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Herói

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Titãs

“Uma vez Titã, sempre Titã”.

Há algum tempo atrás a equipe era conhecida como Novos Titãs (e o nome original é The New Teen Titans).

Isso aconteceu durante a década de 80 quando o roteirista Marv Wolfman e o artista George Pérez fizeram um trabalho significativamente inesquecível com os personagens.

Dizem as lendas que foi graças ao aumento de vendas e também de popularidade dos Novos Titãs que os artistas conseguiram seu trabalho na clássica Crise nas Infinitas Terras.

Bom, a equipe surgiu inicialmente como Turma Titã quando saiu pela editora EBAL e atualmente ficou apenas como Titãs (não sei por qual motivo besta).

A Turma Titã era formada pelos parceiros mirins ou ajudantes dos principais heróis da DC Comics. Houve uma época em que existiam diversos parceiros de super-heróis e todos tinham algum moleque saltitante ao seu lado. Isto era algo muito importante (e também uma forma dos leitores se projetarem nas histórias).

A Turma Titã surgiu na edição The Brave and The Bold # 54 e foi criada pelo artista Bruno Premiani e também pelo roteirista Bob Haney, em 1964.

A equipe original era formada por: Robin (Dick Grayson), Kid Flash (Wally West) e Aqualad (Garth) em sua primeira aventura juntaram-se para enfrentar o vilão Senhor Ciclone que havia sequestrado um grupo de adolescentes, em Hatton Conners.

Tempos depois ingressaram na equipe a Moça-Maravilha (Donna Troy) e Ricardito (Roy Harper).

Numa outra aventura tiveram que lutar contra seus mentores que estavam sob o domínio do vilão Antítese. E assim que venceram Donna resolveu batizar a equipe de Turma Titã.

Na fase de Nick Cardy a equipe tinha um QG, conhecido como Covil dos Titãs. Era localizado numa caverna e agiam quando recebiam um chamado no seu circuito interno de TV. Então acionavam um helicóptero atrás de um outdoor do seriado televisivo do Batman (e saiam pra salvar o dia).

As vendas dos gibis da equipe não iam muito bem, principalmente por causa dos roteiros que não dava destaque pra personalidade dos heróis (e pra piorar os vilões eram fraquíssimos).

Uma curiosidade interessante é que houve os Titãs da Costa Oeste uma equipe formada pelos heróis: Gnarkk, Águia Dourada, Bat-Girl (Betty Kane), Rapaz-Fera (Gar Logan), Lilith, Rapina e Columba.

A ideia surgiu em 1977, mas infelizmente cancelaram muito cedo o gibi. Anos depois houve novas tentativas de emplacar uma equipe nesta parte dos EUA e se não me engano conseguiram recentemente.

Pra mim a fase mais marcante da equipe foi nos anos 80 quando a dupla Wolfman e Pérez estiveram trabalhando nela.

As vendas dos gibis estava ruim pra caramba e a editora resolveu reformular a Turma Titã. Daquela formação original restou somente Dick, Donna e Wally e o que realmente despertou minha atenção foi a princesa Kori (Estelar) linda, sensual e poderosa.

Só que também tinha outros integrantes como o sofrido Cyborg (Vic Stone), o engraçadíssimo Mutano (Garfield Logan) e a misteriosa Ravena.

A fase da dupla é inesquecível, pois apesar de se tratar de um gibi de heróis, os Novos Titãs eram acima de tudo uma família.  E como toda família haviam diversos problemas para resolver, mas eles permaneciam sempre unidos.

Essa nova versão foi convocada por Ravena para impedir os planos de seu pai, o demônio Trigon, que queria dominar a Terra.

Wolfman e Pérez ainda nos presentearam com o Contrato de Judas, uma das histórias mais marcantes pra mim de todas que já li da equipe. A traição feita por Terra (Dana Markov) que havia se infiltrado a mando do Exterminador pra destruir a equipe.

Mesmo com suas histórias estranhas ela acabou ganhando a confiança de todos e também o amor de Mutano. Então quando traiu a equipe foi algo tão significativo e devastador na vida dos nossos heróis.

É nesta edição clássica que Dick troca seu codinome de Pássaro Vermelho para Asa Noturna. Também vemos Wally deixar de ser Kid Flash assumindo o manto de Flash (após a morte de Barry).

Outro aspecto importante desta época foi a inclusão do Exterminador (Slade Wilson), um dos piores vilões que a equipe já enfrentou. Diferente do período anterior tivemos vilões mais assustadores como: Quinteto Mortal, C.O.L.M.E.I.A, Irmão Sangue, Sociedade Gnu, Komander entre outros.

O grande diferencial da passagem deles pelas páginas dos Novos Titãs é que havia uma “realidade” quase plausível nas atitudes dos heróis (algo totalmente diferente da abordagem confusa que temos hoje em dia).

Em Grandes Heróis Marvel # 9 tivemos o encontro entre Novos Titãs e X-Men (o detalhe é que ambas as equipes vendiam muito). Neste crossover maravilhoso com roteiro de Chris Claremont e arte de Walter Simonson eles uniram-se para derrotar Darkseid. O tirano espacial reviveu a Fênix Negra para poder criar na Terra uma segundo Apokoplis.

Depois eu fiquei um longo tempo sem acompanhar as aventuras dos Titãs até que nas edições dos Melhores do Mundo li Liga da Justiça versus Titãs. Gostei apenas por rever a turma toda reunida sendo uma homenagem pra todos que estiram trabalhando no título (ao longo dos anos).

A minissérie serviu pra mostrar uma nova formação dos Titãs com todos da equipe original e também com a presença de Jesse Quick, Detonador e Argenta.

Praticamente nesta mesma época surgiu a Justiça Jovem, uma nova versão pra Turma Titã. Nesta equipe tínhamos Robin (Tim Drake), Impulso (Bart Allen) e Superboy (Conner Kent).

Em outras aventuras foram acrescentadas Moça-Maravilha (Cassie Sandsmark), Segredo (Greta Hayes) e Flechete (Suzanne “Cissie” King-Jones).

E atualmente ainda não li nada sobre a equipe neste universo pós-Novos 52! Espero que mantenham a tradição de boas histórias.

Desenhos

Quase no final dos anos 60 a clássica produtora Filmation havia lançado diversos desenhos animados dos super-heróis da DC. Entre os quais estavam: Eléktron, Liga da Justiça, Gavião Negro, Lanterna Verde, Flash e por último havia Jovens Titãs.

A duração de cada episódio tinha apenas 7 minutos a produção era fraca, mas tinha a formação dos gibis (com a exceção de Robin).

A parte mais engraçada foi a mudança nos nomes dos personagens, porque Ricardito virou Veloz, Kid Flash era Jovem Relâmpago, Aqualad tornou-se Aquamoço e Moça-Maravilha ficou Garota Maravilhosa.

A produção era fraquíssima, porém vale como relíquia por terem tentado levar entretenimento pras crianças naquela época.

Como curiosidade houve um episódio da série animada Batman: The Brave and the Bold, na qual a Turma Titã participa foi “Sidekicks assemble!”.

Nesta aventura mostra como no passado os jovens Robin, Aqualad e Ricardito depois de uma confusão tiveram que ganhar a confiança um do outro (enfrentando vários vilões numa simulação na Batcaverna).

Como curiosidade a Hanna-Barbera criou The New Teen Titans uma série animada que infelizmente não teve aprovação da Rede ABC, em 1983.

Os Jovens Titãs inaugurou o estilo anime nas produções da Distinta Concorrente (além disso era muito engraçado e divertido demais). Eu adoro a abertura cantada por Puffy Ami Yumi (uma famosa dupla japonesa que virou série animada).

Lembro que eu me amarrava quando o famoso grito de guerra dos quadrinhos era dito: “Titãs, atacar!”.

Bom, nesta formação tínhamos os adolescentes: Mutano, Ravena, Cyborg, Estelar, e Robin em diversas aventuras com situações que beiravam o absurdo.

Justiça Jovem é a melhor versão animada feita com a equipe até agora (mesmo a anterior sendo inesquecível). Fazendo jus ao legado dos heróis nos quadrinhos temos algo baseado nos relacionamentos entre eles (mostrando a vida de adolescentes). E também em sua jornada pessoal para poderem tomar o lugar de seus tutores na Liga da Justiça.

A equipe de Justiça Jovem é formada por Robin, AqualadKid Flash, Superboy e Miss Marte (depois temos a inclusão de Artemis).

Teen Titans Go! É a mais recentemente versão animada da equipe. Visivelmente tentando pegar um público infantil temos aventuras que destacam a parte engraçada no convívio dos Jovens Titãs.

As histórias giram mais em torno da vida dos adolescentes e deixam um pouco de lado aquela história de salvar mundo. A grande diferença é que não há nenhuma supervisão de adultos. A equipe continua com a mesma formação da versão anterior com: Cyborg, Robin, Mutano, Estelar e Ravena.

Há um boato na web que nossos heróis devem ganhar um piloto pra uma nova série televisiva. Essa abordagem veio na esteira do sucesso de Arrow e da tão esperada The Flash.

Por enquanto o nome será Titans e na equipe teremos: Asa Noturna, Estelar e Ravena atuando com outros jovens heróis (vamos esperar pra saber se vai pra frente).

Confira na galeria abaixo algumas imagens que garimpei dos Titãs na web

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Arqueiro Verde

Pra ser sincero nunca fui com a cara do Arqueiro ainda mais pelas discussões acaloradas que havia entre ele e o Gavião Negro. Na verdade a editora nunca dava muita importância pra ele.

O herói sempre conquistou algumas poucas fases importantes e depois amargou várias outras largas temporadas jogado no segundo escalão.

Mais essa sua crescente popularidade devido ao novo seriado e minha curiosidade por saber do que se trata (me fez voltar minha atenção pro Oliver).

Green Arrow foi criado pelo roteirista Mort Weissinger e pelo artista Greg Papp, surgindo pela primeira vez na revista More Fun Comics #73, de 1941.

O Arqueiro já teve diversas origens, mas todas se mantem no básico que ao ficar preso numa ilha precisou aprender a manejar o arco e a flecha pra sobreviver (e quando voltou pra sua cidade decidiu iniciar sua carreira heroica).

O apetrecho mais famoso de sua aljava é a flecha com luva de boxe (algo clássico e muitas vezes ridicularizado pelos leitores na web).

Confesso que nunca fui muito de acompanhar as histórias dele, mas gostei de sua atuação no desenho da Liga da Justiça Sem Limites. Só passei a gostar mais do herói devido a sua versão em Batman: Os Bravos e Destemidos.

Aonde havia uma certa dinâmica e igualdade entre os dois. Ambos são ricos, aventureiros, sem superpoderes e usando cada um a sua maneira um arsenal de apetrechos na luta contra o crime (e o principal eles ficavam sempre competindo).

Também não é atoa, porque em sua versão original foi criado baseado no herói dos livros Robin Hood, aquele que roubava dos ricos para dar dinheiro aos pobres e também no Homem-Morcego.

Aliás o Arqueiro já teve o sinal-flecha, a caverna-flecha e também um carro-flecha que era todo amarelo ao invés de verde, vai entender? Pra fechar o ciclo de cópia do Morcegão ainda arranjou um parceiro mirim, ajudante, moleque saltitante  ou seja lá o que for o Ricardito (Speedy, no original), que atualmente chama-se Arqueiro Vermelho.

Por falar nisso durante os anos 70 deram uma mudança radical no personagem. Oliver  ganhou um cavanhaque, mudou seu uniforme, perdeu toda sua fortuna e virou um ativista liberal.

Nesta fase memorável ao lado de Hal Jordan haviam histórias de crítica social. Quem esteve a frente deste período foi o roteirista Denny O’Neil ao lado do artista Neal Adams.

As aventuras tinham um grande valor cultural, pois havia um importante enredo de conscientização social. A temática mais adulta envolvia direitos civis, política, racismo e ecologia. Esse período foi muito importante não só pro herói, mas também pros gibis ainda mais por mostrar Roy Harper como um dependente químico (lutando para se desintoxicar).

Durante os anos 80 no famoso pós-Crise a reformulação e sucesso veio na minissérie Os Caçadores, que teve uma mudança significativa na abordagem do Arqueiro. Mudando sua base de atuação de Star City para Seatlle, aonde estava ao lado da Canário Negro.

O enredo de Mike Grell foi mais sombrio do que aquele dos anos 70, pois até o visual do herói acompanhou este aspecto (adotando um capuz). Nesta impactante história o que ficou mais marcante foi a falta das famosas flechas especiais tão importantes que fazem parte da identificação do herói.

A trama ganha uma grande inserção de realidade na forma adulta como é conduzida, pois o herói está na caça de um serial killer que retalha garotas de programa. Enquanto a Canário Negro disfarçada está infiltrada tentando descobrir uma rede de drogas  financiada por Kyle Magnor, um importante magnata muito rico.

A arte de Mike Grell está bastante minuciosa demonstrando bem as expressões faciais e closes nas cenas mais importantes, porém a inclusão da personagem Shado revelou uma forte influência do mangá em seu estilo.

Nos anos 70 o herói pareceu pela primeira e única vez num desenho dos Super Amigos. Depois tivemos uma abordagem melhor na Liga da Justiça Sem Limites, no qual surge em Iniciação.

Seu interesse pela bela Canário Negro ficou evidente ainda mais quando sofreu poucas e boas para que o veterano herói Pantera largasse o vício de uma luta clandestina comandada pela sensual vilã Roleta.

Na clássica edição Liga da Justiça: A Nova Fronteira que migrou para DVD temos a presença do herói com seu aspecto original.

Num episódio de DC Showcase o herói estava indo pro aeroporto encontrar Dinah quando se depara com uma conspiração internacional (comandada pelo Conde Vertigo). Era uma tentativa de assassinato da princesa Perdita, da Vlatava (e acaba enfrentando seu pior inimigo Merlyn).

Mesmo com pouco tempo de duração foi uma ótima amostra do que fazer com o herói.

Bom, pra mim a grande virada pra popularidade do herói aumentar de vez foi sua inclusão no seriado Smallville, no qual era interpretado pelo ator Justin Hartley. O ápice foi o surgimento de uma versão da Liga, no episódio Justiça, durante a sexta temporada.

E agora temos Arrow, o novo seriado que está fazendo um tremendo sucesso. Na série estrelada pelo ator Stephen Amell a ação e o drama são o enfoque principal dos episódios.

Os produtores se preocuparam em demonstrar cenas que nos conectam as que vemos na telona e principalmente os coadjuvantes são personagens que vieram dos gibis.

Bom, como não poderia deixar de ser o Arqueiro Verde também já foi desta pra melhor. Isto aconteceu quando estava enfrentado um grupo paramilitar e acabou morrendo numa explosão de avião. Este negócio de morte nos gibis pra mim já ficou sem graça (há muito tempo).

Seu retorno foi graças a intervenção de Hal que estava segurando as pontas como Espectro. Lembrei que durante a saga Zero Hora Parallax/Hal foi morto por Oliver com uma flecha no peito (fato que deixou o Arqueiro muito arrasado por conta disso).

Outro fato marcante é que o Arqueiro já matou algumas vezes. A mais contundente pra mim foi a que citei acima, mas também temos a morte do vilão Prometeus que havia detonado uma bomba em Star City matando milhares de inocentes (e provocando a ira do herói).

Só pra fechar na nova fase do Arqueiro suas histórias estavam sendo escritas por JT Krul junto com a arte de Dan Jurgens. Pelo que pude ver na web seu M.O. está radicalmente diferente daquele que nos acostumamos a acompanhar durante as histórias anteriores.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do Arqueiro Verde que garimpei na web

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