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Desenhos Desanimados

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The Marvel Super Heroes era a adaptação dos gibis originais dos heróis da Casa de Ideias, em 1966. Foram produzidos 65 episódios com duração de 30 minutos (que mostrava três desenhos).

Eles ficaram amplamente conhecidos por aqui como desenhos desanimados, pois seus personagens não se movimentavam muito. O negócio eram tão tosco que durante seus “quase” movimentos nossos heróis vinham acompanhdos de onomatopéias tipo: “Pow! E Clash! Entre várias outras.

Grantray-Lawrence Animation foi a empresa que produziu as séries dos heróis: Hulk, Capitão América, Namor, Thor e Homem de Ferro. Como o orçamento era muito baixo tiveram a ideia de copiar as páginas das edições originais destes heróis.

A qualidade dos desenhos era horrível, mas tivemos aventuras tiradas com arte de Jack Kirby, Steve Ditko, Don Heck e Gene Colan.

Os desenhos foram exibidos pela primeira vez aqui no Brasil no ano seguinte. A empresa Shell em parceria com a editora EBAL  diante do sucesso do Clube da Marvel Shell na telinha. Distribuiram as edições dos heróis de graça pra quem abastecesse nos postos da empresa.

Foi a invasão dos heróis americanos em nosso país consolidando um mercado que existe há décadas. Nos anos 80 essas séries foram reprisadas e assim como este comentarista também tem muito marmanjão que se amarra nesta versão capenga e nostálgica deles.

Os temas de abertura eram realmente fantásticos, pois haviam feito versões brasileiras com gírias da época. Atualmente estão todas atreladas ao passado, mas pra mim é nostalgia purinha.

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Capitão América

Baseando-se nos gibis do herói que foram lançados na década de 40. E mostrando sua origem de rapaz franzino sendo rejeitado pra entrar pro Exército. Steve Rogers consegue sua chance ao entrar num programa militar experimental. Sendo que lá ganha seus poderes através da fórmula do super-soldado transformando-se no patriótico Capitão América.

Durante os episódios o Bandeiroso seguia combatendo seu pior inimigo o Crânio Vermelho (na verdade é o Caveira Vermelha, mas eu não sei por qual motivo mudaram).

A parte interessante é que temos diversas participações especiais de alguns Vingadores como: Vespa, Thor, Feiticeira Escarlate, Gavião Arqueiro entre outros.

A série animada reproduziu outro aspecto memorável que era sua parceria com o adolescente Bucky lutando na Europa no período da guerra.

Tivemos até a clássica queda do avião com Bucky morendo e Steve caindo no mar ficando congelado por décadas.

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O Príncipe Submarino

Na época, Namor era conhecido assim por aqui e ao longo das décadas essa foi a única série animada com o soberano dos mares.

Filho da princesa atlante Fen com o explorador Leonard McKenzie, Namor nasceu pertencente aos dois mundos. Dono de uma personalidade forte e irascível era visto como inimigo dos seres da superfície que poluíam os mares.

Atacando a humanidade por causa desses crimes, O Príncipe Submarino aos poucos foi mudando seu pensamento ao entender que nem todos eram malignos.

Durante a maioria dos episódios vemos nosso anti-herói combatendo seu arqui-inimigo Attuma no fundo mar. Quando queria, Namor andava pela superfície disfarçado, mas foi condenado a morte pelo assassinato de alguns policiais. Sendo salvo da condenação graças ao depoimento da policial Betty Dean.

Em Atlântida, Namor ficava no seu palácio em companhia da linda Lady Dorma. Um fato interessante é que não havia material suficiente nas edições para transpor suas aventuras na telinha.

Então a solução foi contratar uma equipe para fazê-la tivemos os artistas Alex Toth e Doug Wildey. A dupla é mais lembrada por causa de suas inesquecíveis criações Space Ghost e Jonny Quest.

Um fato marcante foi a primeira aparição dos X-Men num desenho animado. Aqui tínhamos a formação original dos Filhos do Átomo: Garota Marvel, Homem de Gelo, Ciclope, Fera e Anjo.

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O Incrível Hulk

Também seguindo o aspecto de origem. Aqui vemos o cientista Bruce Banner, um dos maiores pesquisadores da radiação gama. Durante o teste de uma bomba composta desta radiação. O adolescente Rick Jones entra naquela área e ao tentar salvá-lo, Bruce é atingido pela explosão.

Devido a isto, Bruce transforma-se no Incrível Hulk, um ser irracional dono de uma força imensurável. Sentindo culpa Rick passa a ajudar o doutor sempre quando necessário.

Nos episódios haviam um constante clima de Guerra Fria, mas enquanto o Grandão era sempre visto como uma  ameaça sendo caçado pelo General Ross. Por outro lado, Bruce era muito respeitado, sua namorada era Betty Ross e ainda tinha os vilões: Líder, Tyranus, Górgona, Bumerangue entre outros.

A parte mais legal era ver o Hulk usando sua força seja pulando grandes distâncias ou destruindo algo.

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O Poderoso Thor

O Deus do Trovão nasceu em Asgard, o Reino Dourado que era comandado pelo nobre Odin, seu Pai. Thor havia sido presenteado com Mjolnir, um martelo mágico que criava trovões, tempestades, raios, portões dimensionais encantamentos e ainda concedia-lhe poder de voo.

Seu maior inimigo era o terrível Loki, deus das mentiras e trapaças que vivia sempre arranjando alguma forma de matar o herói. Além de Asgard tínhamos a famosa Ponte do Arco-Íris que conduzia pra Midgard, nosso planeta a Terra.

Durante uma batalha que estava perseguindo um inimigo, Thor causou uma enorme destruição. Acabando com um tratado de paz e Odin para lhe ensinar a ter humildade puni-o retirando seus poderes e condenando-o numa forma fraca.

Ressurgindo como o mortal, Donald Blake sem suas memórias divinas e até ser digno de reavê-las. A parte interessante que o Loirinho se apaixonou por Jane Foster causando várias discussões com seu pai (isso ficou inesquecível pra mim).

Infelizmente esta também foi a única versão animada estrelada pelo Thor, porém depois ele fez participações especiais em outros desenhos.

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O Invencível Homem de Ferro

Na guerra do Vietnã, o inventor Tony Stark acabou sendo ferido mortalmente quando acionou uma armadilha. Sendo ferido com estilhaços da bomba que se alojaram em seu coração. Para sobreviver decidiu criar uma armadura para mante-lo vivo e também sobrepujar seus inimigos.

Após isso, Tony criou várias versões de sua armadura para combater não só o crime, mas também seu pior inimigo o Mandarim.

Durante os episódios o milionário ainda tinha ajuda de seus amigos. Pimentinha (Pepper Potts), sua secretária e Felisberto (Happy Hogan), seu assistente.

Lembro que Tony colocava sua armadura pra recarregar na tomada.

Devido ao sucesso destas versões tivemos tivemos logo no ano seguinte o clássico desenho do Homem-Aranha e também dos Quatro Fantásticos, ambas veiculadas em 1967.

Se formos compararmos as versões atuais essas irão perder feio, mas fizeram a alegria de gerações de crianças por um longo tempo.

Finalizando mais uma jornada este é o último texto publicado aqui. Espero que tenham gostado da minha companhia neste tempo, pois estarei continuando no Além da Torre Z.

Ober un evezhiadenn

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Herói

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Homem-Aranha – Anos 80

A Saga do Uniforme Negro

Eu não consigo mais acompanhar os gibis do Aracnídeo como antigamente, mas até que Spider-Verse me interessou. Apenas por conter “quase” todas as versões alternativas do Teioso, no entanto são muitas edições pra acompanhar (e eu não irei ler nada).

Como velho e incorrigível saudosista que sou fico me prendendo as antigas histórias que li. Será que é um erro? Não sei, pois a verdade é que já houveram tantas mudanças nas aventuras do Cabeça de Teia que não consigo mais ter paciência pra ler.

Bom, a entrada do artista Todd McFarlane foi muito significativa pras histórias do herói. Sua arte contribuiu pra demonstrar o Teioso totalmente encurvado ficando mais parecido mesmo com uma aranha. Além disso sua teia ficou com aparência suja demonstrando um fluido viscoso e gosmento.

Essa mudança visual alavancou as vendas dos gibis tornando-se um grande sucesso (vendendo uns cinco milhões de edições). E também estabelecendo um novo padrão nos quadrinhos da época.

Só pra constar as recentes adaptações do Amigão da Vizinhança pra telona demonstraram o formato da teia e também dos movimentos do personagem (baseados na fase de Todd McFarlane nos gibis).

Lembrando, que durante os anos 80 a Casa de Ideias lançou as Guerras Secretas. Aventura na qual heróis e vilões da editora se digladiavam num planeta distante (foram abduzidos pelo maluco do Beyonder).

Numa batalha o uniforme do Cabeça de Teia ficou rasgado e Peter encontrou uma máquina pensando que conseguiu costurar um novo. A grande diferença é que era todo negro com a aranha branca inteiriça (tanto na frente quanto nas costas).

Peter ficou eufórico ao descobrir que o novo uniforme além de ampliar sua força, lançava sua própria teia, mudava de aparência e se movia diante sua força de vontade. Na época eu achei o uniforme negro o máximo, mas depois ficamos sabendo que o uniforme era um parasita alienígena (que sugava sua energia vital).

Todas as noites que Peter voltava pro seu apartamento, o simbionte forçava-o a sair novamente pras ruas (deixando-o mais agressivo e exausto pra caramba). Quando começou a ficar difícil pra retirar o uniforme negro, Peter pediu ajuda pro Reed Richards que descobriu tudo sobre o simbionte.

A única solução foi usar uma arma sônica que conseguiu finalmente libertar o herói deste tormento. Foi muito engraçado ver o Escalador de Paredes com um saco na cabeça e usando um uniforme do Quarteto emprestado pra poder ir embora.

Reed aprisionou o simbionte, porém ele se soltou e foi a procura de PP. Infelizmente o simbionte fugiu e devido ao período que estava unido ao Cabeça de Teia encontrou-o facilmente.

O uniforme negro estava tentando dominar o Amigão da Vizinhança no alto de uma igreja (sendo o som de um sino tocando a única arma contra o alienígena). O simbionte deixa Peter de lado, mas une-se a Eddie Brock que havia sido despedido por uma notícia falsa (ambos nutriam um enorme ódio do Aranha).

Eddie se uniu ao simbionte formando Venom um dos melhores vilões das histórias do Aracnídeo (surgido no final da década de 80). Só pra contar o péssimo filme Homem-Aranha 3, de Sam Raimi (2007) mostrou um “pouco” desta origem.

O visual do uniforme negro ficou bastante popular e Peter acabou usando um outro uniforme, mas de tecido presenteado pela sua namorada a Gata Negra (deixando dependurado o clássico vermelho e azul).

Sobre Felicia lembro que na época ela não gostava do Peter, mas apenas do Cabeça de Teia. Situação bastante complicada de entender já que ambos são a mesma pessoa (loucura!).

Bom, durante os anos 80 ainda tivemos outros momentos marcantes nas histórias do Aracnídeo. Como a Morte de Jean DeWolff, a capitã de polícia havia sido morta pelo serial killer Devorador de Pecados. Eu me lembro que a capitã era a única que apoiava o herói e Peter descobriu que ela era apaixonada por ele (instigando um ódio tremendo pelo vilão e um imenso sentimento de vingança).

Também naquela década, tivemos outros vilões que davam muito trabalho pro Teioso como o Puma, Thomas Fireheart um mercenário que tinha poderes sobre-humanos místicos misturados com engenharia genética.

Outro que deixava o herói com bastante dor de cabeça foi o Duende Macabro que havia descoberto os equipamentos do Duende Verde e adaptado pra usa-lo. Lembro que havia uma grande expectativa pra saber a sua identidade.

Uma das maiores bombas na vida do Aracnídeo foi a revelação de Mary Jane que disse saber há muito tempo que PP era o herói. Fato que pouco tempo depois acabou culminando no casamento deles.

Mary Jane ficou grávida de Peter que resultou no nascimento da pequena May Parker. Só que infelizmente retiraram a menina da continuidade normal e a puseram numa realidade alternativa aonde ela cresceu e transformou-se na Garota-Aranha.

Anos 90 – A Saga do Clone

A década posterior amargou um grande fardo nas histórias do herói, pois Todd McFarlane havia saído da Marvel e fundou com outros artistas e roteiristas a Image Comics. A intenção era publicar suas ideias sem abrir mão dos direitos autorais. Foi uma renovação no mercado que até deixou a DC Comics em terceiro lugar em vendas.

Voltando, também tivemos a terrível e complicada Saga do Clone que adaptava uma história que havia acontecido lá nos anos 70. Quando o vilão Chacal criou Kaine, um clone deformado do Peter (ele também havia feito um clone da bela Gwen Stacy).

A aparição de Ben Reilly transformou a vida de Peter, pois ele passou a acreditar que não era o verdadeiro Homem-Aranha. Ben assumiu o codinome de Aranha Escarlate, pois tinha o mesmo senso de responsabilidade que Parker.

Um exame de DNA feito por Seward Trainer acabaria revelando que Ben era o “Aranha verdadeiro” fazendo parecer que toda a vida do herói escorria pelo ralo.

A situação não era das melhores a Tia May estava muitíssimo doente, Harry havia morrido, MJ ficou grávida e pra piorar mais ainda Peter perdeu seus poderes.

Após combater Kaine e o Chacal, Peter abandonou o traje pra seguir uma vida normal deixando, Ben assumir como protetor de Nova York.

Só que tudo não passava de um plano astutamente planejado por Norman Osborn que todos achavam que havia partido desta pra melhor (ele queria se vingar pela morte do seu filho Harry).

Na conclusão, Ben se sacrifica salvando os funcionários do Clarim Diário para que Peter possa lutar contra o Duende Verde. Após sua morte o corpo de Bem se dissolve comprovando que Peter sempre será o verdadeiro e único Homem-Aranha.

Foram praticamente dois anos de a Saga do Clone que mais pareciam uma eternidade deixando muitos leitores confusos. E sendo marcada como uma das piores de todos os tempos nas aventuras do herói.

Eu não poderia esquecer que ainda tivemos a também sofrível Crise de Identidade, na qual o Escalador de Paredes é acusado de assassinato (mais uma vez por causa de Norman).

Só pra fechar a Casa de Ideias resolveu reiniciar o Cabeça de Teia tentando torna-lo novamente acessível para novos leitores após as burradas que havia feito.

E nós tivemos Homem-Aranha: Gênese (ou Spider-Man: Chapter One), que foi uma pequena série de 13 edições escrita e desenha pelo mestre John Byrne.

Sinceramente apesar de gostar demais do Byrne foi algo sem necessidade nenhuma. Sua versão ficou marcada até como algo a parte do universo do herói tendo “talvez” acontecido em seu inicio de carreira.

A lista de namoradas do Cabeça de Teia aumentou, pois se antes havia Betty Brant, Liz Allan, Gwen Stacy, Mary Jane e Felícia Hardy. Agora ainda temos Michele Gonzalez, Carlie Cooper e Norah Winters.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do Espetacular Homem-Aranha que garimpei na web

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Musas de Tinta

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Moça-Maravilha

Donna Troy é a segunda Moça-Maravilha (ou Wonder Girl no original) do UDC, pois a primeira foi Diana. Quando era mais jovem atuando ao lado da Rainha Hipólita, sua mãe que também já foi conhecida como Mulher Maravilha (durante a Segunda Guerra Mundial).

Donna foi criada por Bob Haney e Bruno Preminani pra edição The Brave and The Bold # 60, de 1965.

Na primeira formação da Turma Titã a equipe era formada pelos assistentes de alguns heróis da DC Comics como: Robin (Batman), Kid Flash (Flash) e Aqualad (Aquaman).

Na segunda aventura dos heróis adolescentes os membros da Liga foram controlados mentalmente pelo vilão Antítese, eles se uniram novamente para ajudar seus mentores.

Então foram incluídos a Moça-Maravilha (ajudante da Mulher-Maravilha) que foi criada só pra participar da equipe e também tiveram a ajuda do Ricardito (ajudante do Arqueiro Verde). Eles estavam procurando o Azulão pra resolver o problema. Como não conseguiram encontra-lo tiveram que se unir partindo pro ataque.

Devido ao sucesso da missão eles decidiram formar uma equipe e foi Donna quem teve a ideia deste nome batizando de Turma Titã (ou Teen Titans no original).

Donna chegou a ficar com Roy Harper e este relacionamento foi lembrado em edições posetriores. Se não me engano Wally também gostava dela (enquanto Ravena gostava de Wally e Mutano de Ravena, que loucura!).

Donna Troy é uma das personagens mais complicadas do UDC que eu já vi. Infelizmente ela tem diversas origens malucas (e também alguns codinomes).

Em sua primeira origem Donna era um bebê que foi salvo de um incêndio pela Mulher Maravilha. Devido ao seu sentimento de compaixão, Diana levou-a pra Ilha Paraíso e Donna foi criada por Hipólita como se fosse sua filha tornando-se uma amazona (e irmã de Diana).

No pós-Crise temos a minissérie Quem é a Moça Maravilha?, HQ com arte de George Pérez e roteiro de Marv Wolfman. Lembrando que a dupla ajudou a revitalizar a Turma Titã nos anos 80 renomeando para Novos Titãs.

Naquela formação tínhamos: Kid Flash, Robin, Mutano, Ravena, Moça-Maravilha  e Mutano.

Voltando, nesta versão Donna era um bebê que havia sido levada a Nova Cronus (lar dos Titãs mitológicos).

Havia uma antiga profecia que os Titãs salvariam doze crianças órfãos de distantes lugares do universo. E presenteando-os com poderes incríveis para que futuramente lutassem contra um terrível mal.

Após algum tempo Donna e todas as outras crianças foram devolvidas aos seus planetas, mas todas estavam sem recordação alguma de sua vida em Nova Cronus.

Quando resolveu atuar na Turma Titã assumiu o codinome de Moça-Maravilha homenageando a Mulher-Maravilha da Segunda Guerra Mundial.

Na conclusão da minissérie Donna deu uma repaginada no visual e adotou o nome de Tróia.

Donna também pertenceu aos Darkstars, uma equipe que substituiu a Tropa dos Lanternas Verdes por algum tempo.

O traje dos Darkstars eram energizados pelos Controladores que concediam ao seu usuário: voo, rajadas de energia, proteção e suporte de vida no espaço. Além disso também tinha força além do comum, agilidade, velocidade e um  campo de força (que protege contra armas de energia e choque).

Quando estava na equipe dos Darkstars, Donna namorou Kyle Rayner, mas infelizmente foi nessa época que seu ex-marido Terry e seu filho (morreram num acidente de carro). A perda foi tão pesada que marcou por um bom tempo o coração dela.

Depois nossa heroína morreu na minissérie Dia de Formatura que envolveu os Novos Titãs e a Justiça Jovem para combater Índigo (Brainiac 8).

Ela veio do futuro atacando o Ciborgue em busca de tecnologia para se reparar. E quando todos estavam numa ferrenha batalha contra Índigo um antigo robô do Superman é reativado. Além de Donna tivemos outra perda inestimável Lilith Clay (Sina). Como conclusão ambas as equipes decidiram pendurar os uniformes, mas pouco tempo depois surgiu uma nova versão dos Renegados e também dos Titãs pra década de 2000.

Contagem Regressiva para a Crise Infinita foi uma minissérie em doze edições, na qual tivemos o retorno Donna e de Jason Todd do além túmulo. Eles são anomalias temporais que estavam sendo caçados pelos Monitores e essa minissérie culminou em na Crise Infinita, uma homenagem a Crise de 1985.

Depois de Crise Infinita a trindade foi descansar e tivemos Um Ano Depois quando Donna assume temporariamente o manto de Mulher Maravilha

Houve uma outra origem que se não me engano disseram que Donna não havia morrido, mas renascida como Deusa da Lua, vai entender?

Um esforço em conjunto dos Titãs e também dos Renegados a resgatam devolvendo-lhe sua memória.

Na última versão Donna é uma cópia de Diana feita através da magia. Ou seja pelo que eu li ela tem uma parcela da energia espiritual da Mulher Maravilha em sua alma.

Elas eram gêmeas, mas Donna foi raptada pelo Anjo Negro que pensava se tratar da Diana por vingança contra a Rainha Hipólita.

Então Donna sofreu diversas mortes e reencarnações e por algum tempo acreditou que seus poderes foram concedidos dos Titãs da mitologia grega (minha cabeça está rodopiando!).

Em A História do UDC, com arte e roteiro de Dan Jurgens, Donna virou uma historiadora, pois com a morte da Precursora. A heroína ficou em seu lugar catalogando a história do Multiverso (e de tosas as realidades).

Os Jovens Titãs foi a primeira versão animada com a heroína na telinha nos anos 60 produzida pela Filmation. Houve uma terrível mudança em seu codinome para Garota Maravilhosa e seu uniforme era bastante simples apenas vermelho e azul (sem nenhuma estrela).

No antigo e icônico seriado da Guerreira Amazona estrelado por Lynda Carter. A atriz Debra Winger interpretou a Moça-Maravilha, nesta versão ela era a irmã adolescente de Diana Prince.

Ela usava o disfarce de Drusilla e se transformava dando aquela voltinha idêntica a da Mulher-Maravilha.

Dizem as lendas que a Rede ABC engavetou The New Teen Titans uma série animada produzida pela Hanna-Barbera, em 1983.

Como curiosidade houve uma campanha antidrogas da Keebler lançado em 1984. O governo distribuiu em diversas escolas kits com gibis dos Novos Titãs.

A equipe era formada por Moça-Maravilha, Ravena, Ciborgue, Kid Flash, Mutano e Protector (substituindo Robin).

Anos depois veio a série animada Os Jovens Titãs que trouxe o estilo anime para as produções da DC. Resolveram colocar na equipe aquela que fez sucesso nos anos 80 com: Cyborg, Robin, Ravena, Estelar e Mutano.

A parte interessante é que outros heróis também faziam participações especiais e a Moça Maravilha surgiu em “Chamando todos os Titãs”, infelizmente como figurante (sem participar da batalha final).

Os Jovens Titãs teve duração de 5 temporadas e foram exibidos 65 episódios. Depois a editora lançou alguns gibis inspirados no desenho (algo semelhante aconteceu com a LJA, Superman e também Batman: Os Bravos e Destemidos).

Na última versão animada dos nossos heróis Teen Titans Go! Não teve nenhuma participação da Donna.

Mais o bloco DC Nation do Cartoon Network lançou uma série de curtas  intitulada de Super Best Friends Forever. Mostrando nossa heroína em diversas aventuras junto com a Batgirl e Supergirl.

Eu quero saber qual Donna Troy é a sua preferida Moça-Maravilha, Tróia, Darkstar ou Mulher Maravilha?

Confira na galeria abaixo algumas imagens de Donna Troy que garimpei na web

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Fonte de Pesquisa: MSH e Wikipedia.

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Rei Arthur – Parte 1

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O mito de Arthur “talvez” tenha sido influenciado pelos relatos da existência do líder guerreiro Ambrosius Aurelianos que pode ter sido um descendente da aristocracia romana. Por ele ter êxito em grandiosas batalhas agindo em defesa dos bretões e vencendo os invasores saxões, no século V.

Desde então ao longo dos séculos pela tradição oral suas história foram sendo passadas de pai pra filho. Até que com o advento da escrita e dos livros surgiram os escritores que perpetuaram pra sempre as lendas arturianas.

De início escritores como Geoffrey de Monmouth (História dos Reis Britânicos) que foi o primeiro a relatar a “possível” existência de Arthur dando origem ao estilo de romance de cavalaria.

Chrétien de Troyes (Lancelot e Conto do Graal), Thomas Mallory ( no famoso A Morte de Arthur), T.H. White (A Espada era a Lei que virou desenho da Disney) e atualmente Marion Zimmer (As Brumas de Avalon) e Bernard Cornwell (As Crônicas do Rei Arthur).

Eu não vou me estender muito por esta parte já que não conheço tanto assim, então chega de enrolar e vamos ao que interessa.

rei arthur desenho anos 80

Rei Arthur-  Toei Animation

Exibido pelo SBT lá na distante década de 80. É um dos melhores desenhos que já assisti, pois adaptava a lenda no formato made in japan (isto é, com uma qualidade extraordinária).

O Rei Levik mancomunado com a bruxa Morgana havia assassinado o Rei Uther e sua esposa Lady Igraine cobiçando assumir o trono de Camelot (e colocando a culpa em outro monarca). Arthur havia sido salvo da morte pelo mago Merlin que deixou o menino aos cuidados de um cavaleiro fiel que o criou como filho.

Arthur cresceu humilde e após alguns anos foi assistir um torneio convocando todos os aldeões no qual seria escolhido o novo rei que conseguisse retirar a espada da bigorna.

Quando o jovem Arthur retirou a espada da bigorna teve logo a aclamação do povo, mas teve que lutar bastante contra todos os problemas que encontrava para finalmente ficar no trono. Arthur agia montado em seu cavalo Pegasus e usando a espada Excalibur defendia Camelot ao lado dos Cavaleiros da Távola Redonda: Tristan, Lancelot, Pelóia, Percival e Key (lutando contra a tirania do Rei Levik).

Os episódios misturavam drama, aventura e um pouco de violência aquilo que há de melhor num anime.

Durante a segunda temporada Arthur viaja pelo reino querendo conhecer mais seu povo e o que acontece nele. Para não ser reconhecido age disfarçado com o nome de O Príncipe do Cavalo Branco lutando contra o Rei Vicking (que na verdade é Levik que não estava morto).

O anime do Rei Arthur é um dos quais eu não consigo retirar da memória, é por causa dele que eu gosto tanto da lenda e coloquei o nome do meu filho de Arthur.

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Camelot 3000 – HQ

A história de Arthur foi descrita por vários autores, mas é com “A Morte de Arthur” escrita por Sir Thomas Malory, no século XV que foi considerada como a sua “versão oficial”.

O livro foi publicado em 1485, mas foi escrito em 1469, quando o autor estava preso em Londres. Sua versão é baseada nos livros de origem francesa do século XIII (como Lancelote-Graal e Tristão e Isolda). O mito é o maior e mais famoso conjunto de lendas medievais de todos os tempos.

A melhor coisa no roteiro de Mike W. Barr foi que conseguiu adaptar a lenda descrita no livro de Thomas Mallory e conecta-la neste futuro apocalíptico brindando-nos com uma história de perspectiva adulta.

Pra completar a arte de Brian Bolland é bastante detalhada e a mistura de cores frias ajuda nossa viagem unindo-se ao tom sombrio da trama.

O gibi é um daqueles clássicos que depois de ler você jamais irá esquecer, quando a história foi publicada pela primeira vez ficou diluída nas edições de linha dos SuperAmigos e Batman mais ou menos entre 1984 e 1985 (depois foi relançada na integra ao longo dos anos).

A revista marcou época por abordar questões polêmicas como homossexualismo, corrupção, continha cenas de nudez e isto lá no início dos anos 80.

Obviamente há uma homenagem para o escritor Thomas Mallory sendo introduzido na trama como o personagem Tom. No gibi a Terra estava sofrendo uma invasão alienígena e presenciamos a perda dos pais do jovem em Londres. Ao fugir pro Monte Glastonbury é perseguido por aliens e encontra perplexo o esquife de Arthur (ao abri-lo para se safar desperta o mítico rei do sono secular e assim a aventura começa).

Arthur busca por Merlin e também por seus aliados da Távola Redonda, mas todos reencarnaram com pouquíssimas alterações. Enquanto na trama o famoso triângulo amoroso foi mantido dando um drama maior as intenções maléfica de Morgana Le Fay.

Por outro lado ficou interessante ver Sir Tristão reencarnando num corpo feminino e sua luta pessoal em rever sua sexualidade para aceitar o amor de Isolda (lembro até que Tom curte uma paixão não correspondida por Lady Tristã). Outro que sofreu bastante foi Sir Percival que fora transformado num Neo-Humano, ser gigante geneticamente alterado.

Aliás todos os cavaleiros que restaram que antigamente eram cem, mas diminuíram para seis foram alterados e presenciamos suas angústias e frustrações em vários lugares do mundo. França: Sir Lancelot (numa questão entre defender seu rei e ouvir seu coração), Estados Unidos: Guinevere (idem) e no mesmo país: Sir Kay (ladrão e alívio cômico da história), Japão: Sir Galahad (um samurai que ia cometer harakiri), África do Sul: Sir Gawain (que teve que abandonar sua família), Canadá: Sir Tristão (uma mulher) e Austrália: Sir Percival (um condenado transformado).

Os vilões como não poderiam deixar de ser são Morgana Le Fay e o diretor de segurança da ONU Jordan Matthew (quem?), a reencarnação de Mordred.

Criada num ritmo de ficção científica, contendo personagens cativantes, falando de política, corrupção, intrigas e guerra temos tudo isso misturado numa história bem conduzida. Camelot 3000 é a releitura mais empolgante sobre o mito de Arthur nos gibis que conseguiram fazer.

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Excalibur – 1981

O filme de John Boorman, é uma adaptação totalmente fiel ao que está escrito no livro de Thomas Mallory. Então temos todos aqueles elementos da literatura medieval como honra, coragem e cavalheirismo tornando nossa viagem mais prazerosa.

No filme Uther Pendragon (Gabriel Byrne), graças a intervenção do Mago Merlin (Nicol Williamson) consegue a mítica espada Excalibur tornando-se rei. Porém acaba se apaixonando perdidamente por Lady Igrayne, esposa do seu inimigo Lord Titangel.

Num estratagema bem planejado Uther ordena que o Lord vá viajar pra longe deixando seu castelo protegido apenas por alguns soldados e pede para Merlin disfarça-lo de Titangel. Porém como trato Merlin pede ao criança que irá nascer como pagamento do trato.

Feito isso Uther com a aparência mudada possui seu afeto que algum tempo depois dá a luz um menino (que fica sob os cuidados do Mago). Só que Uther acaba sendo mortalmente ferido pelos soldados leais do Lord, mas antes de morrer crava Excalibur numa pedra.

A Inglaterra ficou sem rei, pois somente quem conseguir retirar a espada da pedra será digno de subir ao trono. O país ficou dividido pela ausência do seu soberano com diversos cavaleiros disputando a posse da espada, mas Arthur, um jovem escudeiro é auxiliado por Merlin e consegue retirar Excalibur da pedra sagrando-se rei.

A parte interessante é notar as intrigas e traições existentes nas intenções de Morgana (Helen Mirren). Ela se disfarça de Guinevere para deitar com Arthur afim de gerar um filho e acaba conseguindo. Sua verdadeira intenção é que seu filho Mordred (Robert Addie) ocupe o trono no lugar de seu meio-irmão.

E também temos uma forte demonstração de amizade entre Arthur (Nigel Terry) e Lancelot (Nicholas Clay), mas a relação amorosa entre Guinevere (Cherie Lunghi) e Lancelot  acabam desestruturando tanto Arthur quanto ao reino.

O que me impressionou bastante nesta versão foi sua maravilhosa fotografia que nos ajudava a entrar no clima de mistério e magia que havia no filme.

Excalibur é um filme obrigatório pra quem curte o mito e também pra quem ainda não conhece, pois a aventura é tão gratificante que você nunca mais irá esquecer.

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Lancelot, o Primeiro Cavaleiro – 1995

Eu sinceramente não consegui ver nada de interessante nesta releitura da lenda. É claro que a presença do eterno James Bond Sir Sean Connery, aqui interpretando um Rei Arthur já idoso (é simplesmente fantástica).

Mais mesmo assim não gosto desta exaustiva exploração do triângulo amoroso tantas vezes mostrado. A amizade que havia entre Arthur e Sir Lancelot (Richard Gere) também é dinâmica, porém fica subentendido que Arthur não perderá tão fácil seu amor e o poder.

Guinevere (Julia Ormond) foi prometida ao rei Arthur para que ele protegesse o seu país contra as tropas do sinistro Malavant. Seu casamento ia muito bem, mas a chegada do mais novo cavaleiro da corte de Camelot despertou-lhe uma paixão poderosamente avassaladora.

Enquanto Lancelot fica dividido entre a lealdade para com seu rei e preso as vontades do seu coração por conta do amor pela rainha.

Então somos apresentados a esta história que envolve amor, cavalaria, traição e um romance praticamente “impossível”.

Recomendo apenas pra quem gosta de filme mamão com açúcar, porque de resto não há mais nada de empolgante (não temos Merlin ou Morgana ou qualquer outra coisa equivalente).

Foi a melhor releitura deste triângulo amoroso, mas eu simplesmente detesto isso tudo. Não pela traição em si, porque o contexto é bem mostrado neste filme (só que já exploraram este filão tantas vez que pra mim não vejo mais graça nenhuma).

Até a segunda parte.

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Imagens

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O Último Dragão

The Last Dragon, é um daqueles clássicos dos anos 80 que sempre brincou com a imaginação de quem teve o prazer de assisti-lo. Feito num estilo que lembra Karatê Kid, porque seu tema principal trata-se de artes marciais.

A aventura acontece em Nova York mostrando a vida de Leroy Green, que desejava se tornar um grande lutador de kung fu, assim como foi seu ídolo Bruce Lee. Bom, nos anos 80 filmes com Bruce Lee, Chuck Norris, Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger, Jean-Claude Van Damme e Steven Seagal eram certos de conter muita pancada deixando todo mundo pirado.

Leroy (Taimak Guarriello) busca alcançar o mais alto nível que um lutador consegue, sendo conhecido como nível final, pois dizem que somente os melhores do mundo possuem uma aura mística que brilha. A partir do momento que o corpo inteiro do lutador brilha, ele é considerado, o maior mestre de artes marciais.

Para Leroy alcançar este nível não será nada fácil, pois terá que enfrentar o magnata Eddie Arkadian (Murney) que tenta emplacar uma cantora que era ruim até dizer chega, infelizmente não me lembro do nome da atriz, mas sua imagem era uma mistura de Cindy Lauper com Nina Hagen. E pediu pra bela VJ Laura Charles (Vanity) para torna-la, um sucesso (é claro que não deu certo).

Leroy tinha um irmão mais novo muito chato Richie (Leo O’Brien) que o ajudou a encontrar o “jeitinho” para poder conquistar o coração de Laura.

Laura e Leroy acabam tendo um encontro romântico na danceteria em que ela trabalha. E como Leroy gosta de Bruce Lee ela põe no telão algumas cenas de luta muito maneiras.

Laura acaba sendo sequestrada pelos capangas de Arcadian, mas tudo não passava de um ardil para que pudesse enfrentar o vilão casca grossa  Sho’nuff (Julius Carry), o Shogun do Harlem.

O vilão foi um dos mais marcantes daquela época, pois o Shogun  lutava muito já que conseguia fazer brilhar suas mãos (só que seu figurino era muito doido e espalhafatoso).

Lembro que o melhor momento do filme ficou no final, é óbvio, quando ele enfrenta Leroy (enfiando a cabeça dele na água).

Infelizmente perdemos o ator Julius Carry que morreu de câncer no pâncreas, em 2008.

O Último Dragão é um filme leve, despretensioso que além de divertir foi um daqueles filmes da Sessão da Tarde que se tornou marcante por ter uma história com personagens bem variados.

Aonde temos Leroy, um mocinho meio ingênuo, um vilão que serviu pra dar aquele contraste como Sho’nuff e uma mocinha inteligente Laura Charles. Unindo-se a isto temos coadjuvantes engraçados como Richie e uma trilha sonora datada mais envolvente (Rhythm of the Night, do DeBarge).

Pode não ter sido nenhum grande sucesso de bilheteria, porém também presta homenagem para Bruce Lee e talvez seja até considerado tosco pros dias de hoje.  Mais eu duvido que todo moleque que assistiu não repetia com vontade: “Quem é o Mestre?”

Relembre com nostalgia alguns outros filmes clássicos da década de 80 que fizeram a cabeça da minha geração.

Na galeria abaixo temos: Superman, Um Tira da Pesada, De Volta para o Futuro, Highlander, Clube dos Cinco, Indiana Jones, Star Wars, Rambo, Rocky, Tubarão e mais algumas recordações imperdíveis

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Herói

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Thundercats

Quem cresceu nos anos 80 foi influenciado por desenhos que se tornaram clássicos daquela época como: He-Man, Comandos em Ação, Speed Racer, Transformers, Space Ghost, Caverna do Dragão e Thundercats.

A versão original estreou por aqui em 1986 e foi uma coprodução entre americanos e japoneses, Thundercats foi uma criação dos estúdios Rankin/Bass tendo a duração de 130 episódios (sendo exibido pela Rede Globo).

O que foi muito marcante pra mim é que logo no primeiro episódio estamos no planeta Thundera que estava em guerra sob um terrível ataque dos mutantes de Plun-Darr (que destruíram quase todas as naves da frota thunderiana).

O planeta explode enquanto algumas poucas naves conseguem fugir e na nave-mãe está Jaga junto com outros importantes Thundercats que pertencem a alta classe thunderiana: Panthro, Tygra, Cheetara, Willy Kit e Willy Kat.

Cada um deles tinha uma habilidade específica e também ganharam de Jaga armas especiais. Panthro era mecânico e dominava artes marciais ficando com um nunchako, Tygra era arquiteto e ganhou um chicote que podia deixa-lo invisível.

Cheetara ficou com um bastão capaz de se prolongar e também podia correr com uma velocidade fora do comum. Enquanto as crianças Willy Kit e Willy Kat ganharam bolsas de truques e um skate voador (que eu ficava doido pra estar no lugar deles usando).

Com eles também estavam o jovem príncipe Lion-O que perdeu seu pai, o Rei Claudius recentemente  e na sua companhia estava também sua ama seca Snarf (que era o alívio cômico do desenho).

Jaga era um importante conselheiro da corte do falecido rei e seu amigo mais devotado. Então coube a ele guardar e proteger a Espada Justiçeira que era a maior fonte de poder do Thundercats. Já que seria empunhada pelo futuro líder deles, Lion-O.

A nave-mãe foi avariada pelos mutantes e Jaga decidiu colocar todo o restante da tripulação em sono criogênico, mas deixou para si o fardo de guiar a espaçonave pra um local seguro. Depois de décadas a nave pousou no Terceiro Mundo, porém Jaga foi o único que não ficou em animação suspensa morrendo no final da jornada.

Enquanto isso Lion-O cresceu, pois sua câmara deu defeito. E esta foi uma das partes mais interessantes do desenho pra mim, porque ele está numa jornada de autoconhecimento (e teria que aprender tudo aquilo que não tinha vivido ao longo dos anos).

As lições tinham a ajuda de Jaga que aparecia numa forma espectral sempre dando conselhos pro futuro líder dos Thundercats.

O que ficou bem marcante pra mim era que os personagens foram bem estruturados trazendo características distintas mais comuns dos animes. Thundercats conseguia misturar tecnologia futurista com magia e ainda trazia aquele esquema manjado de bem contra o mal. Na época eu ficava fascinado quando Lion-O empunhava a Espada Justiceira dizendo aquele famoso e inesquecível grito de guerra: “thundercats-hoooo!” E também pela frase: “espada justiceira de me a visão além do alcance” que eu não

cansava de brincar e repetir.

Pra não esquecer de seu planeta natal eles usavam o Código de Thundera: honra, justiça coragem e lealdade (que era algo bastante importante pros felinos).

Eu adorava as estripulias de Willy Kit e Willy Kat, mas detestava o Snarf por acha-lo sem graça demais.

Bom, a situação no Terceiro Mundo – uma clara referência ao planeta Terra – não era das mais fáceis, pois os felinos tiveram que se adaptar. E graças a inteligência de Tygra conseguiram a Toca dos Gatos, um QG bastante sofisticado capaz de protege-los dos mais variados ataques.

E também a engenhosidade do Panthro que construiu o incrível Thundertank, um veículo veloz que podia transitar por quase qualquer tipo de terreno (e que podia subir até montanhas através de suas garras dianteiras).

Só que os Mutantes também seguiram no encalço dos felinos e logo o conflito continuou. A equipe dos Mutantes era composta por: Escamoso, um réptil líder e balofo, Abutre, o engenheiro deles, Simiano, um macaco de grande força física, mais de pouca inteligência e Chacal, o mais fraco de todos mais muito traiçoeiro.

Eles se uniram a Mumm-Ra, um feiticeiro poderoso que fica disfarçado como uma múmia cadavérica e que estava interessado nos poderes do Olho de Thundera (a pedra incrustada na Espada Justiceira).

Eu ficava muito impressionado com a transformação de Mumm-Ra ainda mais quando falava: “antigos espíritos do mal…”.  Só que em contrapartida os Mutantes que ficaram de lacaios da múmia eram muito burros e completamente tão estúpidos que conseguiam estragar tudo que faziam.

O sucesso trouxe uma segunda temporada aonde acrescentaram novos personagens como Snarfinho, sobrinho do Snarf, Lynx-O, um Thundercat idoso que por ter ficado sem a visão desenvolveu seus outros sentidos, o jovem Bengali e a bela Pumyra que tinha habilidades acrobáticas especiais.

Além, dos novos heróis também surgiram novos vilões, Os Lunatacs compostos por: Luna, uma feiticeira, Amock, guarda-costas de Luna, o forte Tugmug, Chila que controla o frio, Redeye, capaz de enchegar qualquer coisa em todos os espectros da luz e Alluro, dono de um poder mental capaz de paralisar qualquer um.

Apesar dos Lunatacs serem muito mais perigosos que os Mutantes eu não gostava desta fase do desenho, pois pra mim havia perdido o brilho (assistia só pra ver no que iria dar).

A Nova Versão 

Acredito que várias pessoas que assim como eu assistiram o desenho clássico ficou numa grande expectativa ao saber da notícia deste remake. Minha memória afetiva ainda era bastante vívida de como Thundercats foi importante pra mim (ainda mais que podíamos ver alguma coisa no Youtube).

E em 2011 vi em algum blog o vídeo da nova versão e achei surpreendente, pois fizeram no estilo anime. Produzido pelo Studio 4° C, um renomado estúdio japonês que já havia feito The Animatrix e Batman: Os Cavaleiros de Gotham (o remake conseguiu expandir o universo original).

A melhor parte nisso tudo é que a personalidade dos Thundercats que era a tônica da série original conseguiram dar um destaque maior, pois tanto Lion-O, Tygra, Panthro e os demais heróis tem alguma motivação pessoal ou alguma perda em suas vidas (explicando o motivo de agirem da maneira como são).

Os Thundercats vivem no Terceiro Mundo e não no planeta Thundera como antes. Houve uma repaginada no visual dos personagens tornando-os mais novos e a melhor

parte é que Snarf não fala somente Lion-O consegue entende-lo.

Os gatos são a raça predominante na pirâmide social, mas há também diversos outros animais como: reptéis, cães, elefantes, macacos entre outros. A grande diferença é que desta vez os Thundercats são avessos a tecnologia e são surpreendidos pela traição de Gune que traz os lagartos (enquanto Mumm-Ra disfarçado mata o Rei).

Devido a morte trágica do Rei Claudius, Lion-O é o próximo na linda de sucessão, mas temos Tygra seu meio-irmão e seu relacionamento nos lembra um pouco Thor e Loki sempre competindo.

Com a queda de um reino que se achava imbatível e tornando-se de repente líder dos Thundercats sem preparo nenhum pra isso. Lion-O que antes era um jovem que não queria saber de responsabilidades tem a difícil tarefa de prosseguir quando todo seu mundo e tudo aquilo que tinha não existe mais.

Seu único caminho é recomeçar do zero procurando o lendário Livro dos Presságios e notamos que em cada lugar por onde passa Lion-O aprende uma lição importante (e nós acompanhamos sua jornada pra tornar-se um grande rei).

Os vilões ficaram mais assustadores do que poderíamos imaginar, pois Mumm-Ra continua aquela múmia velha de sempre. Só mais maquiavélico coma aparência de um morcego egípcio e só de sacanagem arranjaram um tanque pra ele se locomover no Terceiro Mundo.

Os vilões clássicos como Escamoso, Chacal e Simiano também não foram esquecidos e tornaram mais cruéis num nível que podem até matar seus inimigos sem pestanejar.

A dupla Chacal e Simiano que eram completos idiotas viraram serial killers capazes de fazer qualquer coisa para atingirem seus objetivos.

Pra nós saudosistas de plantão foi legal notar que além de terem repaginado nossos heróis outros personagens também deram as caras no desenho como: Lynx-O, a aranha Spydera e até o Monstro Estelar, vilão de Silverhawks, que é uma cópia deslavada de Mumm-Ra.

Houve há algum tempo atrás boatos que teríamos um filme live action com os Thundercats. O tempo passou, mas nada de concreto aconteceu apenas podemos ver  péssimos fan filmes que se utilizaram de imagens de outros longas mostrados no

O excelente trabalho dos produtores de Thundercats conseguiu aliar uma nova geração de fãs e também conectar os mais antigos nesta versão. Eu adoraria que fizessem a mesma coisa com He-Man, pois o herói de Etérnia merece  alguma coisa neste sentido (com direito até a filme pro cinema).

Confira na galeria abaixo imagens dos Thundercats que garimpei na web

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Imagens

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Mr. Magoo

É um adorável velhinho que por ser míope não consegue enxergar um palmo adiante do nariz ou seja absolutamente nada.

Pra dizer a verdade Mr. Magoo é tão engraçado que “acha” que encherga as coisas, porém causa uma confusão enorme por qualquer lugar aonde vá.

Quincy Magoo foi criado pela United Productions of America, em 1949. Sua primeira aparição foi no episódio The Ragtime Bear, mas ele estava com as feições completamente diferente dos episódios que vierem depois.

Dizem as lendas que Magoo surgiu como uma crítica ao senador americano Joseph McCarthy que via inimigos, geralmente comunistas, onde não existia (e quando existiam não via).

Ele vive na companhia de seu empregado Charlie, mas quando sai pra algum lugar junto com seu fiel cão McBaker ou sobrinho Waldo que sempre estão livrando-o de alguma enrascada (é que nossa diversão começa).

Não dá pra acreditar mais situações do cotidiano como ir num supermercado, dirigir numa estrada ou comer num restaurante por mais simples que seja a situação torna-se totalmente desastrosa com a presença de Magoo.

Mr_magoo (1)

Filme

Em 1998 o ator Leslie Nielsen interpretou o Mr. Magoo. Na história havia um rubi muito valioso, conhecido como Estrela do Curistão, que foi roubado e adivinha com quem a pedra preciosa ficou?

De uma maneira absurda o rubi foi parar com Mr. Magoo e os bandidos queriam se aproximar para readquirir a pedra. A intenção era fazer um leilão no qual estariam todos os chefões do submundo para tentar compra-la.

O filme não é sensacional sendo que a história é bastante simples, mas pra quem gostava do desenho é um prato cheio de situações engraçadas. Pelo pouco que me lembro não foi nenhum sucesso de crítica, porém a adaptação consegue pegar a essência do personagem (e rendeu uma boa bilheteria).

Infelizmente perdemos o ator Leslie Nielsen em 2010, mas ele sempre será lembrado pela trilogia de Corra que a Polícia Vem Aí. O filme foi baseado na série televisiva Police Squad, de 1982 (que na época fracassou durando apenas 6 episódios).

Corra que a Polícia Vem Aí também marcou o término da parceria que havia entre o grupo ZAZ (Jerry Zucker, Jim Abrahams e David Zucker) que tiveram em seu currículo os filmes de comédia: Apertem os Cintos o Piloto Sumiu (1980) e Top Secret (1984).

Em Corra que a Polícia vem Aí Leslie Nielsen deu vida ao impagável e atrapalhado policial Frank Drebin. E sua missão no primeiro longa era impedir o assassinato da Rainha Elizabeth II, mas as situações que vemos são tão loucas quanto absurdas.

O antagonista era Vincent Ludwig, um ricaço que havia feito lavagem cerebral num jogador de baseball (para que cometesse o crime).

Ainda temos a presença da linda Priscilla Presley que era integrante da gangue de Victor com a intenção de atrair Frank pra uma cilada (só que acabam se apaixonando).

O filme é um tipo de comédia pastelão bastante escrachada que desdenha dos filmes policiais, principalmente, o estilo noir.

Pra quem quiser apenas se divertir este vale a pena, pois há situações totalmente absurdas que acontecem a todo momento e nós não conseguimos conter o riso.

Lembrando que o astro O. J. Simpson atuou como detetive Norberg que sempre se dava mal.  Pouco tempo depois  houve um escândalo que percorreu o mundo todo (após o assassinato de sua esposa e seu suposto amante).

Como ela era branca e O. J. afro-americano a repercussão ganhou obviamente ares de racismo, mas no final do processo acabou sendo inocentado. Depois o ex-jogador caiu de vez no mundo do crime sendo preso e  está cumprindo pena na prisão.

Bom, os anos 1980 foram recheados de desenhos de várias épocas distintas que nós vimos na telinha. Tinha dos anos 40: Pica-Pau, Super Mouse e Betty Boop, dos anos 50: Gato Félix e Snoopy, anos 60: Gato Corajoso, o Patrulheiro Certinho e o Vira-Lata.

Como também havia dos anos 70: Flash Gordon, Jornada nas Estrelas, The Jackson 5 e Faísca e Fumaça e nos anos 80: He-Man, Transformers, Comandos em Ação, Thundercats, Caça-Fantasmas entre vários outros.

Deixei de fora as produções da Hanna-Barbera, pois já tinha feito uma postagem só deles.

Confira na galeria abaixo algumas imagens de desenhos que eu garanto que você nem se lembrava mais (boa viajem)

a volta ao mundo em 80 dias com willy fog a-formiga-e-o-tamandua alvin-e-os-esquilos andy-panda as-aventuras-de-ted-ruxpin beetlejuice betty-boop Bicudo-o-Lobisomem blackstar Bom Bom e Mau Mau bravestarr caça-fantasmas cavalo-de-fogo caverna-do-dragão centurions cobrinha-azul conde-patula COPS crane, a cegonha perna fina dartagnan-e-os-três-mosqueteiros defensores da terra dennis o pimentinha denver-dinossauro dinosaucers faísca-e-fumaça flash_gordon galtar-e-a-lanca-dourada gasparzinho, o fantasma camarada gato-corajoso gato-félix ghostbusters godzilla grump, o feiticeiro trapalhão he-man homem-aranha-e-seus-amigos inspetor-bugiganga inspetor-willhougby jackson-five Jayce-guerreiros-relâmpago jem-e-as-hologramas jerry-lewis jornada-nas-estrelas ligeirinho Lord Gato marmaduke MASK mickey_mouse Mini_polegar-e-yogui muppets-babies nick-e-neck nossa-turma O Inspetor o poderoso cachorrão o vira-lata e polly o-pequeno-principe o-poderoso-hércules os-ursinhos-gummy os-wuzzles pantera-cor-de-rosa papa-leguas pateta patrulheiro-certinho pica-pau pluto VTS_01_1 (1) popeye-e-olivia quarteto-fantastico recruta-zero riquinho seis-bionicos shazam she-ra silverhawks super-mouse tarzan the-king-kong-show toro e pancho transformers Turbo Man turma-da-pesada ursinhos gummi ursinhos-carinhosos visionaries_cavaleiros_da_luz_magica wallpaper_snoopy wallpaper-danger_mouse wallpaper-duck-tales wallpaper-g.i. joe wallpaper-galaxy-rangers wallpaper-looney-tunes wallpaper-pato-donald wallpaper-super_amigos wallpaper-thundercats xerife hoot kloot

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Artista

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José Luiz Garcia-López

Este espanhol é um dos mais renomados artistas do mundo dos gibis e já trabalhou  praticamente com “quase” todos os personagens principais da Distinta Concorrente.

A parte mais impressionante em sua arte é que os corpos dos heróis são bem definidos, mas as expressões geralmente sorridentes nos passam uma leveza espetacular.

Lembro que o artista há alguns anos atrás ilustrou um álbum de figurinhas e se não me engano era Super-Heróis em Ação.  E havia também  a revista do Esquadrão Atari que fez um relativo sucesso por aqui na época (que foi nos anos 80).

A equipe surgiu da parceria entre a DC Comics com a famosa fabricante de games homônima. As histórias acontecem no futuro sendo formada por uma equipe de diversos mundos.

Sua missão era descobrir e também enfrentar uma terrível ameaça que estava corrompendo o universo.

O gibi tinha roteiro de Gerry Conway e arte de José Luis, mas o melhor de tudo eram seus personagens: Tormenta, Martin Champion, Morféa, Mercenária e Bebê. Esquadrão Atari vai deixar saudade por causa de suas aventuras repletas de ação (que nos faziam viajar com os heróis).

Contemple na galeria abaixo a arte do mestre José Luiz Garcia-López

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