Musas de Tinta

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Sonja, a Guerreira

A heroína surgiu inicialmente como uma versão feminina do Cimério, mas com o passar dos anos ganhou aventuras fantásticas e mitologia própria.

Red Sonja foi inspirada num livro de Robert E. Howard, mesmo criador de Conan, O Bárbaro. A história “Red Sonya de Rogatino“, contida no conto “The Shadow of Vulture” (1934).

Um aspecto interessante é que a Red Sonya do conto viveu no séc. XVI enquanto nossa musa tinha suas aventuras há 10.000 anos A.C.

Red Sonja surgiu na Marvel pelas mãos do roteirista Roy Thomas e do artista Barry Windsor-Smith surgindo na edição Conan the Barbarian #23, em 1973.

A heroína é famosa por seus cabelos ruivos e seu provocante biquíni-armadura prateado, de argolas reluzentes. Como curiosidade na primeira história seu traje é uma blusa de malha e calças curtas de seda vermelhas. Porém o biquíni é o seu “uniforme” mais reconhecido e preferido entre os fãs.

Assim como o Cimério, Sonja também viveu na famosa Era Hiboriana e nasceu na Hirkânia. Seus pais moravam numa fazenda e sua família era bastante simples, mas seu pai já foi um mercenário.

Ele fazia questão de ensinar aos filhos homens como manejar uma espada, porém Sonja como menina podia apenas assistir aos ensinamentos. Ela ficava com raiva por não poder participar e durante a noite treinava escondida tudo que o pai ensinava aos irmãos.

Até que num dia, um grupo de mercenários veio convidar seu pai para uma missão, em Khitai. Ao recusar o convite foi assassinado pelos ex-companheiros e também por crueldade mataram sua esposa e filhos.

Nesta tragédia, infelizmente, Sonja foi violentada pelo líder do grupo e sua casa foi incendiada. Ela conseguiu se salvar de ser queimada enrolando-se num cobertor molhado. Quando saiu em disparada quase desmaiou e teve a visão de uma deusa que ao ouvir seu sofrimento apiedou-se dela e veio ao seu auxílio.

A deusa contou que lhe ofereceria força e coragem para tornar-se uma guerreira, mas teria que jurar não permitir que nenhum homem lhe tocasse. A menos que perdesse num combate, Soja aceitou a condição sendo tocada pela espada da deusa transformando-se em outra pessoa.

Caminhando pelo mundo, Sonja oferecia seus serviços como mercenária a quem lhe pagasse melhor.

Nos gibis antigos Conan e Sonja tiveram várias aventuras juntos. Sempre rolava um clima entre eles, mas Conan nunca chegou a derrota-la de verdade. Sonja demonstrava ter um interesse muito grande no Cimério.

A primeira atriz a interpretar Red Sonja foi Brigitte Nielsen, em Guerreiros de Fogo (1985).

Na história que segue “quase” fielmente a origem dos quadrinhos. A família de Sonja é praticamente exterminada a mando da rainha Gedren (Sandahl Bergman). A rainha deseja conseguir um talismã que lhe concederá poderes inimagináveis.

Em sua busca por vingança, Sonja encontra Kalidor que a ajuda e por quem acaba se apaixonando. O filme mostra estranhamente Swarza como Kalidor ao invés de Conan (eu nunca entendi a mudança drástica).

Guerreiros de Fogo é considerado um dos piores filmes já feitos servindo apenas pra assisti-lo como curiosidade, pois chega a ser bem inferior as antigas produções do Cimério.

Anos depois no seriado televisivo, Conan: O Aventureiro, estrelado por Ralf Moeller, a segunda atriz a interpretar Sonja foi Angelica Bridges.

Em 2009, estava rolando na web um boato que a atriz Rose McGowan iria interpretar nossa musa. Tivemos diversas imagens promocionais sendo mostradas, no entanto a produção não deu em nada.

Também tivemos outro boato de uma adaptação que iria pra telona em 2012, a atriz Amber Heard é quem interpretaria a heroína, porém a produção novamente naufragou.

Nos quadrinhos, Sonja esteve em parceira com o Homem-Aranha duas vezes. O primeiro crossover foi publicado em Marvel Team-Up 79, em 1979. Nesta aventura Mary Jane ao empunhar uma espada mágica transforma-se em Sonja que luta ao lado do Aracnídeo contra o feiticeiro Kulan Gath.

Após vários anos sendo publicada pela Casa de Ideias, Sonja mudou pra Dynamite Entertainment, aonde temos o segundo encontro com o Cabeça de Teia que foi publicado em duas partes com a dupla enfrentando mais uma vez Kulan Gath e Venom, em 2007.

A novidade é que recentemente suas aventuras são como rainha da Hirkhânia (Queen Sonja).

Confira na galeria abaixo algumas imagens da  Sonja que garimpei na web

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Herói

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Conan, O Barbáro

Marcando o início do sub-gênero espada e feitiçaria este é sem sombra de dúvidas um dos personagens mais queridos das HQs.

Nascido da mente de Robert E. Howard, em 1932. Nosso herói foi publicado em livros de bolso chamados pulps surgindo pela primeira vez na edição Weird Tales com a aventura “The Phoenix on the Sword” (A Fênix na Espada).

Infelizmente o autor suicidou-se, mas deixou uma obra considerável escrita deste Cimério  e de outros personagens como o rei Kull (um antepassado do Conan nos tempos da antiga Atlândida), e Salomon Kane (outro personagem que também não curto).

Após a morte de Howard os autores L. Sprague de Camp e Lin Carter continuaram escrevendo contos sobre Conan.

A Marvel Comics adaptou o anti-herói para as HQs nos anos 70, tornando-o famoso na cultura pop. Este gibi clássico tinha arte do mestre Barry Windsor-Smith e roteiro do consagrado Roy Thomas.

As histórias de Conan acontecem durante a Era Hiboriana que “historicamente” falando situa-se entre a época que Atlântida afundou e antes da ascensão do Império Romano.

O que chamou minha atenção em suas aventuras é que Conan é tipo um andarilho vivendo em vários lugares diferentes: Aquilônia, Zíngara, Nemédia, Hiperbórea, Valúsia, Stygia, Coríntia entre outras cidades.

Em suas extensas viagens, Conan já foi ladrão, mercenário, pirata e por último rei. Sempre enfrentado tiranos, guerreiros, magos, bruxas e monstros se livrando de situações absurdas valendo-se de sua coragem, enorme força e habilidade com a espada. Se não me falha a memória seu lema é “se sangra pode morrer”.

Ou quando está com raiva exclama: “por Crom” ou “Crom me carregue”, um deus Cimério que as vezes é benevolente ou em outras sarcástico e cruel.

O Cimério tem temperamento forte, adora beber vinho e também curte uma briga quando é provocado. Conan é um amigo leal, mas tem um coração mole quando o assunto é mulher. Nesse quesito sua vida amorosa foi bastante movimentada, pois por onde ia encontrava sempre alguma bela mulher para lhe fazer companhia.

Posso citar: Jenna, Chabela, Olívia, Nzinga entre outras. E além dessas mulheres havia aquelas que foram mais marcantes em sua vida como: Sonja, Bêlit, Valéria e Zenóbia (sua esposa).

Quando estava mais velho, Conan matou o tirano Numedides assumindo o trono de Aquilônia. E depois de se casar com a bela Zenóbia se tornou pai de: Conn, seu herdeiro ao trono e também da princesa Radegund.

Seu principais inimigos são:  Toth-Amon, Thulsa Doom, Devorador de Almas e Príncipe Yezdigerd.

No filme Conan, O Bárbaro (1982), temos a origem do anti-herói, interpretado pelo fortão Arnold Schwarzenegger. Nesta aventura enfrenta o feiticeiro Thulsa Doom (James “Darth Vader” Earl Jones), pois o vilão havia assassinado seus pais quando era criança.

Anos depois procurando vingança, Conan ao lado de Valéria (Sandahl Bergman) e Subotai (Gerry Lopez) vão resgatar uma princesa que se aliou ao culto do feiticeiro.

O filme mostra a clássica cena do Conan crucificado tendo que comer abutres para sobreviver e uma feiticeira que não aguenta transar com o Cimério sumindo de repente. Demonstrando um ótimo nível de ação, esta adaptação foi a mais fiel possível sobre o herói dos gibis, alçando Schwar ao sucesso.

Depois tivemos Conan, o Destruidor (1984) devido a morte de Valéria, Conan faz um trato com a feiticeira Taramis (Sarah Douglas) para ressuscita-la. Resultando na perigosa missão de levar a princesa virgem Jehnna (Olivia d’Abo) recuperando o chifre mágico de Dagoth.

Só pra constar, Sarah Douglas é bastante conhecida nossa por causa da vilã Ursa, de Superman 2.

Lembrando também que temos a presença da modelo/cantora Grace Jones como a guerreira Zula. Depois ela interpretou May Day em 007 Na Mira dos Assassinos (1985).

Apesar da produção caprichada o filme não foi bem aceito pela crítica. Olivia d’Abo recebeu um prêmio framboesa por sua interpretação, mas pra quem assistiu quando era moleque na década de 80 é um filme marcante.

Nos anos 90 tivemos na telinha, Conan: Animated Series que mostrava as aventuras do Cimério num estilo mais suave. Totalmente fora do contexto do gibis, Conan estava atrás de Wrath-Amon que havia transformado seus pais em pedra.

A intenção do feiticeiro era trazer o deus Seth para nosso mundo e aniquilar tudo, mas Conan tinha amigos na luta contra o mal. Needle, uma fênix muito chatinha, Zula, um príncipe Wasai, Greywolf, o feiticeiro, a bela ladra Jezmine e o viking Snagg.

O desenho teve apenas uma temporada com 64 episódios, porém apesar de eu ter acompanhado não gostava da abordagem fraquíssima dada ao Cimério.

O seriado televisivo do guerreiro, Conan: O Aventureiro foi estrelado por Ralf Moeller, em 1997. A grande diferença é que essa versão foi inspirada no filme dos anos 80 sendo um pouco diferente do que lemos nos quadrinhos.

Após a morte de seus pais, Conan foge sendo presenteado com a espada mágica de Atlantis, pois precisa enfrentar o vilão Hissah Zuhl para no futuro tornar-se rei.

Os efeitos especiais são fracos, pois a produção não é lá uma grande coisa. A série foi exibida pela Rede Globo tendo um total de apenas 22 episódios.

Em 2011 foi a vez de Jason Momoa interpretar o Cimério, em Conan, O Bárbaro.

Com uma vasta mitologia Conan foi uma adaptação que foi mal falada por alguns críticos que pude ler na internet. Principalmente quanto a atuação de Jason Momoa, mas apesar dele não ser tão musculoso quanto aos atores anteriores (sinceramente gostei do filme).

Além das locações que são belíssimas Conan aparece simplesmente como Conan: seu tempo como ladrão, a citação da HQ clássica da “Torre do Elefante“, as cidades como Hirkânia entre outras, bom só por isso eu gostaria de assistir uma continuação pra saber o que o diretor Marcus Nispel nos traria de bom.

Jason Momoa foi uma grata surpresa em sua caracterização como Conan, porque ficou boa lembrando fielmente o personagem dos quadrinhos (a espada, o cordão e o jeito de ser). Se há elementos das novas HQs pela Dark Horse infelizmente não posso falar, porque há anos não acompanho novas aventuras, porém isto é o de menos.

Apesar do filme ter ficado razoável dentro do possível ainda mais pela presença ameaçadora do vilão Khalar Zym (Stephen Lang). E também pela beleza de Rachel Nichols que quase me fez perder a atenção na história, porém ela atuou como uma verdadeira personagem das HQs do bárbaro feminina, forte e sensual na medida certa.

Infelizmente faltou mais daquela violência pungente que é uma característica crucial dos quadrinhos que lemos.

Nos gibis eu lembro quando o personagem era comparado a Amra, o leão e viajava pelos mares ao lado da lindíssima Bêlit, a rainha da Costa Negra (singrando pelos setes mares no navio Tigresa).

Uma fase inesquecível pra mim, pois eu ficava viajando como se participasse da aventura e isto sempre foi o que mais gostei na narrativa do personagem a gente parece estar vivendo cada passagem da HQ.

Confira na galeria abaixo algumas imagens de Conan que garimpei na web

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As Melhores Adaptações de HQs – Parte 3

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Escolher os melhores filmes é uma tarefa ingrata, pois parte para o gosto pessoal de cada um. Na maioria das vezes o sucesso de bilheteria acaba sendo o termômetro para estes casos.

Mais chega de enrolação e vamos ao que interessa.

Capitão América 2: O Soldado Invernal – 2014

Fora o primeiro Vingadores que foi simplesmente inesquecível. O segundo filme do bandeiroso é um dos melhores de todos da Marvel que já vi.

A parte mais interessante no roteiro é ter trazido, Bucky de volta dos mortos. Algo que já havia acontecido nos gibis, na excelente fase do Ed Brubaker.

O primeiro Capitão América conseguiu reavivar o ícone de Steve Rogers como um herói que vive fora de sua época, praticamente, sua marca registrada mais famosa.

Nesta continuação, Steve (Chris Evans) está trabalhando pra Shield desde a invasão alienígena em Nova York. Quando Nick Fury é gravemente ferido pelo Soldado Invernal (Sebastian Stan) e aparentemente é dado como morto.

Havia um dispositivo com Nick muito importante para Alexandre Pierce (Robert Redford). A Hidra está disseminando o caos desde a Segunda Guerra Mundial e Pierce na verdade é um agente desta organização infiltrado na Shield.

Steve é caçado como inimigo público por causa deste pen drive. A Shield pretende adotar medidas punitivas para atos terroristas, mas adota alguns procedimentos que violam a liberdade e a segurança dos direitos civis.

E só pra piorar Steve é acusado de conspiração política sendo caçado como inimigo público por causa das informações contidas neste pen drive.

É aí que entram seus aliados a belíssima Viúva Negra (Scarlett Johansson) que além de sua parceira acaba se tornando uma amiga. E o Falcão (Anthony Mackie), um ex-militar paraquedista que teve quase os mesmos problemas pessoais que o Capitão.

Como curiosidade nos quadrinhos, Sam Wilson é o primeiro herói afro-americano da Casa de Ideias. Ele foi parceiro do Bandeiroso durante os anos 70 ou 80 se não me engano e atualmente é o novo Capitão América.

Na recente reformulação da editora conhecida como Marvel Now! Steve Rogers não possui mais em seu corpo o soro do supersoldado. Virando um senhor de idade e tendo que passar seu manto para o amigo, Sam Wilson.

Voltando, ainda temos Sharon Carter (Emily VanCamp) que ajuda nosso herói no momento certo. A Agente 13 é uma importante namorada do herói nos gibis e vira também um interesse amoroso no filme.

É chover no molhado comentar que Capitão América 2 é fantástico, mostrando cenas de combate de tirar o folego e algumas tiradas engraçadas pra aliviar o clima tenso da trama.

Só pra constar minhas cenas preferidas são quando o Capitão luta contra Batroc (George St-Pierre) no navio. Outra luta sensacional contra agentes no elevador. E quando o herói está fugindo da Shiled numa moto destrói uma aeronave usando apenas sua agilidade e o escudo.

Na famosa cena pós-créditos temos o Barão Strucker que comenta sobre a destruição da Shield. E vemos numa cela os gêmeos Pietro e Wanda usando seus poderes. Se você não lembra quem são está na hora de saber.

Pietro e Wanda Maximoff são filhos de Erik Lehnsherr, famoso Magneto, mestre do magnetismo. Nos gibis eles pertenceram inicialmente a Irmandade de Mutantes, mas depois de algum tempo se redimiram e entraram pros Vingadores.

Cena que nos conecta ao excelente Os Vingadores 2: A Era de Ultron.

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Homem de Ferro – 2008

Nos gibis o herói nunca foi top de linha da Casa de Ideias, pois geralmente estava sempre jogado no segundo escalão.

Porém sua ousada adaptação foi a responsável por iniciar e também desenvolver todo o UCM. Graças ao seu sucesso tivemos as adaptações do Bandeiroso, Loirinho e Vingadores.

A transformação do playboy Tony Stark, um milionário industrial do setor de armas. Num herói que decide redimir seu passado sombrio se deve a marcante e também engraçadíssima atuação de Robert Downey Jr. que conseguiu nos divertir de maneira convincente.

Além de nos demonstrar a personalidade de TS e sua trajetória para se transformar no vingador blindado, ter a presença de Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) e ótimos efeitos especiais.

Podemos notar que adaptou a versão que havia no Universo Ultimate pra telona. O negócio deu tão certo que a Marvel repetiu a dose com todos os personagens que vieram depois.

O primeiro Homem de Ferro se tornou um novo marco na forma de mostrar os super-heróis da editora no cinema. E pavimentou o caminho para ser a galinha dos ovos de ouro de Hollywood.

Durante a exibição da primeira cena pós-créditos que virou tradição nos filmes da editora. Vemos conversando TS e o coronel Nick Fury (Samuel L. Jackson) que comenta sobre a Iniciativa Vingadores.

Servindo para mostrar que o filme dos Super-Heróis Mais Poderosos da Terra viria realmente acontecer. Isso serviu apenas pra deixar os fãs na expectativa, atônitos e em polvorosa, até 2012.

As continuações foram decepções embaraçosas. No segundo filme após ter sua identidade revelada há uma imposição do governo para que TS entregue sua tecnologia (e pra piorar sua saúde não vai nada bem).

Como antagonistas temos personagens retirados dos gibis como Chicote Negro (bem interpretado por Mickey Rourke), o chato do Justin Hammer (Sam Rockell) e a ótima inclusão do nosso querido e engraçado agente Phil Coulson (Clark Gregg).

Homem de Ferro 2 (2010), mostra algumas boas cenas de ação, a estranha mudança de James Rhodes que era Terence Howard pra Don Cheadle e a ótima inclusão de Scarlett Johansson, interpretando a espiã Viúva Negra. Ela virou a nova musa queridinha de todos nós nerds ao redor do mundo por causa de seu inegável sex appeal.

Na cena pós-créditos o agente Coulson está no deserto do Novo México informando aos seus superiores que encontrou um martelo numa cratera. Trata-se de Mjolnir algo que nos ligaria ao filme do Deus do Trovão, em 2011.

Só pra fechar o terceiro é o filme que eu mais detesto (comentei aqui).

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Sin City – A Cidade do Pecado – 2005

Adaptação do gibi homônimo criado e escrito por Frank Miller que foi lançado, em 1991 pela Dark Horse. A edição é aclamada pelo público e crítica obviamente por ser um trabalho autoral do consagrado Miller. Mais principalmente pela ausência de super-heróis em sua trama.

O filme tornou-se também um divisor de águas na forma de transportar personagens pra telona. Inovando ao mostrar cenários impactantes totalmente feitos em CGI retirados de forma meticulosa da referida HQ.

Na tela, Marv (Mickey Rourke) é um lutador de rua acostumado a levar a vida ao seu próprio modo. Estamos em Sin City, uma cidade cruel e sedutora repleta de mulheres instigantes, policiais nada confiáveis, ladrões inescrupulosos e diversos vigilantes desesperados.

Marv levou pra casa a prostituta Goldie (Jaime King), uma mulher que o fez sentir-se importante e único (infelizmente ela foi morta na sua cama). O ódio pelo acontecido faz que siga numa feroz perseguição por vingança.

John Hartigan (Bruce Willis) é outro que precisa acertar contas com seu passado (acusado de um crime que não cometeu). Protege Nancy Callahan (Jessica Alba), uma sexy dançarina que foi salva por Hartigan das mãos do Bastardo Amarelo (quando tinha 11 anos). O senador caça, Hartigan pelo que fez ao seu filho.

Sin City é um longa marcante pelo grande clima de filme noir, mas também pela extrema fidelidade da obra que foi adaptada. Tanto as cenas, praticamente, sem cores ou seja em preto e branco. Ou simplesmente pela exuberância das femme-fatales com lábios bem vermelhos (e também repleto de personagens inesquecíveis).

A história é caótica, instigante, violenta e envolvente na medida certa.

Então a espera por uma continuação ficou óbvia, mas tivemos que esperar quase 10 anos pra isso acontecer. Sin City 2 – A Dama Fatal não apresentou nada de novo e talvez isso seja a principal causa de seu inegável fracasso.

Chamou bastante atenção o pôster de Eva Green que mostra não somente a silhueta de seus seios, mas também sua esplendorosa nudez. Os americanos conservadores vetaram o pôster, mas a polêmica imagem rodou o mundo pela web.

Além da mudança que fizeram com Dwight McCarthy ao retirarem Clive Owen para Josh Brolin. A Dama Fatal é um filme que não decepciona ao nos inserir novamente no clima que havia no anterior de 2005, mas perderam bastante tempo pra leva-lo a telona.

Ava Lord (Eva Green) é a Dama Fatal do título que está extremamente sexy em sua atuação. Além de eu ter ficado fascinado em outros momentos tive ódio por ela ser tão manipuladora. É claro que as cenas de nudez ficaram ótimas, mas aquela da piscina como se não houvesse realmente água estava estranha.

A stripper sensual Nancy Callahan (Jessica Alba) ficou corroída pela vingança demonstrando tendências muito destrutivas em momentos chocantes. Temos até Lady Gaga fazendo participação especial.

O grande destaque pra mim foi Dennis Haybert (Manute), nosso eterno presidente David Palmer, de 24 Horas. Seu personagem parecia uma máquina incansável de destruição.

Outro personagem interessante é Johnny (Joseph Gordon Levitt), um jogador que abusa da sorte para ganhar dinheiro. Só que em sua ânsia pela grana se depara com o terrível e corrupto Senador Roark (Powers Boothe).

E pra ser sincero fiquei totalmente encantado com Jamie Chun (Miho), pois suas cenas de luta. Fizeram me lembrar da Psylocke, dos X-Men.

Sin City 2 consegue nos conectar a Cidade do Pecado, principalmente pela violência exagerada e ótimas cenas de ação.

Fim da terceira parte e relembre aqui a postagem anterior.

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Imagens

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Pantera Negra

Ele é um dos membros mais clássicos dos Vingadores e surgiu numa época em que o preconceito racial ainda era muito grande. A parte interessante é que o herói faz parte de uma longa e sucessiva dinastia de reis wakandanos (praticamente igual ao Fantasma).

Black Panther foi criado por Stan Lee e Jack Kirby aparecendo pela primeira vez na edição Fantastic Four # 52, em 1966.

Dois anos depois, o Pantera Negra tornava-se membro dos Vingadores.

Dizem as lendas que o Pantera Negra é o primeiro super-herói negro na história dos gibis. Outro comentário diz que seu surgimento foi inspirado no Partido Panteras Negras, mas os artistas nunca confessaram isso.

Na história quando seu pai foi assassinado e seu trono usurpado por exploradores de Vibranium, T’Challa viajou pra estudar na Europa e também nos Estados Unidos. Tentando encontrar uma maneira de reaver sua herança, em Wakanda. Um país da África Central riquíssimo em quantidade do minério Vibranium.

Quando retornou teve ajuda do Quarteto Fantástico enfrentando Ulisses Claw que se tornou Garra Sônica. Aliás em Vingadores 2, Claw é interpretado por Andy Serkis famoso por sua atuação como Sméagol (franquia O Senhor dos Anéis).

Voltando, ao usar a erva do Deus Pantera, T’Challa ganha sentidos apurados, agilidade e  velocidade acima do normal. Além de ser um incrível caçador, ginasta e artista marcial soberbo, o Pantera Negra é um dos maiores cientistas do Universo Marvel estando no mesmo nível de Reed, Tony, Bruce e Hank.

Seu uniforme é feito de Vibranium protegendo-o de muitas coisas e contém garras e adagas feitas deste mesmo metal (que podem cortar qualquer coisa).

Quando esteve morando nos EUA, T’Challa adotou o nome de Luke Charles trabalhando como professor e namorou a cantora Monica Lynne que mais tarde tornou-se sua noiva. Infelizmente mesmo amando-a, T’Challa desfez o compromisso, mas não explicou porque.

Ele também já teve relacionamentos com Nikki Adams e Malaika.

O Pantera Negra ficou durante algum tempo casado com a  Ororo Munroe, mas eu não sei por qual motivo o relacionamento se desfez.

O herói é um membro fundador da sociedade secreta, Iluminatti. Um grupo composto também por: Namor, Reed Richards, Raio Negro, Charles Xavier, Homem de Ferro e Dr. Estranho.

Quando o Pantera Negra estava num estado de coma após ser atacado violentamente (pelo Doutor Destino). Sua irmã mais nova, Shuri assumiu por um curto período o manto de Pantera Negra e também tornou-se regente de Wakanda.

No DVD, Os Supremos 2 a história do Pantera Negra é recontada. Nesta versão seu pai foi assassinado pelos Chitauri. O herói precisa lutar contra Herr Kleiser e procura ajuda do Capitão América que havia lutado contra o vilão durante a Segunda Guerra Mundial.

Os Supremos são enviados por Nick Fury para conter a ameaça alienígena. Sinceramente, eu gostei mais do primeiro DVD, pois infelizmente esta continuação não ficou legal. Apesar de manterem os poderes de T’Challa seu uniforme estava bastante estranho, porém vale assistir apenas como curiosidade.

Na séria animada Os Novos Vingadores: Heróis do Amanhã (2008), os Vingadores haviam sido derrotados e a humanidade dizimada (por Ultron). Sobreviveram apenas os heróis Hulk e Homem de Ferro que precisam levar adiante os ideais da equipe pros novatos.

Eles são filhos de alguns dos Vingadores: Azari, filho do Pantera Negra, James Rogers, filho do Capitão América, Torunn, filha do Thor, Francis Barton, filho do Gavião Arqueiro e Henry Pym, filho do Homem-Formiga.

Parece que Azari é filho da bela Tempestade, pois possui poderes elétricos. Só que também demonstra ter herdado habilidades de T’Challa.

Nos gibis, The Next Avengers participaram do evento A Era Heroica lutando contra Immortus.

No excelente, Os Vingadores: Os Super-Heróis mais Poderosos da Terra, a origem do herói é mostrada quase igual aos gibis, pois o Rei T’Chaka, seu pai é desafiado num combate sendo assassinado na frente de todos.

T’Challa corre pegando o traje e vai pros Estados Unidos pedir ajuda aos Vingadores.

No episódio O Ataque do Pantera, T’Challa retorna com os Vingadores pra Wakanda para enfrentar o Homem-Macaco e retomar posse de seu país.

O Pantera Negra estava tendo pesadelos com a destruição de Wakanda no futuro. Então para que esta tragédia não acontecesse, Bast, A Deusa Pantera concedeu a T’Challa o poder, a força e o conhecimento de cada Pantera Negra que o antecedeu.

Recentemente, o herói esteve enfrentando o vilão Killmonger e também tem que lhe dar com a volta do White Wolf, seu irmão mais velho.

Depois de vário boatos e uma longa espera ficamos sabendo que na telona teremos o tão aguardado filme do herói.

T’ Challa será interpretado por Chadwick Boseman mas o filme será lançado apenas, em 2017. Antes disso já está cogitada uma participação do herói em Capitão América 3, vamos esperar.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do herói Pantera Negra que garimpei na web

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Artista

selenada

Misturados

Há uma infinidade de artistas na web que demonstram os mais variados estilos de trabalho e justamente por nos apresentar uma arte de qualidade incrível.

Eu acabo escolhendo algumas das melhores pin-ups para mostrar aqui.

Contemple na galeria abaixo a excelente arte que encontrei de: Bill Presing, Ch3che, DarkerEve, Dave Alvarez, Elena Casagrande, Polarityplus, Selenada e Uger.

Basta apenas clicar no nome que você poderá conferir a página do artista

Bill Presing

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Ch3che

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Dave Alvarez

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DarkerEve

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Elena Casagrande

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Polarityplus

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Cosplay Girl

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Batgirl

Bárbara Gordon foi a segunda heroína a vestir o manto de Batgirl, pois Bette Kane a precedeu. Lembrando que atualmente Bette é conhecida como Labareda.

Voltando, mais dentro de sua mitologia, Babs é a mais importante e querida de todas as mulheres que ergueram esse manto.

Originalmente, Babs era filha do Comissário Gordon, porém no Pós-Crise mudaram seu parentesco pra sobrinha.

Bárbara foi aprendiz do próprio Batman, então seu treinamento foi bastante intenso. Seu status de heroína só foi aprovado quando ele decidiu que estava realmente pronta.

O que despertou meu interesse nela é que além de possuir uma incrível memória fotográfica e também é uma excelente artista marcial.

Após os terríveis acontecimentos vistos no gibi “A Piada Mortal“, Babs deixou de vestir-se como heroína e ficou por algum tempo no fundo do poço.

Só que deu a volta por cima, usando seu vasto conhecimento como bibliotecária e conhecimento de tecnologia. Barbara retornou como Oráculo,  uma hacker distribuindo diversas informações pra comunidade heroica.

Além da homenagem pra nossa musa Batgirl e também pra Batwoman. Confira na galeria abaixo várias modelos inspiradas em versões femininas como: Superman, Batman, Flash, Lanterna Verde, Lobo, Bane, Arqueiro Verde entre outros

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Musas de Tinta

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Batgirl

Se engana quem pensava que nossa musa Barbara Gordon foi a única heroína a usar este codinome.

A primeira foi Betty Kane, sobrinha de Kathy Kane (a Batwoman, da Era de Prata). Betty decidiu virar combatente do crime após descobrir a identidade secreta da tia. E, porque também estava perdidamente apaixonada pelo Robin (Dick Grayson).

A primeira atriz a interpretar Batgirl na telinha foi Yvone Craig no seriado televisivo do Morcegão, nos anos 60. Na série Bárbara Gordon é uma bibliotecária, filha do comissário Gordon.

Somente Alfred sabia de sua identidade secreta, algo que nem Batman e Robin conheciam. Mais também acontecia o contrário, pois Babs também desconhecia a identidade dos heróis.

Os produtores decidiram incluir nossa heroína na segunda temporada do programa para alavancar sua audiência. Mais mesmo com sua bela presença depois de algum tempo a série foi cancelada.

Devido ao enorme sucesso da heroína televisiva, Barbara migrou pros gibis surgindo em Detective Comics # 359, de 1967. Babs foi criada por Gardner Fox e Carmine Infantino (nesta versão ainda era bibliotecária e também continuava como filha do Gordon).

Inicialmente, Batgirl era apenas uma versão feminina do Homem-Morcego, mas com o passar dos anos foi evoluindo para uma heroína consagrada no mundo nerd.

Nos anos 80, nossa musa era conhecida como Bat-Moça e se eu não me engano havia uma parceria com a Super-Moça (elas eram amigas próximas).

Após a Crise nas Infinitas Terras mudaram a origem de Bárbara, pois ela havia se tornado sobrinha de Gordon (sendo adotada por Jim quando seus pais morreram).

A história mais famosa sobre Babs foi na clássica A Piada Mortal que mostra a origem do psicopata Coringa. O Palhaço do Crime havia atirado em Barbara deixando-a paraplégica e pra piorar a história insinua que tenha estuprado nossa heroína. Como se apenas essa violência hedionda ainda não tenha sido o bastante.

O Sr. C também havia sequestrado o Comissário Gordon com a intenção de deixa-lo perturbado mostra as fotos de Barbara. A edição é densa e pesadíssima sendo sem sombra de dúvidas considerada uma das melhores de todos os tempos na mitologia do Batman.

Barbara deixou o combate ao crime, mas assumiu o codinome de Oráculo, uma hacker expert em computação (auxiliando com informações tanto o Batman quanto diversos heróis quando necessário).

Então, Barbara formou a Aves de Rapina, um grupo de super-heroínas que age sob sua supervisão. A  Poderosa foi sua primeira agente que deixou a equipe devido a um caso em que várias pessoas morreram. Quando a Canário Negro entrou pro grupo a situação melhorou, logo depois tivemos a Caçadora e também Lady Falcão Negro.

A piloto Zinda Blake fez parte do grupo “Falcões Negros” durante a Segunda Guerra Mundial, em 1959. Mais por algum motivo misterioso ela viajou pro presente depois da confusa saga Zero Hora (e passou um tempinho atendendo no bar Warrior’s, de Guy Gardner).

Bom, o sucesso da equipe nos gibis fez surgir um seriado homônimo na telinha, em 2003. A atriz Dina Meyer, interpretou nossa heroína. A Batgirl surge apenas em flashback, pois atua somente como Oráculo.

Outra atriz que interpretou a Batgirl foi  Alicia Silverstone, no infame Batman & Robin, de 1997.  A grande diferença é que mudaram seu nome pra Barbara Wilson, sobrinha de Alfred. Outras mudanças foram em seu uniforme e atitudes inspirados na Caçadora dos gibis.

A primeira aparição da heroína numa série animada foi na produção da Filmation, em 1968. Depois voltou em The New Adventures of Batman, no qual dividia aparições com o chato do Bat-Mirim, em 1977.

Na série animada do Homem-Morcego dos anos 90, Babs atuava como Batgirl e havia suspenso no ar que tinha algo a mais entre Dick e ela.

Em Batman do Futuro, Babs também envelheceu e se tornou a Comissária de Polícia.

Só pra fechar temos outra aparição na excelente Justiça Jovem, Barbara atua na equipe.

Além de Barbara, Cassandra Cain, Stephanie Brown e Helena Bertinelli também assumiram o manto de Batgirl.

Só pra fechar podemos comemorar atualmente, porque depois da reformulação dos Novos 52 (Babs está andando novamente e voltou a agir como nossa heroína preferida).

Confira na galeria abaixo algumas imagens da  Batgirl que garimpei na web

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Herói

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Batman

O Homem-Morcego ao longo das décadas já teve diversas releituras. As mais famosas delas foram feitas nos anos 70 com Neal Adams e na década posterior com Frank Miller.

A versão de Miller é tão marcante que tornou-se definitiva na forma de abordar nosso herói (até hoje). A famosa batalha entre, Kal e Bruce nesta obra será novamente mostrada em Batman vs Superman: A Origem da Justiça (é óbvio que eu como a maioria dos fãs estou ansioso pra ver isso na telona).

Essa batalha já foi vista na adaptação pra DVD com nome homônimo do gibi e também na série animada Batman: Os Bravos e Destemidos que homenageia de forma excelente diversos heróis e vilões tanto da Era de Ouro quanto da Era de Prata (e até alguns mais atuais como Jamie Reyes, o terceiro Besouro Azul).

O surgimento do Batman foi devido ao fato de seus pais serem assassinados por Joe Chill na saída do cinema após assistirem Zorro (isto todos sabem).

Um fato interessante é que o menino de 8 anos foi criado por seu tio Phillip Wayne que atualmente está sumido da continuidade (pra falar a verdade nunca tinha lido nada sobre ele).

Então foi logo nesse período que BW jurou vingança e começou treinamentos tanto físicos quanto intelectuais. E também estudou assuntos diversos como química, criminologia, artes marciais, teatro aprendendo ventriloquismo e a fazer disfarces (sendo inspirado pelo morcego na janela a por medo nos criminosos).

Durante a Era de Ouro o Batman original era muito mais durão, imbatível e implacável do que suas versões posteriores. Na época era considerado um vigilante agindo á margem da lei e ás vezes o Morcego portava arma agindo como um impiedoso matador.

Algo que foi mudado posteriormente para não manchar a imagem do herói.

A melhor parte é que durante as décadas houveram mudanças significativas, porém mantiveram sua essência.

Ainda na Era de Ouro deram uma suavizada em sua personalidade ao trazerem o órfão Dick Grayson para morar na Mansão Wayne (seus pais os Grayson Voadores foram friamente assassinados).

E esta tragédia trazia uma similaridade entre ambos os personagens. Então com  a introdução da figura saltitante e colorida do Robin, Batman ganhou muito mais notoriedade (e depois disso todo herói que se preze tinha um ajudante a tira colo).

Antes desse fato o Morcegóide apenas pensava e não havia ninguém com quem pudesse dialogar e a presença do pássaro vermelho funcionou como um Watson na vida do herói.

O grande atrativo do Morcegão pra mim consiste no que decidiu fazer com sua tragédia pessoal. Era algo que poderia destruir sua vida ou torna-lo até um ser humano frívolo, mas Bruce Wayne  preferiu tornar-se um herói (utilizando sua perda como combustível para combater o crime).

Mesmo que sombrio e assustador lutando contra todo tipo de malfeitor usando apenas astúcia, coragem e inteligência.

O meu fascínio pelo Batman é justamente, porque BW é um homem comum. E em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge podemos supor que qualquer um pode ser o Morcegóide (cena em que Robin encontra a Batcaverna).

Fato que nós leitores já estamos cansados de saber nos gibis, porque há um legado extenso de homens que através dos séculos perpetuaram o manto do morcego.

Na Era de Prata, que acontece durante os anos 50 indo até 70, temos algumas mudanças significativas, pois acrescentaram outros elementos nas histórias do Morcegão. Uma nova origem mantendo o assassinato só  que o mandante foi o criminoso Lew Moxon que havia ido parar na cadeia por causa de Thomas. O gângster contratou Joel Chill para então forjar o assassinato do Wayne e executar sua vingança.

É desta fase que Thomas usou um uniforme de Batman numa festa á fantasia. Bom, mantiveram a criação por seu tio, porém neste período quando o jovem BW ainda fazia seu treinamento também usou um uniforme igual ao do Robin.

Foi quando recebeu um treinamento especial de detetive do policial, Harvey Harris, de Gotham City. Aliás outro fato interessante é que BW esteve em Smallville e conheceu Superboy (e ambos trabalharam juntos em alguns casos).

É importante lembrar que foi nesta época em que Dick adotou uma postura mais adulta saindo da sombra do Morcego. Grayson decidiu ir pra faculdade demonstrando que o tempo estava realmente passando. Podemos notar também que o Coringa ganhou um destaque maior como arqui-inimigo do herói.

O seriado televisivo da Dupla Dinâmica alçou o herói ao status de ícone da cultura pop mundial. Outro destaque desta série nostálgica foi a adorável Tia Harriet (Madge Blake) que não sabia das aventuras de Bruce (Adam West) e Dick (Burt Wart).

Mais sinceramente um dos melhores atrativos pra mim além da Mulher-Gato, da inesquecível Julie Newmar. Foi o surgimento da exuberante Batgirl (Barbara Gordon), interpretada pela atriz Yvonne Craig (não demorou muito e nossa musa migrou pros quadrinhos).

Outra contribuição muito importante desta época foi do artista Sheldon Moldoff. Ele foi co-criador de diversos personagens importantíssimos da mitologia do Cruzado Embuçado.

Na lista temos, Batwoman, Betty Kane, Ace, o Batcão, Hera Venenosa e também tivemos o surgimento do Bat-Mirim, o Duende Morcego (Bat-mite).

Como se não bastasse a existência do chatíssimo do Sr. Mxyzptlk nas histórias do Azulão. Criaram esse outro doido pra atrapalhar o Homem-Morcego, Bat-Mirim afirmando ser um fã ardoroso do herói. Ele agia sempre na intenção de ajudar mais causava uma tremenda confusão.

Esse duende apareceu na série animada The New Adventures of Batman, da Filmation e também num episódio de Batman: Os Bravos e Destemidos.

Nesta história, Bat-Mirim conta alguns casos do Morcegão que aconteceram em realidades alternativas (é excelente).

Não poderia esquecer que várias das histórias do Cruzado Embuçado enveredaram pela ficção científica, mas depois de terem se cansado desta fórmula voltaram as raízes detetivescas, durante os anos 70.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do Batman que garimpei na web

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As Melhores Adaptações de HQs – Parte 2

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Não vou ficar enrolando muito, então confira sobre o que eu penso destes filmes.

Dick Tracy – 1990

É um importante herói na cultura pop americana que atualmente foi deixado no limbo. Suas aventuras detetivescas começaram nas tiras de jornal lá na década de 30 e o aspecto que mais chamou minha atenção nele era aquele relógio de pulso que tinha rádio e também um visor, no qual serviu de precursor do telefone celular (é a vida que imita a arte).

As histórias do herói eram um deleite a parte com a narrativa abusando do clima de filme noir e principalmente os vilões que possuíam um visual bastante bizarro.

O filme veio na esteira do sucesso do Batman, de Tim Burton, mas Dick Tracy é marcante por ter sido uma adaptação feita da maneira mais fiel possível de uma HQ.

Warren Beauty interpretou o herói e também dirigiu o longa, porém sua trama é bastante simples. Demonstrando que o chefão Big Boy Caprice (Al Pacino) contratou novos capangas para acabar de vez com a raça de Dick Tracy (coisas que naturalmente aconteciam nas antigas tiras de jornais).

O gângster esta decidido a estragar a reputação do herói arranjando uma guerra pelo domínio da cidade. Em meio a essa loucura Tracy encontra, um garotinho muito esperto que fica na sua cola e precisa tomar conta de sua namorada Tess Trueheart (Glenne Headly).

Pra piorar sua situação ainda temos a estonteante Breathless Mahoney (Madonna), uma cantora que trabalha na boate do chefão do crime e deseja seduzi-lo a qualquer custo.

O grande trunfo de Dick Tracy foi a maquiagem feita nos vilões, seus cenários que eram belíssimos feitos em telas enormes numa composição de várias cores que lembrava um gibi. E a trilha sonora composta por Danny Elfman (que também fez a trilha do Batman).

É um filme marcante que teve um elenco estelar composto pro Madonna, Warren Beauty, Al Pacino, Dustin Hoffman, Dick Van Dyke entre outros. A cantora Madonna até lançou um disco com a trilha sonora do filme, I’m Breathless com músicas que lembravam as compostas na década de 30.

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X-Men 2 – 2003

O sucesso da Marvel em adaptar seus heróis começou com a já quase esquecida franquia de Blade, o vampiro que anda de dia. Logo depois veio o primeiro X-Men enfocando a vida de Wolverine e Vampira e temos como antagonista o terrível Magneto.

Lembro que houve até uma brincadeira quanto ao uniforme do Logan, porque os fãs queriam que fosse exatamente igual ao dos gibis (fato que comprovaram que não ficava legal).

Além da antiga rixa de opiniões divergentes entre Charles e Erik ainda tivemos um enfoque do gibi clássico Dias de Um Futuro Esquecido, pois o Senador Robert Kelly deseja criar a famosa Lei de Registro de Mutantes. Conclusão o filme foi um sucesso e serviu como porta de entrada pra que os heróis dos quadrinhos ganhassem novamente as telonas (dando espaço pro lançamento do Cabeça de Teia, de Sam Raimi).

O segundo veio com uma premissa melhor, pois Noturno ataca o presidente dos Estados Unidos dentro da Casa Branca (numa ação eletrizante e inesquecível).

Então William Striker se aproveita da situação e convence o presidente a assinar uma ordem de captura pra todos os mutantes.

Ele logo invade a Mansão Xavier capturando alguns dos X-Men cena na qual vemos Wolverine soltar toda sua fúria nos soldados. Aliás Hugh Jackman tornou-se sinônimo da encarnação viva do herói (assim como Robert Downey Jr. ficou pra Tony Stark).

A intenção de Striker é controlar o Cérebro e captura Charles com a intenção de matar todos os mutantes americanos. Fora isso ainda mostra o esconderijo de Striker que é o local aonde Logan ganhou seu revestimento de adamantium (adaptando a clássica HQ Arma X) e também temos uma luta visceral entre Wolvie e Lady Letal (a bela Kelly Hu).

X-Men 2 é um daqueles filmes que prendem sua atenção até o último minuto, pois há várias cenas de ação pra deixar qualquer um satisfeito misturado com diálogos inteligentes, situações marcantes e que realmente vale a pena assistir.

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Homem-Aranha 2 – 2004

O primeiro filme do Cabeça de Teia demonstrou todo aquele conceito do herói original dos anos 60 que havia nos gibis e acrescentou também a versão do Miguel O’Hara o Escalador de Paredes, de 2099. Exibindo garras retrateis nas mãos e aquela estranha teia orgânica (todo mundo chiou e eu também, é claro!).

Fora isso ficou totalmente perfeito mostrando o lema inesquecível, a perda trágica do tio Ben, a decisão de combater o crime e o principal arqui-inimigo clássico interpretado de forma magistral e assustadora em sua dualidade por Willem Dafoe.

No segundo o assunto fica mais frenético, pois além de ter que enfrentar o Doutor Octopus (Alfred Molina), ele ainda precisa dar um jeito em sua vida bagunçada. Diga-se sem dinheiro, indo mal nos estudos e problemas com Mary Jane (a bela Kirsten Dunst).

Como se não pudesse ficar pior seus poderes falham por causa do estresse num tipo de bloqueio psicológico (mostrando o uniforme na lata de lixo, uma cena clássica dos gibis). E também usando aquela característica de nos conectar com seus dramas foi bom demais vermos os problemas da vida pessoal de PP sendo adaptados na telona.

Recheado de cenas de ação como a luta do herói contra o Octopus no vagão de metrô ou as cenas engraçadas do J.J. Jameson (interpretado de forma impagável por J.K. Simmons). Nós somos envolvidos numa mistura empolgante com ritmo acelerado que não deixa a peteca cair.

Infelizmente só o terceiro filme jogou tudo por água abaixo. Tenho que constatar que não é a toa que vemos na web viúvas de Sam Raimi, pois sua versão estava realmente calcada no Amigão da Vizinhança que adoramos ler.

E agora temos Andrew Garfield pra quem alguns torcem o nariz (e que infelizmente sua franquia não foi bem). Não se enganem, porque Hollywood é assim mesmo velhas fórmulas pra novas gerações (e muito din-din no bolso, pode crer!).

Espero que tenham gostado, fim da segunda parte e relembre aqui o primeiro texto.

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Imagens

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Batwoman

A heroína teve inspiração na Mulher-Morcego (Bat-Lady) que apareceu no filme Artistas e Modelos, estrelado pelo mestre da comédia Jerry Lewis, em 1955.

Kathy Kane foi criada por Sheldon Moldoff e Bob Kane. Surgindo pela primeira vez na edição Detective Comics # 233, de 1956 (seu nome também era uma homenagem pra Bob Kane).

Kathy era uma ex-acrobata de circo que havia ficado bastante rica e devido sua paixão pelo Batman. Decidiu assumir a identidade heroica de Batwoman para ajuda-lo a combater o crime.

Na verdade a heroína foi criada para ser um interesse romântico pro Morcegão. Somente para afastar aquela afirmação hedionda que o herói era homossexual (comentada no livro A Sedução do Inocente).

Os heróis nunca chegaram a namorar mesmo e as aventuras da Batwoman aconteceram até 1964.

Em 1961, tivemos a primeira Bat-girl, Betty Kane, era sobrinha de Kathy e também assumiu uma identidade heroica (ela era super apaixonada pelo Robin).

Na sensacional série animada, Batman: Os Bravos e Destemidos houve uma homenagem pra heroína da Era de Prata. Foi durante o episódio “The criss-cross conspiracy!”, porém mudaram seu nome para Katrina Moldoff (homenageando o artista Sheldon Moldoff).

Em meados dos anos 60, Batwoman foi jogada no limbo voltando repaginada décadas depois, em 2006.

Kate Kane, surgiu com novo uniforme durante a minissérie 52 e seu visual foi criado pelo artista Alex Ross (possivelmente influenciado pelo uniforme de Batman do Futuro).

A atual, Batwoman é lésbica e teve um romance mal resolvido com a policial Renne Montoya. A detetive Montoya surgiu na clássica série animada do Homem-Morcego, dos anos 90. E devido ao seu sucesso foi incluída na continuidade da editora.

Montoya agia na Unidade de Crimes Especiais do DPGC e acabou conhecendo o Batman. Algum tempo depois ficou desanimada com a corrupção e abandonou seu cargo. Ela estava no fundo do poço, mas foi ajudada a se reerguer pelo enigmático Questão.

Agindo em parceria com herói que lhe ensinou todas as suas técnicas e tornou-se seu melhor amigo (acontecimentos vistos em 52).

Após a morte de Vic Sage, Montoya que era sua parceira numa investigação contra Intergangue (assumiu o legado do Questão honrando a memória do amigo).

Voltando, como curiosidade, temos a Batwoman da Terra-2 que difere da nossa heroína, porque sua carreira começou na Segunda Guerra Mundial. Pra quem não lembra a Terra-2 é o lar de todos os heróis criados na década de 40.

A DC Comics jogou nela todas as versões mais velhas do Super-Homem, Mulher-Maravilha, Batman, Lanterna Verde e cia. Essa versão da Mulher-Morcego surgiu na HQ “The Brave and the Bold” # 182 (1982).

Kathy estava desiludida com Batman, pois ele havia se casado com a Mulher-Gato. Fato que a fez se aposentar na luta contra o crime. Em sua vida normal, Kathy casou e teve filhos, mas anos depois para evitar uma catástrofe (teve que vestir seu uniforme novamente e salvar sua cidade).

A Batwoman tem diferentes versões mais a maioria delas está na linha Elseworlds (ou Túnel do Tempo como era mostrada antigamente).

Na ótima aventura Liga da Justiça: O Prego, Selina Kyle assume o manto da heroína. Diana ergue o manto da Mulher-Morcego, num futuro alternativo que está casada com o Morcegão.

Em outra realidade, a Caçadora também veste-se de Batwoman e até no Reino do Amanhã, temos uma versão, mas sua identidade é desconhecida.

E pra fechar num possível futuro remoto dos Novos Titãs tanto Cassandra Cain quanto Betty Kane irão se tornar a heroína (sendo que cada uma delas estão numa Terra diferente).

No longa animado, O Mistério da Mulher Morcego (2003), há três mulheres que se vestem de Batwoman. O Morcegóide começa sua investigação ao notar que a Batwoman utiliza métodos violentos demais e acaba encontrando três suspeitas.

Elas são: Kathleen Duquesne, filha de um mafioso, Roxanne Ballantine, uma cientista e Sonia Alcana, uma policial.

Cada uma delas queria se vingar de algo que aconteceu em suas vidas. Sonia, porque sua família havia perdido tudo (culpa de Rupert Thorne). Kathleen, porque sua mãe foi sofreu um acidente. Mais quem deveria morrer era Carlton Duquesne, seu pai um famoso mafioso.

E, Rocky a mais inteligente da turma, queria ajudar seu noivo que estava preso por um crime cometido pelo Pinguim. Elas se uniram pra concretizar esta vingança, mas seus planos foram frustrados por causa do Morcegão.

A parte interessante é cada uma se revezava como, Batwoman para que houvesse um álibi para inocentar a outra.

Nem preciso comentar que a animação demonstra um ótimo nível de qualidade e também de ação. E só pra fechar temos a produção mexicana La Mujer Murcielago“, uma heroína inspirada no seriado televisivo do Cruzado Embuçado, nos anos 60. Esse cultuadíssimo trash-movie mostrava Gloria (Maura Monti), uma socialite que aprendeu a lutar para combater o crime.

A Mulher-Morcego vestia um sensual biquíni inspirado no Batman do seriado. Em suas aventuras combatia de tudo desde cientistas loucos, criaturas marinhas e até espiões.

Confira na galeria abaixo algumas imagens da Batwoman e de outras musas que garimpei na web

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