bom, mantiveram a criação por seu tio, porém neste período quando o jovem BW ainda fazia seu treinamento também usou um uniforme igual ao do Robin.

Foi quando recebeu um treinamento especial de detetive do policial, Harvey Harris, de Gotham City. Aliás outro fato interessante é que BW esteve em Smallville e conheceu Superboy (e ambos trabalharam juntos em alguns casos).

É importante lembrar que foi nesta época em que Dick adotou uma postura mais adulta saindo da sombra do Morcego. Grayson decidiu ir pra faculdade demonstrando que o tempo estava realmente passando. Podemos notar também que o Coringa ganhou um destaque maior como arqui-inimigo do herói.

O seriado televisivo da Dupla Dinâmica alçou o herói ao status de ícone da cultura pop mundial. Outro destaque desta série nostálgica foi a adorável Tia Harriet (Madge Blake) que não sabia das aventuras de Bruce (Adam West) e Dick (Burt Wart).

Mais sinceramente um dos melhores atrativos pra mim além da Mulher-Gato, da inesquecível Julie Newmar. Foi o surgimento da exuberante Batgirl (Barbara Gordon), interpretada pela atriz Yvonne Craig (não demorou muito e nossa musa migrou pros quadrinhos).

Outra contribuição muito importante desta época foi do artista Sheldon Moldoff. Ele foi co-criador de diversos personagens importantíssimos da mitologia do Cruzado Embuçado.

Na lista temos, Batwoman, Betty Kane, Ace, o Batcão, Hera Venenosa e também tivemos o surgimento do Bat-Mirim, o Duende Morcego (Bat-mite).

Como se não bastasse a existência do chatíssimo do Sr. Mxyzptlk nas histórias do Azulão. Criaram esse outro doido pra atrapalhar o Homem-Morcego, Bat-Mirim afirmando ser um fã ardoroso do herói. Ele agia sempre na intenção de ajudar mais causava uma tremenda confusão.

Esse duende apareceu na série animada The New Adventures of Batman, da Filmation e também num episódio de Batman: Os Bravos e Destemidos.

Nesta história, Bat-Mirim conta alguns casos do Morcegão que aconteceram em realidades alternativas (é excelente).

Não poderia esquecer que várias das histórias do Cruzado Embuçado enveredaram pela ficção científica, mas depois de terem se cansado desta fórmula voltaram as raízes detetivescas, durante os anos 70.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do Batman que garimpei na web

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Watchmen

Originalmente foi uma minissérie lançada em 12 edições, nos Estados Unidos, em 1986. Porém o material só foi lançado por aqui pela Editora Abril, em 1988.

Em suas páginas temos arte marcante de Dave Gibbons e o excelente roteiro do inigualável Alan Moore. É uma obra-prima e também sendo considerada uma das HQs mais aclamadas e consagradas de todos os tempos.

Ao lado das clássicas edições Batman: O Cavaleiro das Trevas, Maus (Art Spiegelman) e A Queda de Murdock (todas lançadas durante a década de 80). Decretam o fim da Era de Bronze e iniciam a Era das Trevas (ou Era Moderna dos gibis).

O enorme sucesso do formato graphic novel ajudou a transformar as HQs no que antes era considerada “coisa de criança” despertando o interesse do público adulto (e também de crítica).

A trama de Watchmen acontece num universo alternativo aonde a Guerra do Vietnã foi ganha pelos EUA. Fato que deixou o presidente Richard Nixon um bom tempo no poder.

Quando li as edições pela primeira vez fiquei alucinado pela história por trazer uma trama praticamente como se estivesse na vida real, pois a polícia entrou em greve por causa dos heróis agirem em seu lugar.

Havia uma enorme crise uma política, social e pra piorar a população não apoiava os heróis. Resultando na Lei Keene que deixava os vigilantes na impunidade forçando-os a se aposentarem. E diversas vezes vemos nas paredes a famosa frase: “Quem vigia os vigilantes?(“Who watches the watchmen?”).

Outro fato interessante é que a equipe é denominada Watchmen por causa das pichações nas paredes e não porque eles se autoproclamaram assim.

Moore conseguiu descontruir a figura do herói lendário mostrado pela mitologia grega (desvirtuando-o dando-lhe defeitos, traumas e contradições). E também demonstrando na história diversas referências aos temas de arte, cultura popular, filosofia, ciências entre outras coisas.

No projeto inicial de Alan Moore seriam usados os heróis da Charlton Comics, mas DC havia comprado os personagens recentemente vetando o uso do roteirista na aventura.

Bom, pouquíssimo tempo depois os heróis da Charlton entrariam pra cronologia da editora habitando na Terra-4, uma das diversas realidades alternativas que sumiram durante a famosa Crise dos anos 80.

A Terra-4 era composta pelos heróis: Capitão Átomo, Besouro Azul, Questão, Sombra da Noite, Pacificador, Thunderbolt e Mestre Judoca.

Na minissérie os personagens foram modificados sendo que o Capitão Átomo virou o Dr. Manhattan (Jonathan Osterman), o Besouro Azul no Coruja II (Dan Dreiberg), mas podemos notar que existe também um pouco de Batman nele.

A linda Espectral (Laurie Juspeczyk) misturou a Sombra da Noite com a Canário Negro, o Comediante (Edward Blake) era o Pacificador, o Questão foi transformado no Rorschach (Walter Joseph Kovacs) e o Thunderbolt virou Ozymandias (Adrian Veidt).

Podemos notar que Moore colocou nos personagens diversos outros elementos dos gibis tornando sua aventura muito mais rica.

Como a existência dos Minutemen equipe formada por: Comediante, Capitão Metrópolis, Coruja I, Dollar Bill, Mariposa, Espectral I, Silhouette e Justiça Encapuzada.

Eles foram os primeiros heróis a atuar durante a década de 40 (algo que nos conecta a Era de Ouro e também a Sociedade da Justiça). Um aspecto interessante desta equipe é que nenhum deles tinha superpoderes.

Só que pela visão do roteirista nem tudo era tão magnífico como imaginávamos que poderia ser.

A Espectral era vendida escancaradamente como sex simbol, o Capitão Metrópolis, Justiça Encapuzada e Silhoette eram homossexuais.

O pior de todos era o Comediante que tentou estuprar a Espectral, mas de uma forma meio doentia ela se envolveu com Blake algum tempo depois e isso acabou com o seu casamento.

A história do Besouro Azul, Dan Garret foi adaptada de uma maneira muito interessante, pois se transformou no Coruja. O primeiro a usar este codinome foi o policial Hollis Mason, que começou a atuar nos anos 40 (inspirado pelo Superman que existia apenas gibis).

Em seu livro, Sob o Capuz, Mason demonstra ser um homem de princípios morais, mas detona aqueles vigilantes mascarados que agiam ao seu lado. Situação que preocupava “seus amigos” e também deixava o governo atento a esta situação.

Na trama, o Comediante é assassinado e logo ficamos sabendo que tanto Blake como o Dr. Manhattan agiam sob as ordens do governo. A morte dele desperta a atenção de Rorschach, um dos poucos vigilantes que continuavam na ativa (sendo caçado pela lei por causa disto).

Psicologicamente é um dos meus personagens preferidos na trama por causa de sua forma própria de agir. Kovacs é um sociopata, teve problemas durante a infância e age de forma violenta e muito psicótica. Lembrando bastante o Batman, no gibi O Cavaleiro das Trevas. Aplica um terrorismo mental em seus adversários sendo por causa de suas ações é que nós descobrimos que há um complô acontecendo nas mortes dos vigilantes mascarados.

Pra mim, Kovacs é um dos personagens mais densos, contraditórios e complicados que já li até hoje.

Outro que eu também sempre gostei é o Coruja II, Dreiberg foi um dos primeiros a se aposentar. Mais seu lado aventureiro teimava em resistir em seu inconsciente (fazendo visitas no seu esconderijo secreto). Ele foi baseado em Ted Kord, o segundo Besouro Azul sendo também um expert em tecnologia.

Sua personalidade solitária mudou completamente quando, Kovacs foi procura-lo voltando a usar uniforme e assumindo um romance com a linda Espectral.

Lembrando que na cena da invasão atlante mostrada em outra clássica edição Marvels, Alex Ross insere o Archie uma aeronave semelhante ao Inseto de Kord.

O menos interessante pra mim é o Dr. Manhattan sua presença mostra como seria na realidade a presença do Superman entre nós. O simples fato de sua existência durante a Guerra Fria pendeu a balança de poder pros Estados Unidos.

Tratado como um deus e agindo como tal pode usar o tempo-espaço ao seu bel-prazer. Osterman é outro que possuiu sérios problemas psicológicos perdeu sua definição de humanidade, mas também não se vê como um deus.

Apenas seu conceito de existência deixa minha mente confusa, pois ele é a própria teoria das supercordas andando pelo universo.

Pra mim Ozymandias era absurdamente estranho, pois virou um empresário bilionário (comercializando sua imagem em brinquedos) Apesar de ser bastante inteligente, Veidt defende apenas seus próprios interesses.  É uma versão óbvia do careca, Lex Luthor.

Watchmen é marcante, memorável e inesquecível. Então em 2009 a indústria do cinema quis adaptar uma versão desta icônica HQ.

Dirigida por Zack Snyder sua versão não consegue agradar a gregos e troianos. Servindo como um divisor de águas entre os puristas que adoram o gibi e aqueles que adoram o que se desenrola na tela.

Watchmen: O Filme é complexo, porque possui uma história tensa com diversas pitadas de críticas sociais e que demonstra muitos dramas reflexivos. Transformou-se em cult praticamente instantâneo, mas podemos notar que é um filme cabeça disfarçado de filme de HQ.

Na verdade a produção é impecável tanto em cenários quanto em efeitos especiais, porém devido a sua longa duração torna-se muito cansativo em alguns momentos.

Destaco as atuações de Jeffrey Dean Morgan (Comediante), Jackie Earle Haley (Rorschach), Billy Crudup (Dr. Manhattan) e Matthew Godde (Ozymandias) que ficaram simplesmente fantásticas. Mais como velho e incorrigível saudosista que sou ainda prefiro o gibi.

Em 2012 tivemos Antes dos Watchmen (Before Watchmen), uma minissérie bombástica que causou um grande rebuliço por mexer numa obra que pra maioria deveria ser intocável.

As edições obviamente contam aventuras que aconteceram “antes” do gibi clássico. Nas quais temos: Espectral, Comediante, Dr. Manhattan, Rorschach, Coruja, Minutemen, Ozymandias entre outros.

Temos diversos artistas participando das histórias como: Amanda Conner, Darwyn Cooke, Andy Kubert, Joe Kubert entre outros.

E só pra fechar tivemos um material extra após o filme ter sido lançado. Foram Contos do Cargueiro Negro e Sob o Capuz que são duas subtramas importantes dentro do gibi, de Watchmen. A primeira é uma história de terror muito macabra sobre um capitão de navio que ao encontrar piratas (somente ele sobrevive).

A história é pesada, sinistra e tão torturante, pois o capitão resolve voltar pra sua cidade a fim de tentar salvar sua esposa e filha de um iminente ataque dos ferozes piratas (temos cenas chocantes).

E a segunda conta a história de Hollis Mason, o primeiro Coruja que atuou nos anos 40. Mason concede uma entrevista pra TV, comentando sobre sua vida pessoal e de como tornou-se um herói.

A parte interessante é que também mostra depoimentos da Espectral I (Sally Jupiter) entre outras coisas. O que eu mais gostei foi Sob o Capuz, pois até fizeram comerciais da época, nos quais vemos, alguns comentários de pessoas nas ruas sobre a equipe Watchmen.

É algo que ajuda a compreender melhor o que acontece durante o filme ficando simplesmente sensacional!

Quando estava pesquisando acabei encontrando esta versão animada engraçada da equipe.

Confira na galeria abaixo algumas imagens dos Watchmen que garimpei na web

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Homem-Aranha – Anos 80

A Saga do Uniforme Negro

Eu não consigo mais acompanhar os gibis do Aracnídeo como antigamente, mas até que Spider-Verse me interessou. Apenas por conter “quase” todas as versões alternativas do Teioso, no entanto são muitas edições pra acompanhar (e eu não irei ler nada).

Como velho e incorrigível saudosista que sou fico me prendendo as antigas histórias que li. Será que é um erro? Não sei, pois a verdade é que já houveram tantas mudanças nas aventuras do Cabeça de Teia que não consigo mais ter paciência pra ler.

Bom, a entrada do artista Todd McFarlane foi muito significativa pras histórias do herói. Sua arte contribuiu pra demonstrar o Teioso totalmente encurvado ficando mais parecido mesmo com uma aranha. Além disso sua teia ficou com aparência suja demonstrando um fluido viscoso e gosmento.

Essa mudança visual alavancou as vendas dos gibis tornando-se um grande sucesso (vendendo uns cinco milhões de edições). E também estabelecendo um novo padrão nos quadrinhos da época.

Só pra constar as recentes adaptações do Amigão da Vizinhança pra telona demonstraram o formato da teia e também dos movimentos do personagem (baseados na fase de Todd McFarlane nos gibis).

Lembrando, que durante os anos 80 a Casa de Ideias lançou as Guerras Secretas. Aventura na qual heróis e vilões da editora se digladiavam num planeta distante (foram abduzidos pelo maluco do Beyonder).

Numa batalha o uniforme do Cabeça de Teia ficou rasgado e Peter encontrou uma máquina pensando que conseguiu costurar um novo. A grande diferença é que era todo negro com a aranha branca inteiriça (tanto na frente quanto nas costas).

Peter ficou eufórico ao descobrir que o novo uniforme além de ampliar sua força, lançava sua própria teia, mudava de aparência e se movia diante sua força de vontade. Na época eu achei o uniforme negro o máximo, mas depois ficamos sabendo que o uniforme era um parasita alienígena (que sugava sua energia vital).

Todas as noites que Peter voltava pro seu apartamento, o simbionte forçava-o a sair novamente pras ruas (deixando-o mais agressivo e exausto pra caramba). Quando começou a ficar difícil pra retirar o uniforme negro, Peter pediu ajuda pro Reed Richards que descobriu tudo sobre o simbionte.

A única solução foi usar uma arma sônica que conseguiu finalmente libertar o herói deste tormento. Foi muito engraçado ver o Escalador de Paredes com um saco na cabeça e usando um uniforme do Quarteto emprestado pra poder ir embora.

Reed aprisionou o simbionte, porém ele se soltou e foi a procura de PP. Infelizmente o simbionte fugiu e devido ao período que estava unido ao Cabeça de Teia encontrou-o facilmente.

O uniforme negro estava tentando dominar o Amigão da Vizinhança no alto de uma igreja (sendo o som de um sino tocando a única arma contra o alienígena). O simbionte deixa Peter de lado, mas une-se a Eddie Brock que havia sido despedido por uma notícia falsa (ambos nutriam um enorme ódio do Aranha).

Eddie se uniu ao simbionte formando Venom um dos melhores vilões das histórias do Aracnídeo (surgido no final da década de 80). Só pra contar o péssimo filme Homem-Aranha 3, de Sam Raimi (2007) mostrou um “pouco” desta origem.

O visual do uniforme negro ficou bastante popular e Peter acabou usando um outro uniforme, mas de tecido presenteado pela sua namorada a Gata Negra (deixando dependurado o clássico vermelho e azul).

Sobre Felicia lembro que na época ela não gostava do Peter, mas apenas do Cabeça de Teia. Situação bastante complicada de entender já que ambos são a mesma pessoa (loucura!).

Bom, durante os anos 80 ainda tivemos outros momentos marcantes nas histórias do Aracnídeo. Como a Morte de Jean DeWolff, a capitã de polícia havia sido morta pelo serial killer Devorador de Pecados. Eu me lembro que a capitã era a única que apoiava o herói e Peter descobriu que ela era apaixonada por ele (instigando um ódio tremendo pelo vilão e um imenso sentimento de vingança).

Também naquela década, tivemos outros vilões que davam muito trabalho pro Teioso como o Puma, Thomas Fireheart um mercenário que tinha poderes sobre-humanos místicos misturados com engenharia genética.

Outro que deixava o herói com bastante dor de cabeça foi o Duende Macabro que havia descoberto os equipamentos do Duende Verde e adaptado pra usa-lo. Lembro que havia uma grande expectativa pra saber a sua identidade.

Uma das maiores bombas na vida do Aracnídeo foi a revelação de Mary Jane que disse saber há muito tempo que PP era o herói. Fato que pouco tempo depois acabou culminando no casamento deles.

Mary Jane ficou grávida de Peter que resultou no nascimento da pequena May Parker. Só que infelizmente retiraram a menina da continuidade normal e a puseram numa realidade alternativa aonde ela cresceu e transformou-se na Garota-Aranha.

Anos 90 – A Saga do Clone

A década posterior amargou um grande fardo nas histórias do herói, pois Todd McFarlane havia saído da Marvel e fundou com outros artistas e roteiristas a Image Comics. A intenção era publicar suas ideias sem abrir mão dos direitos autorais. Foi uma renovação no mercado que até deixou a DC Comics em terceiro lugar em vendas.

Voltando, também tivemos a terrível e complicada Saga do Clone que adaptava uma história que havia acontecido lá nos anos 70. Quando o vilão Chacal criou Kaine, um clone deformado do Peter (ele também havia feito um clone da bela Gwen Stacy).

A aparição de Ben Reilly transformou a vida de Peter, pois ele passou a acreditar que não era o verdadeiro Homem-Aranha. Ben assumiu o codinome de Aranha Escarlate, pois tinha o mesmo senso de responsabilidade que Parker.

Um exame de DNA feito por Seward Trainer acabaria revelando que Ben era o “Aranha verdadeiro” fazendo parecer que toda a vida do herói escorria pelo ralo.

A situação não era das melhores a Tia May estava muitíssimo doente, Harry havia morrido, MJ ficou grávida e pra piorar mais ainda Peter perdeu seus poderes.

Após combater Kaine e o Chacal, Peter abandonou o traje pra seguir uma vida normal deixando, Ben assumir como protetor de Nova York.

Só que tudo não passava de um plano astutamente planejado por Norman Osborn que todos achavam que havia partido desta pra melhor (ele queria se vingar pela morte do seu filho Harry).

Na conclusão, Ben se sacrifica salvando os funcionários do Clarim Diário para que Peter possa lutar contra o Duende Verde. Após sua morte o corpo de Bem se dissolve comprovando que Peter sempre será o verdadeiro e único Homem-Aranha.

Foram praticamente dois anos de a Saga do Clone que mais pareciam uma eternidade deixando muitos leitores confusos. E sendo marcada como uma das piores de todos os tempos nas aventuras do herói.

Eu não poderia esquecer que ainda tivemos a também sofrível Crise de Identidade, na qual o Escalador de Paredes é acusado de assassinato (mais uma vez por causa de Norman).

Só pra fechar a Casa de Ideias resolveu reiniciar o Cabeça de Teia tentando torna-lo novamente acessível para novos leitores após as burradas que havia feito.

E nós tivemos Homem-Aranha: Gênese (ou Spider-Man: Chapter One), que foi uma pequena série de 13 edições escrita e desenha pelo mestre John Byrne.

Sinceramente apesar de gostar demais do Byrne foi algo sem necessidade nenhuma. Sua versão ficou marcada até como algo a parte do universo do herói tendo “talvez” acontecido em seu inicio de carreira.

A lista de namoradas do Cabeça de Teia aumentou, pois se antes havia Betty Brant, Liz Allan, Gwen Stacy, Mary Jane e Felícia Hardy. Agora ainda temos Michele Gonzalez, Carlie Cooper e Norah Winters.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do Espetacular Homem-Aranha que garimpei na web

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Legião dos Super-Heróis

“Vida Longa a Legião!”

Devido ao sucesso estrondoso que Superboy fez a editora decidiu lançar uma outra equipe em suas páginas, a LSH.

Dizem as lendas que Satúrnia (Irma Ardeen), Relâmpago (Garth Ranzz) e Cósmico (Rokk Krinn) se uniram tendo os feitos do herói como inspiração, mas inicialmente eles apareciam apenas como viajantes do tempo (que faziam visitas ao jovem Azulão).

Depois de terem feito diversos testes com o Superboy, eles efetivaram o Garoto de Aço na equipe.

Após algum tempo veio uma origem mais elaborada, na qual o milionário R. J. Brande  foi salvo de ser assassinado pelos três heróis. Como gratidão ele financiou e organizou a criação da equipe que teria heróis de praticamente todo universo. A primeira inspiração veio do Superboy e da Supergirl, no séc. XX (depois fizeram uma outra com a Liga da Justiça).

A Legião dos Super-Heróis é uma equipe na qual suas aventuras também acontecem em Metrópolis, mas no distante séc. XXX (atualmente é XXXI se não me engano).

A LSH foi criada pelo roteirista Otto Binder e também pelo artista Al Plastino, surgindo pela primeira vez em Adventure Comics #247 (1958).

Seus três membros originais são: Satúrnia, Relâmpago e Cósmico, mas nos anos 60 eles eram conhecidos como: Moça de Saturno, Rapaz Relâmpago, e Rapaz Cósmico.

A medida que outros integrantes chegavam na equipe recebiam Rapaz se fosse homem e Moça se fosse heroína (é que a Editora Ebal fazia esta nomenclatura).

Isso só foi mudado quando a Editora Abril começou a publicar as aventuras do grupo nos anos 80.

Como curiosidade a LSH é uma das equipes da DC Comics que mais teve integrantes e formações ao longo das décadas. Outra curiosidade é que o cargo de líder da Legião era rotativo.

Uma das marcas registradas do grupo é o famoso anel de voo da Legião que todos os membros mesmo aqueles que podem voar também usam.

O QG original da equipe era um foguete amarelo invertido (que mais parecia querer entrar no fundo da Terra).

A Legião tinha base na Terra, mas estava sempre atuando ao lado da organização Planetas Unidos formada por humanos e alienígenas (junto com a Polícia Científica, obviamente, uma força policial).

Fato interessante é notar a “Legião Adulta”, aventuras que mostram os heróis adolescentes com uma idade madura. Seus piores inimigos são: Senhor do Tempo, Quinteto Mortal, Mordru, Legião de Super-Vilões e o Círculo Negro.

Após a reformulação que aconteceu no Pós-Crise com, Kal-El feita por John Byrne lá nos anos 80.

Tivemos a afirmação que o Azulão nunca foi Superboy e isto criou uma enorme confusão na continuidade da equipe. Só que Byrne nos mostrou o Universo Compacto, criado pelo Senhor do Tempo.

Toda vez que a equipe viajava pro nosso passado em sua esfera temporal pensavam que estavam na Terra. Mais na verdade sua viagem era desviada pra esse falso universo criado pelo vilão.

Então quando terminou a minissérie Zero Hora que foi outra crise complicada (anos 90). A editora reformulou novamente todo seu universo. Foram várias edições começando pelo zero e com a LSH também foi assim. Os heróis foram rejuvenescidos e haviam retirado a inspiração do Superboy pro seu surgimento colocando Mon-El em seu lugar.

Mon-El é um daxamita que possui praticamente os mesmos poderes que o Super. A única diferença é que perde seus poderes quando está exposto ao chumbo. No período Pré-Crise, Mon-El estava na Zona Fantasma até, Kal encontra uma cura pra ele. O herói foi apenas liberto mil anos no futuro passando a integrar a Legião.

Nesta segunda reformulação tivemos uma nova formação do grupo com permanência de alguns heróis clássicos e inclusão de novos (como: Kinetix, Gates e XS).

A terceira reformulação da LSH ocorreu após a saga temporal Crise Infinita. Os Legionários mais conhecidos dos gibis estão de volta, mas demonstram origens totalmente diferentes daquelas que conhecemos. A grande diferença desta versão é que há um distanciamento emocional no tratamento das pessoas.

E também a Legião não é bem vista pelos órgãos governamentais, porém seus heróis se esforçam pra levar adiante o legado de heroísmo que havia no passado.

Na telinha lembro que a equipe teve algumas participações. A primeira foi em Superman: A Série Animada, no episódio “New Kids in Town”, aventura na qual temos Cósmico, Satúrnia e Camaleão.

Eles voltam no tempo para impedir que Brainiac destrua, Kal-El quando era adolescente. Desta vez o Superboy também serve como inspiração pro surgimento da Legião.

Depois tivemos outra participação no seriado Smallville, episódio “Legion” após Apocalypse ter atacado o casamento de Jimmy e Chloe. Clark está em choque, mas decide procurar por Chloe que foi sequestrada. Então de repente o Persuader ataca, Clark, porém a Legião  que nesta versão é composta por Rokk, Imra e Garth vem do futuro para auxiliar o amigo.

Dizem as lendas que este episódio  foi escrito por Geoff Johns.

E por último no episódio, “Longe de Casa”, da série animada da Liga da Justiça, tivemos uma outra aventura da LSH.

John Stewart, Oliver Queen e a Supergirl são abduzidos numa esfera temporal pro sec. XXXI. Quando chegam são recebidos por Brainiac 5 e Rapaz Saltador, um herói que sempre achei muito fraco.

Os Cinco Fatais atacam a base da equipe e conseguem levar o LV e o Rapaz Saltador. Infelizmente “quase” todos os membros da Legião estão sendo controlados mentalmente.

Kara quase morre tentando detê-los, pois os registros diziam que ela nunca retornaria desta missão. A verdade é que a Supergirl permaneceu no futuro deixando de viver na sombra do Azulão. Ela e Brainiac 5 passam a namorar algo que também aconteceu nos gibis.

Por último temos a série animada Superman e a Legião dos Super-Heróis que explorava muito bem o universo da equipe. Novamente demonstrando a origem Pré-Crise que havia nos gibis aonde, o Garoto de Aço serviu como inspiração pro surgimento da equipe. A grande diferença é que ele não sabia usar direito seus poderes, mas infelizmente teve curta duração indo de 2006 a 2008.

Lembrando que na época havia aquela pendenga judicial entre a DC e a família Shuster e por esse motivo o nome Superboy não foi utilizado no desenho. A última notícia que li foi que a Warner Bros. conseguiu sair vitoriosa no processo judicial.

Confira na galeria abaixo algumas imagens da fantástica Legião dos Super-Heróis que garimpei na web

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Os Cavaleiros do Zodíaco

Pra quem curtiu os anos 90 assistir aos Defensores de Athena foi algo fantástico, maravilhoso e inesquecível. Todos os meus amigos e eu íamos correndo pra casa assistir ao anime na extinta Rede Manchete (para depois nos reunirmos e comentar sobre o episódio).

Os Cavaleiros foi o responsável pela volta do enorme sucesso do anime no Brasil tornando-se uma mania indiscutível pra aqueles que viam explodir a “Cosmo Energia” e abrindo caminho pra Dragon Ball, Shurato, Sailor Moon entre vários outros!

Saint Seya primeiro surgiu como mangá ilustrado e escrito pelo lendário Masami Kurumada, sendo publicado na revista Weekly Shonen Jump, de 1986 até 1989. E seu sucesso rendeu o anime produzido pela Toei Animation.

Como curiosidade o anima só ficou conhecido como Cavaleiros depois que foi pra França quando teve o título de Les Chevaliers du Zodiaque, em 1988.

Dizem as lendas que os Cavaleiros (“Saints”) trajavam armaduras que eram baseadas nas constelações que os protegiam. A missão deles é defender a reencarnação da deusa Atena numa batalha contra qualquer um que deseje dominar a Terra.

Então vemos os acontecimentos de seis anos no passado quando, cem órfãos japoneses são enviados para vários lugares do mundo para que possam se tornar cavaleiros (a serem comandados por Atena).

Após mais algum tempo ficamos conhecendo Seya que havia sido enviado pro Santuário na Grécia para se tornar o Cavaleiro de Pégaso (sendo treinado pela bela Marin de Águia). Ele consegue a armadura depois de lutar contra Cassios. Durante a noite, Seya é atacado pela amazona Shina, de Cobra que queria vingança por ele derrotar seu protegido e tentando mata-lo pra pegar sua armadura.

Ele derrota a todos seus inimigos e retira acidentalmente a máscara de Shina que demonstra ser muito linda também. Ficar sem máscara é algo proibido no Santuário e Shina jura vingança novamente contra ele por causa disso (pra mim ela se apaixonou por Seya).

Ao retornar pro Japão, Seya resolve procurar Seika, sua irmã mais velha. Ela havia desparecido ao mesmo tempo em que Seya havia ido pra Grécia e Saori Kido que havia assumido o lugar do seu avô na Fundação Graad (faz um trato com ele). Convencendo-o a lutar na Guerra Galáctica que tinha como prêmio a Armadura de Ouro de Sagitário. Se Seya ganhasse ela ajudaria a encontrar sua irmã.

Durante a Guerra Galáctica, Seya torna-se amigos de outros Cavaleiros de Bronze: Shiryu de Dragão, Hyoga de Cisne, Shun de Andrômeda e por último Ikki de Fênix.

Eu sinceramente não gostava do Seya. Apesar do seu impressionante “Me dê Sua Força Pégasus!” e também do impactante “Meteoro de Pégaso” pra mim parecia que todo mundo puxava o saco dele.

O meu cavaleiro preferido é o Ikki, pois foi mandado pra Ilha da Rainha da Morte no lugar de Shun e sofreu horrores com seu mentor Guilty quando estava por lá. Até se apaixonou pela linda Esmeralda que infelizmente acabou morrendo devido a uma falha sua.

Depois tomado pelo ódio, Ikki esteve comandando os Cavaleiros Negros e desejava se vingar contra Saori. No início ele tentou roubar a Armadura de Ouro de Sagitário (mais se arrependeu e ajudou seu irmão e amigos sempre quando precisava).

Eu ficava totalmente impressionado com o seu poder “Ave Fênix” e também o “Golpe Fantasma de Fênix”.

Outro de quem eu gostava era o Shiryu, de Dragão que havia sido mandado pra China. E treinando nos Cinco Picos de Rozan, sob a tutela do Mestre Ancião (que me lembrava demais o Mestre Yoda, Star Wars).

Eu ficava perturbado com sua “Cólera do Dragão”, mas também notei que Shiryu sofria muito durante as batalhas. Sempre tendo que superar seus limites ficou gravemente ferido várias vezes e até perdeu a visão. Sua personalidade reservada e demonstrando sabedoria era totalmente diferente do restante do grupo.

Já, Hyoga de Cisne me parecia arrogante e muito chorão sempre reclamando a perda de sua mãe. Após perder a minha comecei a entender pelo que, Hyoga estava passando.

Ele foi treinado na Sibéria pelo Cavaleiro de Cristal tendo que desenvolver seu golpe o “Pó de Diamante”. Em outros episódios vemos, Hyoga aprimorar o seu sétimo sentido utilizando a Execução Aurora (que chega ao nível de zero absoluto).

E por último temos, Shun de Andrômeda que seria enviado pra Ilha da Rainha da Morte, mas Ikki sacrificou-se salvando-o de morrer lá. Ele havia sido enviado pra Ilha de Andrômeda e seu tutor era Albiore de Cefeu.

Graças a determinação da bela  June, de Camaleão treinando junto com Shun que ele conseguiu sua armadura (June também curtia uma paixão mal resolvida por ele).

Shun sempre demonstrou ter uma natureza pacífica. Sendo absurdamente contra seu caráter usar de violência pra conseguir seus objetivos.

Quando sua paciência se esgotava era quando decidia partir seus inimigos ao meio com seu poder “Corrente de Andrômeda”. Sinceramente sua corrente parecia até que estava viva (era assustador).

Demonstrando ser humilde e gentil sua masculinidade sempre foi posta a prova quando meus amigos e eu conversávamos por causa de sua constelação protetora ser uma mulher (e também por sua armadura cor de rosa).

Os Cavaleiros são distribuídos nas categorias: Bronze, Prata e Ouro. A parte interessante no anime é que Seya e cia. estão lá embaixo na hierarquia dos Cavaleiros mas devido ao forte elo de amizade, coragem e responsabilidade.

Os Cavaleiros de Bronze lutam contra todas as adversidades conquistando mesmo com bastante sofrimento a missão que se propuseram a cumprir.

A minha saga preferida é a Batalha das Doze Casas. Saori foi ferida com uma flecha dourada e os Cavaleiros de Bronze precisam do grande mestre para retira-la. No espaço de apenas 12 horas eles precisam enfrentar os poderosos Cavaleiros de Ouro para salvar a deusa Atena.

O tempo até parecia longo, mas a cada casa zodiacal que os Cavaleiros precisam ultrapassar os desafios tornam-se cada vez mais difíceis.

Bom, não gosto da Saga de Asgard, na qual eles enfrentam a bela Hilda, de Polaris ficou muito chato. E detesto a Saga de Poseidon que me pareceu somente mais do mesmo.

Os Cavaleiros do Zodíaco tinha uma enorme quantidade de personagens que apareciam e sumiam durante os episódios. Só que os Cavaleiros de Aço chamaram minha atenção, pois usavam armaduras mecânicas, com tecnologia moderna, para defenderem Atena.

Geralmente eles eram tipo uma equipe de apoio pra Seyia e cia. lutando contra seus inimigos. Os Cavaleiros de Aço são: Sho, do Céu (Condor), Daichi, da Terra (Raposa) e Ushio, do Mar (Merlin).

Outro personagem que retirou os Defensores de Atena de algumas enrascadas foi Kiki, aprendiz de Mu de Áries. Quando, Shiryu foi pedir ajuda pra consertar as armaduras do Dragão e Pégasus (o menino passou a ficar com eles durante as aventuras subsequentes).

O sucesso dos Cavaleiros rendeu diversos jogos e também outros animes. O mais recente deles é Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário. Desta a vez a animação foi feita em CGI, mas eu detestei a caracterização dos nossos heróis que ficou totalmente diferente do anime clássico.

Confira na galeria abaixo algumas imagens dos Cavaleiros do Zodíaco e também de alguns outros animes que garimpei na web

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Demolidor – O Homem Sem Medo

O herói cego nunca foi top de linha da Marvel Comics. E durante as décadas sempre ficou jogado em segundo plano, mas mesmo assim possui uma enorme legião de fãs fiéis.

Seu nome original é Daredevil que pra nós seria algo parecido como “demônio desafiador”.

Matt Murdock surgiu pela primeira vez em Daredevil # 1, de 1964 pouco tempo depois do Quarteto Fantástico e dos Vingadores (como curiosidade houve antes dele outro herói usando o mesmo codinome).

O primeiro Daredevil surgiu durante a famosa Era de Ouro e foi criado por Jack Binder e Jack Cole, em 1940 (sendo publicado pela Lev Gleason Publications). Bart Hill surgiu pela primeira vez no gibi Silver Streak # 6 usando um uniforme azul e vermelho e como arma utilizava um bumerangue.

Outra curiosidade é que o Demolidor é o segundo herói cego dos quadrinhos, pois o primeiro foi o Doutor Meia-Noite.

Voltando, no inicio Matt usava um estranho uniforme amarelo e vermelho muito espalhafatoso (pra mim o atual é mais intimidador).

Matt era um ótimo aluno e também um atleta admirável, mas seu pai queria que se dedicasse somente aos estudos (sua intenção era que o filho não se tornasse um boxeador igual a ele).

Quando tentou salvar um senhor que iria ser atropelado por um caminhão com material radioativo. Ele perdeu a visão, mas todos os seus outros sentidos foram inacreditavelmente ampliados.

O mais incrível deles foi a audição que virou uma espécie de radar (ficando igual a um morcego). Matt teve que aprender braile para continuar seus estudos. Foi quando conheceu Elektra na faculdade que ele viveu um grande amor. Ela era filha de um embaixador grego e de tão impressionado acabou revelando seus poderes.

Após a morte do pai, Elektra não conseguiu mais estudar e voltou pra casa abandonando, Matt.

Jack Murdock era um boxeador conhecido como “O Batalhador”, mas estava decadente. Então lhe arranjaram uma luta pra ele perder, porém Jack se recusou a entregar por causa da presença do filho (e sua morte foi decretada).

Matt assumiu o nome de Demolidor (que era um apelido antigo). Com a intenção de vingar a morte do seu pai e foi atrás dos malfeitores. Ao encontrar o mandante que ordenou a morte do seu pai, ele morreu de ataque cardíaco.

Matt se divide numa vida dupla, pois durante o dia trabalha como advogado (defendendo casos no tribunal). E quando a lei não agia de noite protegia os cidadãos como Demolidor na Cozinha do Inferno (Hell’s Kitchen), em Nova York.

Inicialmente nos anos 60 suas histórias tinha um tom mais sóbrio, porém depois ficou reprisando o clima mais leve das aventuras do Homem-Aranha.

Seus vilões eram ridículos e nesse período Foggy Nelson e Karen Page estavam desconfiando que Matt era o Demolidor. Então ele criou uma nova identidade, Mike Murdock seu irmão gêmeo que possuía uma personalidade totalmente diferente dele (mais essa mentira não se sustentou por muito tempo).

Durante os anos 70, o Demolidor estava combatendo o crime em São Francisco na companhia da bela Viúva Negra que se tornou sua namorada. A parte interessante é que de tempos em tempos ao se reencontrarem rola sempre uma faísca muito intensa (entre Matt e Natasha).

Matt Murdock é um importante advogado criminalista que trabalha num escritório com Foggy Nelson (seu melhor amigo). A linda Karen Page surgiu como secretária no escritório de advocacia de Nelson & Murdock.

Ela acabou despertando o interesse dos dois, mas seu coração ficou com Matt. Infelizmente seu relacionamento não durou muito devido há vários problemas (e eles terminaram). Desde então, Karen havia sumido da vida do herói urbano.

Durante a impactante “A Queda de Murdock”, Karen havia retornado como uma atriz pornô e viciada em drogas. Para arranjar alguma dose ela havia revelado a identidade secreta de Matt (pra um traficante)t.

Esse traficante usando tal informação revendeu pro Rei do Crime que destruiu a vida do herói. A passagem de Frank Miller (roteiro) e David Mazzuchelli (arte) transformou o personagem dando uma característica mais adulta e realista em suas histórias.

Somente por causa da passagem de Frank Miller pelas páginas do herói evitou o cancelamento de sua revista (marcando para sempre o estilo que injetou no herói como uma referência a ser seguida).

A minissérie Demolidor: Fim dos Dias (End of Days) é a saga que mostra como o herói  cego irá morrer.  Eu sinceramente não me interessei em ler, pois pra mim esse negócio de morte nos quadrinhos já virou um pé no saco.

Um detalhe interessante é que o Demolidor não gosta de interagir com outros heróis, mas mesmo assim já atuou em algumas equipes como: Defensores, S.H.I.E.L.D., Paladinos Marvel e Tentáculo.

Seus relacionamentos mais famosos foram com a Viúva Negra, Elektra e Karen Page. Mais sua lista amorosa é enorme e também conta com: Heather Glenn, Mary Tyfoid (história muito doida), Glorianna O’Breen, Nyla Skin, Número Nove, Eco e Milla Donovan (foi casado com ela).

Como curiosidade nos anos 70, Angela Bowie, ex-mulher do cantor David Bowie tinha recebido os direitos televisivos pra criar uma série televisiva. Black Widow and Daredevil só não foi ao ar devido ao custo e também os recursos pra efeitos especiais. Mais na web podemos ver algumas fotos dela vestida como a heroína que pra mim ficou muito fraquinha (sorte a nossa, pois seria um fiasco total).

Em 1989 tivemos o estranhíssimo filme, O Julgamento do Incrível Hulk, com o ator Rex Smith. O advogado cego usava um traje ninja preto e tinha o nome de Audacioso que seria a introdução de Matt pra uma série somente sua (chega já comentei sobre isso aqui).

O último foi Demolidor – O Homem Sem Medo com Ben Affleck, em 2003 (eu também já comentei aqui).

Atualmente o Demolidor irá ganhar uma nova série pela Netflix.  O ator Charlie Fox irá interpretar Matt Murdock, Karen Page (Deborah Ann Woll), Foggy Nelson (Elden Henson) e Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio).

A série do Demolidor só irá estrear em abril, mas a expectativa para que seja um grande sucesso já começa agora. Li comentários que o Demolidor estará na série Os Defensores e também irá participar dos filmes Vingadores: Guerra Infinita – Parte I e II (é só aguardar pra assistir).

Só pra fechar, Matt tem como principais aliados: Luke Cage e Punho de Ferro, Homem-Aranha (ambos conhecem suas identidades secretas), Mulher-Hulk com quem troca conselhos e Justiceiro (Frank Castle – que oscila entre inimigo e parceiro).

Seus principais inimigos são: o Rei do Crime (Kingpin – Wilson Fisk), o Mercenário (Bullseye) e o Tentáculo. Mais também temos alguns vilões como: Homem-Púrpura, Arauto da Morte, Coruja, Bazuca, Guerrilheiro, Entidade Infernal, HIDRA, Senhor Hyde entre outros.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do incomparável Demolidor que garimpei na web

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Robin, o Menino-Prodígio 

Ele é considerado um dos personagens mais importantes na mitologia do Homem-Morcego. E a princípio surgiu, porque Batman não tinha com quem dialogar.

Dizem as lendas que Batman foi inspirado no Sherlock Holmes e Robin funcionava como Wastson em suas aventuras. A partir daí surgiu a famosa expressão máxima “Dupla Dinâmica”.

Dick Grayson foi o primeiro herói de sua dinastia a usar o manto de Robin com aquele shortinho ridículo, a capa amarela chamativa e aquela sandália de Peter Pan (ao longo das décadas tivemos outros Robins).

Richard Grayson foi criado pelos lendários Bob Kane, Bill Finger e Jerry Robinson. E sua primeira aparição foi no gibi Detective Comics #38, em 1940.

Como curiosidade após o sucesso do surgimento do Robin tivemos vários outros moleques saltitantes, parceiro mirim e sideckics ao lado dos heróis (todo herói de respeito tinha que ter um).

Bom, na história Dick assiste seus pais, um grupo de acrobatas conhecido como Os Grayson Voadores morrerem numa queda fatal do trapézio. Logo descobriram que a corda havia sido cortada a mando do chefão Zucco, pois o dono do circo não queria pagar pela “proteção”.

Quando, Batman investiga o caso acaba descobrindo o enorme desejo de vingança que Dick sentia (e decidiu acolher o pequeno órfão).

Então, o Homem-Morcego decide reunir provas contra o responsável e também passou a treinar o menino, principalmente , porque a polícia estava na folha de pagamento da máfia. Depois de ser exaustivamente treinado, Dick tornou-se o Robin e passou a enfrentar o crime ao lado do Cruzado Embuçado.

Além de ser um ótimo detetive tão bom quanto o Batman, Dick detém outra característica muito marcante quando era moleque, pois adorava fazer piadinhas durante as lutas.

Há um elo que liga fortemente, Bruce e Dick, porque ambos sofreram a perda dos pais quando eram muito jovens. Só que a grande diferença entre eles é que Dick não deixou de viver por causa de sua perda. Enquanto, Bruce tornou-se um homem sombrio e marcado pro resto da vida.

Na telona, Robin já foi interpretado por vários atores ao longo das décadas.

Em 1940 o cinema era uma grande sensação e tinha uma enorme popularidade e vários heróis aventureiros foram adaptados pra telona.

Então, em 1943, a Columbia Pictures produziu o serial The Batman e nela tivemos o primeiro ator a vestir o manto de Robin que foi Douglas Croft . Nesta época ele tinha apenas 17 anos (enquanto Lewis Wilson fazia o papel do Homem-Morcego).

A parte interessante é que a Dupla Dinâmica não atuava como vigilantes, mas eram agentes do FBI agindo contra o vilão Dr. Daka e aqui também surgiu pela primeira vez a Batcaverna que depois migrou pros gibis.

Depois em 1949 tivemos Batman and Robin também produzido pela Columbia Pictures. O ator Johnny Duncan interpretava Robin e Batman era vivido por Robert  Lovery. A parte interessante está na presença da repórter Vicki Vale (Jane Adams).

Nestas aventuras nossos heróis combatiam o vilão Mago (Wizard) e tinham o auxílio do Comissário Gordon (Lyle Talbot). Como curiosidade foi a primeira vez que o bat-sinal iluminou os céus de Gotham City.

De todos os atores que já interpretaram o Menino-Prodígio o mais famoso deles é Burt Ward.

Sua participação ao lado de Adam West no clássico seriado televisivo de 1966 transformou a Dupla Dinâmica em ícones pop ao redor do mundo inteiro. Atualmente podemos notar que tudo é muito fraco e os defeitos especiais são paupérrimos, mas mesmo assim eu ainda adoro.

Anos depois foi a vez do ator Chris O’Donnell que atuou no péssimo Batman Eternamente e também no pior ainda  Batman & Robin  ambos dirigidos pelo infame  Joel Schumacher (sem comentários).

O mais recente deles foi  em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012), no qual tivemos Joseph Gordon-Levitt que interpreta o policial John Blake. A parte interessante é que Blake irá suceder, Bruce como o novo protetor de Gotham, pois ficou subentendido que isso “poderá” realmente acontecer.

Isso levanta a questão que pode haver vários Batmen protegendo a cidade já que nos gibis sabemos que também há uma dinastia erguendo o manto do Morcegão.

O pássaro vermelho participou de diversas séries animadas na telinha. A primeira foi no clássico da Hanna-Barbera, Super Amigos lá nos anos 70.

Depois foi a vez do The New Scooby- Doo Movies também da Hanna-Barbera na qual houveram duas participações especiais da Dupla Dinâmica.

Nos anos 90 foi a vez da insuperável Batman: A Série Animada que mostrou sua origem similar a dos gibis e seus uniforme ficou igual aquele usado por Tim Drake.

Em 2004, foi a vez de O Batman mostrando Dick numa versão mais infantil.

Os Jovens Titãs (Teen Titans) foi um desenho feito num estilo que lembra o anime. A Torre Titã é o QG da equipe é lá que moram, fazem treinamento e preparam-se pras missões.

Dick é o líder da equipe demonstrando ser realmente uma versão juvenil do seu mentor, pois usa vários gadgets durante as lutas. Robin é um ótimo detetive, hábil combatente corporal e seu pior inimigo é o Exterminador (Slade Wilson).

A melhor parte em assistir a esta série animada é ver que  as personalidades dos adolescentes são diferentes, mas agem compartilhando um forte elo de amizade. E também podemos notar que há participação de personagens importantes dos gibis como: Aqualad, Kid Flash, Ricardito, Terra, Abelha entre outros.

Em Justiça Jovem, Dick demonstra ter uma grande habilidade como combatente e também como detetive. Além disso podemos ouvir suas gargalhadas em tom de deboche durante os combates.

Na primeira temporada, Dick não estava muito maduro para liderar a equipe e quem assumiu foi Aqualad. Depois de algum tempo, Dick tornou-se líder da Justiça Jovem e assumiu o codinome de Asa Noturna passando o manto de Robin para Tim Drake.

E por último em 2013 tivemos Teen Titans Go! Nesta versão, Dick demonstra ser obcecado demais com seu trabalho (ás vezes fica cheio de raiva quando o resto dos Titãs não obedecem suas ordens).

Mais mesmo assim gosta de se divertir com o Mutano e Cyborg demonstrando de vez em quando ser bastante bobão.

Bom nos gibis, Dick é um dos fundadores e líder da Turma Titã que depois mudou pra Novos Titãs e teve um relacionamento duradouro e conturbado com a Estelar.

Além da princesa, Dick possui um invejável currículo amoroso, pois já teve em seus braços as heroínas:  Batgirl (Bárbara Gordon), Supergirl , Zatanna e Caçadora (Helena Bertinelli).

Só pra constar, Bette Kane (Labareda) se tornou heroína apenas, porque estava apaixonada pelo Robin (somente neste caso não sei se rolou algo entre eles).

Voltando, foi nesta equipe que Dick assumiu o nome de Asa Noturna (durante o famoso O Contrato de Judas).

Aliás houveram fortes boatos há alguns anos atrás que Contrato de Judas iria se tornar DVD animado, mas infelizmente tudo foi cancelado e nós ficamos apenas na vontade de assistir.

Bom, como curiosidade também há um Robin na Terra-2. Esta versão da Terra Paralela do herói é um advogado mais velho que se eu não me engano teve um relacionamento amoroso com Helena Wayne (a Caçadora original).

Sua origem é a mesma que existiu na Terra-1, mas aconteceu bem antes durante a Segunda Guerra Mundial. Como diferença gritante esse Dick Grayson nunca se tornou Asa Noturna e assumiu a proteção de Gotham adotando um uniforme muito similar ao do seu mentor.

O Robin, da Terra-2 atuou na Sociedade da Justiça e também no All-Star Squadron. Depois da saga Crise nas Infinitas Terras tanto o Robin quanto vários heróis da Terra-2 foram apagados da continuidade.

Só pra constar no excelente Batman: Os Bravos e Destemidos tivemos duas participações do Dick usando um uniforme semelhante ao herói da Terra-2. Sua primeira aparição foi no episódio The Color of Revenge, no qual surge protegendo Blüdhaven e precisa ajudar ao Batman numa missão.

Lembrei de algo interessante é que na introdução deste episódio temos uma homenagem dupla. Uma pro seriado dos anos 60 e na outra vemos o Morcegão dirigindo o Chrysler Imperial, uma das várias versões do Batmóvel que existem (nos gibis e nos filmes).

Voltando, sua segunda aparição foi no episódio Sidekicks Assemble!nesta aventura Robin, Ricardito e Aqualad precisam enfrentar o terrível Ra’s al Ghul (provando aos seus mentores que cresceram e se tornaram heróis dignos).

Bom, Dick Grayson é um notável acrobata, desenvolveu uma incrível agilidade durante as lutas e possui um enorme conhecimento de estratégia. Eu só passei realmente a respeitar o herói quando ele deixou as asas do Morcegão e foi pra faculdade (vivendo sua própria vida).

Sinceramente Dick é tudo aquilo que Bruce gostaria de ser e não se permite viver.

E pra fechar após a saga Mal Eterno (Forever Evil) haverá uma nova mudança na vida do herói, pois Dick terá sua identidade secreta revelada pelo Sindicato do Crime (isso resultará na transformação de Dick num agente secreto).

Confira na galeria abaixo algumas imagens que garimpei na web de Dick Grayson e também dos outros Robins

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Ben 10

“É hora de virar herói!”

Nosso pequeno herói foi criado por Man of Action que na verdade era um grupo formado por Joe Kelly, Joe Casey, Steven T. Seagle e Duncan Rouleau.

A primeira série animada de Ben 10 surgiu em 2005 durando até 2008 (no total foram exibidos 49 episódios).

Nós só começamos a assistir suas aventuras em 2006 e o jovem herói virou uma febre em tudo quanto é criança, adolescente, garoto e também adultos passaram a acompanhar suas aventuras.

O garoto Ben Tennyson teve a incrível sorte de encontrar o Omnitrix quando estava curtindo férias (com seu avô Max e sua prima Gwen Tennyson).

Ao encostar no relógio ele se conecta ao seu pulso conferindo-lhe o poder para se transformar em alguns alienígenas (isso atiça a imaginação de qualquer um).

A parte engraçada é que Ben não conseguia controlar as transformações que sempre mudavam pra um alien que ele não havia escolhido (era muito divertido).

No inicio, Ben levava tudo na brincadeira, mas aos poucos percebeu que deveria usar seus poderes para ajudar aos outros. Geralmente Ben e Gwen ficavam implicando um com outro, pois aparentemente não se davam muito bem.

Em contraponto seu avô Max que no passado havia sido um Encanador. Mostrava sempre pro neto o que fazer durante as aventuras. Apesar do menino sempre estar alheio a tudo isso agindo sem pensar direito, mas tudo dava certo no final.

A primeira fase da série animada começou fraca, mas com a participação do vilão Vilgax ia ficando mais interessante. Também gostei dos Cavaleiros Eternos que provaram ser uma organização militar muito perigosa (ainda mais, porque utilizam tecnologia avançada para concretizar seus propósitos).

Eu sempre detestei os episódios nos quais apareciam o Dr. Animal, pois pra mim ele é chato demais.

Depois foi a vez de Ben 10: Força Alienígena (Ben 10: Alien Force, no original ) que durou de 2008 a 2010 rendendo um total de 46 episódios.

Esta versão esteve sob o comando de Dwayne McDuffie e Glen Murakami. Lembrando que infelizmente McDuffie faleceu, em 2011, mas deixou um enorme legado pra nós.

Além de ser um grande escritor também participou das séries animadas: Super Choque, Liga da Justiça e Liga da Justiça: Sem Limites.

Voltando, desta vez houve uma mudança que ficou bastante melhor nesta série animada, pois o clima das aventuras ficou mais sombrio. E principalmente, porque acontece cinco anos depois demonstrando um amadurecimento dos personagens.

Ben havia deixado a agitação de herói pra trás e tentou manter uma vida normal, porém tudo mudou quando, Max desapareceu. A solução foi recolocar o Ominitrix para reencontra seu avô e no caminho deter novos inimigos.

A grande diferença nesta versão é que Ben, Gwen e Kevin viraram adolescentes acrescentando algumas coisas sobre relacionamentos (eu até fiquei impressionado ao ver o Kevin atuando com eles).

Houve um reforço de personagens com a entrada de outros filhos dos encanadores que ajudaram a enfrentar a ameaça dos Soberanos e seus DNAliens (entre diversos outros coadjuvantes).

A melhor mudança foi a presença da tenista Julie Yamamoto que vive na companhia do adorável alien Ship (que se transforma em nave e também numa armadura pra ela em determinados episódios).

Gosto do galvaniano Azmuth demonstrando sua inteligência fora do comum e seu incrível sarcasmo chamou minha atenção. E pra mim o melhor de todos é o Professor Paradoxo, um cientista imortal capaz de viajar pelo tempo e por diversas realidades alternativas quando bem entender (rendendo episódios complexos e interessantes).

Logo foi a vez de Ben 10: Supremacia Alienígena (Ben 10: Ultimate Alien) desta vez o Omnitrix foi destruído e Ben ganhou o Superomnitrix que além de possuir aliens conhecidos nossos ainda pode mudar pra suas versões Supremas.

Além de mostrar o retorno de um dos piores inimigos do herói. Vilgax que voltou como Diagon ainda temos uma ameaça pior ainda Agreggor que desejava conquistar o universo.

O moleque Jimmy Jones revela a identidade secreta de Ben  pro mundo todo e acaba complicando sua vida. Seu principal difamador é Will Arenga que aproveita sua projeção como apresentador para difamar, Ben mostrando-o como uma ameaça para nós.

Supremacia Alienígena ficou no ar de 2010 até 2012 durando um total de 52 episódios.

A quarta versão é Ben 10: Omniverse que novamente usa o Omnitrix e suas transformações nem sempre são aquelas que escolheu (é uma homenagem a primeira série animada).

Essa versão também modificou demais o herói deixando-o mais estilizado fato que eu detestei, mas temos a presença do novato Rook Blonko que utiliza a Proto-Arma durante as missões.

Suas aventuras na cidade subterrânea são a novidade desta fase, mas a grande diferença está na inclusão do vilão Khyber, o Caçador que almeja destruir Ben.

No início ele tinha o auxílio de um mascote que usa o Nemetrix que lhe fornecia aliens predadores do Omnitrix (só que durante um episódio se aliou ao Kevin).

E também temos o chatíssimo do Dr. Psychobos que desejar destruir Azmuth só para virar o ser mais inteligente do universo (inveja purinha).

Omniverse surgiu na telinha em 2012 e teve um total de 50 episódios com 22 minutos de duração cada.

E por último temos Ben 10: Omniverse – Monstros Galáticos que mostram aventuras com monstros que já apareceram antes.

Bom, como curiosidade nosso herói teve dois filmes que não foram bem sucedidos. O primeiro foi Ben 10: A Corrida Contra o Tempo (Ben 10: Race Against Time, de 2008) no qual o ator mirim Graham Phillips interpreta, Ben Tennyson.

Após voltar de suas férias de verão Ben é atacado na escola em Bellwood. O vilão Eon deseja pegar o Omnitrix para libertar os Chronians. Então Bem tem a difícil missão de derrotar Eon e também impedir que haja uma invasão do nosso planeta.

O grande problema desta produção são os efeitos especiais que deixaram muito a desejar.

O segundo live-action foi Ben 10: Invasão Alienígena (Ben 10: Alien Swarm,  de 2009) e desta vez temos a presença do ator Ryan Kelley como nosso herói.

Além de ser uma continuação direta do primeiro filme, Ben se encontra no terrível dilema que pode romper sua aliança com os encanadores. Já que sua missão é ajudar Elena que corre um grande perigo vindo de uma ameaça alienígena ou escutar seu avô que desconfia que ela esteja aprontando uma terrível armadilha pra ele.

A parte interessante é que o filme foi baseado na série animada Força Alienígena e ainda temos a presença tanto de Gwen (Galadriel Stineman) quanto de Kevin (Nathan Keyes). Infelizmente o nível dos efeitos especiais também ficou muito fraquinho estragando boa parte de nossa diversão, mas fora isso a caracterização de Ben, Kevin e Gwen ficou bastante fiel.

Eu não poderia me esquecer do episódio Ben 10.000, Ben e Gwen viajam 20 anos no futuro. Após Gwen ser sequestrada por uma mulher vestida de azul, Ben se transforma no XLR8 e atravessa um portal.

Indo parar numa belíssima Bellwood e nesta época ele está com 30 anos, mas tornou-se arrogante e mais distante do seu avô Max. Sua versão infantil ajuda na tarefa de deter o terrível Vilgax e também o infame Dr. Animal.

Eu gostei desta aventura porque demonstra uma possível linha temporal na qual futuramente nossos heróis ainda estarão atuando.

Só pra fechar apesar de ser descolado e ter aprendido a usar sua inteligência de maneira estratégica, Ben na grande maioria das vezes é mostrado como um rapaz muito desastrado e bastante trapalhão.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do Ben 10 que garimpei na web

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Capitão Britânia

Brian Braddock é um herói que defende a Inglaterra, porque como havia o exemplo do Capitão América (queriam que existisse um herói que identificasse o país). Suas histórias originais foram somente publicadas pela Marvel UK, uma editora da Casa de Ideias que existia no Reino Unido.

O Capitão Britânia foi criado pelo consagrado roteirista Chris Claremont e também pelo artista Herb Trimpe. Ele surgiu pela primeira vez na edição Captain Britain Weekly # 1, de 1976.

Brian é irmão gêmeo da heroína Psylocke (Betsy Braddock) que pertence ao famoso grupo mutante X-Men e também de Jamie Braddock (que tem o poder de manipular a realidade).

Durante um certo período o herói tinha apenas aventuras em seu país e não havia nenhuma ligação com o restante do Universo Marvel. Mais, em 1978, Chris Claremont mudou os rumos do Capitão Bretanha fazendo uma parceria dele com o Homem-Aranha (com a revista Super Spider-Man & Captain Britain).

Essa mudança simples fez com que o herói compartilhasse o mesmo universo que o resto dos personagens da editora. Quando a revista acima foi cancelada o herói migrou pra revista do Hulk e depois teve relançamento na antologia Marvel Superheroes.

Essa edição também tinha republicação de histórias do Quarteto Fantástico e do Nick Fury.

Nesta época a edição contava com a arte de Alan Davis que redesenhou o traje do Capitão e roteiro de Dave Thorpe (que depois foi substituído por Alan Moore).

Brian Braddock era um jovem que gostava de ler e estudar. Ele dedicou boa parte de sua juventude estudando física. Quando adulto recebeu incríveis poderes do Mago Merlin e decidiu se tornar um herói (assumindo o codinome de Capitão Britânia).

Seus poderes incluem força, voo, invulnerabilidade e velocidade fora do comum. Uma coisa bastante interessante é quando demonstra coragem e determinação, porque fica mais poderoso ainda (é que seus poderes estão ligados intimamente com suas emoções).

Houve uma época em que as histórias do Capitão estavam ligadas com os X-Men, pois ele conheceu Charles aceitando ingressar na equipe mutante. Pouco tempo depois, Brian uniu-se ao Noturno, Rachel Summers, Meggan, Lince Negra e formaram o grupo Excalibur.

As histórias do Excalibur pra mim eram ótimas, porque eles viajavam por diversas realidades alternativas diferentes (isto bem antes de existir Os Exilados).

Brian teve um namoro conturbado Courtney Ross de quem gostava muito, mas acabou terminando com ela. Algum tempo depois começou a se interessar imensamente por Meggan e o relacionamento culminou num casamento.

Numa dessas viagens, Brian e Meggan chegam ao centro do Multiverso e conhecem Saturyne ajudando-a a proteger as várias realidades que existem. Quando descobriram que a Feiticeira Escarlate alterou a realidade da Terra-616 (criando a Dinastia M).

Brian e Meggan foram designados a salvar nosso planeta, pois Saturyne iria usar o Nulificador para destruir nosso planeta que estava ameaçando acabar com todas as outras realidades do Multiverso.

Mais assim que chegaram aqui eles acabaram esquecendo de sua missão. Durante a Dinastia M, Brian era o rei do Reino Unido e mantinha os poderes de resistência física e voo. Estava casado com a metamorfa Meggan  e continuava irmão de Betsy Braddock.

Como sempre gostou de leitura desde cedo fora escolhido para reinar, pois sua irmã não quis o trono e seu irmão mais velho Jamie fora considerado insano para governar.

Com o passar do tempo, Brian conseguiu recuperar a memória e para salvar a Terra. Tinha que tampar o buraco dimensional, mas infelizmente sua esposa se sacrificou para que isso pudesse acontecer (algo que o deixou arrasado).

O herói participou da nova formação do Excalibur que foi convocada a pedido de Pete Wisdow para combater os X-Men Sombrios.

Nesta formação temos: Nocturna, Fanático, Sábia, Cristal e Pete.

O Capitão Britânia também participou dos Vingadores Secretos, mas ficou puto quando descobriu que o Gavião Arqueiro seria o líder ao invés dele.

Como curiosidade há uma Corporação dos Capitães Britânia uma equipe que reúne várias versões dimensionais do herói. E outra curiosidade é que o Capitão Britânia já teve um ajudante era Jackdaw, o Elfo (que infelizmente morreu em combate).

O Capitão Britânia deveria aparecer mais vezes em séries animadas da editora, pois eu conheço apenas uma participação sua no Esquadrão de Heróis (The Super Hero Squad Show).

O desenho foi inspirado numa linha de brinquedos produzida pela Hasbro sendo claramente voltado ao público infantil. E servindo como iniciação ao Universo Marvel, pois tanto heróis como vilões tinham um aparência bastante desproporcional (mostrando cabeça pequena e pés grandes).

O tom era voltado totalmente pra comédia em situações tão ridículas que eu me divertia pra caramba ao asssitir.

Nesta versão o Thor é muito convencido, o Hulk age como criança ficando com raiva por qualquer besteira, o Surfista Prateado age como um surfista entre outras características muito divertidas.

Houve um episódio em que o Wolverine resolveu abandonar a equipe. Sendo depois convidado pelo Steve a se unir ao Esquadrão de Capitães tornado-se o Capitão Canadá. Nesta aventura temos a presença do Capitão Britânia e também da engraçada Capitã Brasil que adora beijar e luta capoeira.

Atualmente a última coisa que eu soube sobre ele é que morreu novamente durante A Era de Ultron, mas a principal pergunta é quanto tempo ficará no limbo?

Fora isso na web teve uma notícia que “talvez” teríamos um filme do Capitão Britânia algo que eu duvido muito, pois o herói não é tão popular assim.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do Capitão Britânia que consegui na web

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