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Musas de Tinta

2.4

Satúrnia

Seu nome verdadeiro é Imra Ardeen, antigamente a heroína era chamada de Moça de Saturno (Saturn Girl, no original).  Ela é membro fundadora da equipe Legião dos Super-Heróis e também surgiu no gibi Adventure Comics # 247, em 1958.

Satúrnia foi criada por Otto Binder e Al Plastino sendo uma poderosa telepata alienígena vinda de Titã, uma lua de Saturno (na qual seu nome foi baseado).

Inicialmente a Moça de Saturno possuia incríveis poderes mentais que eram ilimitados. Imra podia controlar pessoas á distância, sondar mentes, forçar a mente de outras pessoas, controlar sentimentos e emoções (entre várias outras coisas).

Mais infelizmente com o passar dos anos diminuíram e muito suas capacidades restringindo sua telepatia apenas pra comunicação.

Como curiosidade, Imra foi a primeira líder feminina da Legião.

Só pra constar Satúrnia possui três versões. A original da Era de Prata, a segunda após Zero Hora e a terceira depois de Crise Infinita.

No inicio a Legião era pra ter feito apenas uma participação especial nas aventuras do Superboy, mas a equipe futurista caiu no gosto da garotada. E a editora resolveu dar uma oportunidade pra eles explicando sua origem (e ganhando sua própria série).

Ao viajar pra Terra: Moça de Saturno, Rapaz Cósmico e Rapaz Relâmpago tiveram que salvar a vida do bilionário R. J. Brand, pois Satúrnia havia lido a mente dos assassinos evitando a tragédia.

Brand agradecido pelo que os adolescentes fizeram resolve ajuda-los, pois unindo-se sob sua guarda eles iriam perpetuar o legado do Superboy e da Supergirl, do séc. XX.

Depois ficamos sabendo que Brand é um durlaniano (pertencente a uma raça alienígena transmorfa).

Satúrnia é uma legionária que tem a reputação de estar sempre pronta pro autossacrifício, pois durante uma disputa pra liderança da equipe em 2975. Ela descobriu uma profecia na qual um legionário iria se sacrificar para deter um ataque ao nosso planeta.

A heroína decidiu assumir esse lugar, obrigando ao resto da LSH que votassem nela. Porém o Rapaz Relâmpago desobedeceu tal ordem e sacrificou-se em seu lugar (e acabou morrendo).

Imra tentou reviver seu amigo, mas quem se sacrificou novamente em seu lugar foi Proty, o bichinho de estimação do Rapaz Camaleão (que gostava muito dela). E por causa disto, Relâmpago ressuscitou.

A heroína é casada com Rapaz Relâmpago, mas antes de surgir o relacionamento eles penaram bastante para que tal fato acontecesse.

O relacionamento rendeu a eles os filhos: Graym (Válidus), Dacey, e Dorritt.

Depois da saga Zero Hora houve uma grande reformulação na editora. Fato que também aconteceu com a LSH. A maioria dos uniformes da equipe foram alterados e com Satúrnia não haveria de ser diferente. Trocaram o vermelho pelo rosa em sua roupa, mas mantiveram o símbolo de Saturno.

Outra mudança radical foi seu interesse amoroso que oscilava entre Cósmico e Relâmpago. Nessa época, Imra ficou catatônica após se desligar da mente do Superman Composto (depois sua mente foi recuperada pelo seu mentor Aven).

Em 2005 durante a terceira reformulação da equipe, a personalidade da heroína manteve-se a mesma. Só que seus poderes e sua origem foram alterados de forma grosseira. Satúrnia só “conversa” mentalmente com seus colegas de equipe, pois seu povo pode apenas se comunicar por telepatia (porque havia perdido as cordas vocais ao evoluir).

Na série animada do Superman dos anos 90, Satúrnia aparece numa aventura com o Camaleão e também com o Cósmico.

No seriado Smallville, episódio “Legion” da oitava temporada, Satúrnia foi interpretada pela atriz Alexz Johnson.

Por último no desenho Superman e a Legião dos Super-Heróis, Imra ficou mais parecida com sua versão dos gibis, mas numa aparência mais alienígena.

A LSH tem outras integrante clássicas como: Tríade ou Dama Dupla que pode se dividir em três, Sonhadora que pode prever o futuro, Penumbra que possuiu o poder de projetar escuridão.

Violeta capaz de reduzir seu tamanho, Etérea que tem poderes de intangibilidade e Moça-Relâmpago ou Pluma que tinha poderes elétricos e depois passou a transmutar tudo (pessoas e coisas).

Outra integrante famosa é a Supergirl que teve um romance famoso com Brainiac 5 e temos  Lana Lang, a Rainha Inseto que usava um anel biogenético conferindo-lhe as habilidades de insetos.

Confira na galeria abaixo algumas imagens da Satúrnia e também de outras legionárias que garimpei na web

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Herói

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Legião dos Super-Heróis

“Vida Longa a Legião!”

Devido ao sucesso estrondoso que Superboy fez a editora decidiu lançar uma outra equipe em suas páginas, a LSH.

Dizem as lendas que Satúrnia (Irma Ardeen), Relâmpago (Garth Ranzz) e Cósmico (Rokk Krinn) se uniram tendo os feitos do herói como inspiração, mas inicialmente eles apareciam apenas como viajantes do tempo (que faziam visitas ao jovem Azulão).

Depois de terem feito diversos testes com o Superboy, eles efetivaram o Garoto de Aço na equipe.

Após algum tempo veio uma origem mais elaborada, na qual o milionário R. J. Brande  foi salvo de ser assassinado pelos três heróis. Como gratidão ele financiou e organizou a criação da equipe que teria heróis de praticamente todo universo. A primeira inspiração veio do Superboy e da Supergirl, no séc. XX (depois fizeram uma outra com a Liga da Justiça).

A Legião dos Super-Heróis é uma equipe na qual suas aventuras também acontecem em Metrópolis, mas no distante séc. XXX (atualmente é XXXI se não me engano).

A LSH foi criada pelo roteirista Otto Binder e também pelo artista Al Plastino, surgindo pela primeira vez em Adventure Comics #247 (1958).

Seus três membros originais são: Satúrnia, Relâmpago e Cósmico, mas nos anos 60 eles eram conhecidos como: Moça de Saturno, Rapaz Relâmpago, e Rapaz Cósmico.

A medida que outros integrantes chegavam na equipe recebiam Rapaz se fosse homem e Moça se fosse heroína (é que a Editora Ebal fazia esta nomenclatura).

Isso só foi mudado quando a Editora Abril começou a publicar as aventuras do grupo nos anos 80.

Como curiosidade a LSH é uma das equipes da DC Comics que mais teve integrantes e formações ao longo das décadas. Outra curiosidade é que o cargo de líder da Legião era rotativo.

Uma das marcas registradas do grupo é o famoso anel de voo da Legião que todos os membros mesmo aqueles que podem voar também usam.

O QG original da equipe era um foguete amarelo invertido (que mais parecia querer entrar no fundo da Terra).

A Legião tinha base na Terra, mas estava sempre atuando ao lado da organização Planetas Unidos formada por humanos e alienígenas (junto com a Polícia Científica, obviamente, uma força policial).

Fato interessante é notar a “Legião Adulta”, aventuras que mostram os heróis adolescentes com uma idade madura. Seus piores inimigos são: Senhor do Tempo, Quinteto Mortal, Mordru, Legião de Super-Vilões e o Círculo Negro.

Após a reformulação que aconteceu no Pós-Crise com, Kal-El feita por John Byrne lá nos anos 80.

Tivemos a afirmação que o Azulão nunca foi Superboy e isto criou uma enorme confusão na continuidade da equipe. Só que Byrne nos mostrou o Universo Compacto, criado pelo Senhor do Tempo.

Toda vez que a equipe viajava pro nosso passado em sua esfera temporal pensavam que estavam na Terra. Mais na verdade sua viagem era desviada pra esse falso universo criado pelo vilão.

Então quando terminou a minissérie Zero Hora que foi outra crise complicada (anos 90). A editora reformulou novamente todo seu universo. Foram várias edições começando pelo zero e com a LSH também foi assim. Os heróis foram rejuvenescidos e haviam retirado a inspiração do Superboy pro seu surgimento colocando Mon-El em seu lugar.

Mon-El é um daxamita que possui praticamente os mesmos poderes que o Super. A única diferença é que perde seus poderes quando está exposto ao chumbo. No período Pré-Crise, Mon-El estava na Zona Fantasma até, Kal encontra uma cura pra ele. O herói foi apenas liberto mil anos no futuro passando a integrar a Legião.

Nesta segunda reformulação tivemos uma nova formação do grupo com permanência de alguns heróis clássicos e inclusão de novos (como: Kinetix, Gates e XS).

A terceira reformulação da LSH ocorreu após a saga temporal Crise Infinita. Os Legionários mais conhecidos dos gibis estão de volta, mas demonstram origens totalmente diferentes daquelas que conhecemos. A grande diferença desta versão é que há um distanciamento emocional no tratamento das pessoas.

E também a Legião não é bem vista pelos órgãos governamentais, porém seus heróis se esforçam pra levar adiante o legado de heroísmo que havia no passado.

Na telinha lembro que a equipe teve algumas participações. A primeira foi em Superman: A Série Animada, no episódio “New Kids in Town”, aventura na qual temos Cósmico, Satúrnia e Camaleão.

Eles voltam no tempo para impedir que Brainiac destrua, Kal-El quando era adolescente. Desta vez o Superboy também serve como inspiração pro surgimento da Legião.

Depois tivemos outra participação no seriado Smallville, episódio “Legion” após Apocalypse ter atacado o casamento de Jimmy e Chloe. Clark está em choque, mas decide procurar por Chloe que foi sequestrada. Então de repente o Persuader ataca, Clark, porém a Legião  que nesta versão é composta por Rokk, Imra e Garth vem do futuro para auxiliar o amigo.

Dizem as lendas que este episódio  foi escrito por Geoff Johns.

E por último no episódio, “Longe de Casa”, da série animada da Liga da Justiça, tivemos uma outra aventura da LSH.

John Stewart, Oliver Queen e a Supergirl são abduzidos numa esfera temporal pro sec. XXXI. Quando chegam são recebidos por Brainiac 5 e Rapaz Saltador, um herói que sempre achei muito fraco.

Os Cinco Fatais atacam a base da equipe e conseguem levar o LV e o Rapaz Saltador. Infelizmente “quase” todos os membros da Legião estão sendo controlados mentalmente.

Kara quase morre tentando detê-los, pois os registros diziam que ela nunca retornaria desta missão. A verdade é que a Supergirl permaneceu no futuro deixando de viver na sombra do Azulão. Ela e Brainiac 5 passam a namorar algo que também aconteceu nos gibis.

Por último temos a série animada Superman e a Legião dos Super-Heróis que explorava muito bem o universo da equipe. Novamente demonstrando a origem Pré-Crise que havia nos gibis aonde, o Garoto de Aço serviu como inspiração pro surgimento da equipe. A grande diferença é que ele não sabia usar direito seus poderes, mas infelizmente teve curta duração indo de 2006 a 2008.

Lembrando que na época havia aquela pendenga judicial entre a DC e a família Shuster e por esse motivo o nome Superboy não foi utilizado no desenho. A última notícia que li foi que a Warner Bros. conseguiu sair vitoriosa no processo judicial.

Confira na galeria abaixo algumas imagens da fantástica Legião dos Super-Heróis que garimpei na web

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Artista

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Jerry Ordway

O ilustre escritor, desenhista, pintor e roteirista nasceu em 28 de novembro de 1957. Podemos notar que a maior parte de sua carreira profissional foi dedicada a trabalhar pra DC Comics.

Mais se não me falha a memória Ordway esteve na Marvel Comics desenhando Os Vingadores e criou a Corporação Infinito junto com Roy Thomas.

Jerry Ordway alçou fama durante a clássica Crise nas Infinitas Terras arte-finalizando para George Pérez.

Outro fato importante foi a adaptação de Batman – O Filme, pois nesta edição ele trabalhou como desenhista e como arte-finalista, em 1989.

Destacam-se também sua passagem pelas edições do Superman que durou de 1986 a 1993 e também a graphic novel Shazam! – A Origem do Capitão Marvel. Esta excelente edição ajudou a redefinir a mitologia de Billy Batson (sendo considerada a versão definitiva do herói, em 1994).

Depois Ordway trabalhou na série mensal do Capitão Marvel que durou 1995 até 1999.

Como se tudo isso ainda não contasse o artista já pos as mãos em All-Star Squadron, Sociedade da Justiça, Quarteto Fantástico e Zero Hora, ufa!

Na parte de arte-finalista, Ordway fez dupla com Gil Kane, Steve Ditko, John Buscema, Jack Kirby e Curt Swan (isto não é pra qualquer um).

Atualmente não sei o que Ordway está aprontando mais espero que haja algo relevante pro seu currículo.

Pra Image Comics criou ao lado de Al Gordon o herói Wildstar, em 1993 e depois publicou seu próprio personagem, The Messenger no ano 2000.

A arte de Jerry Ordway é impressionante, porque seu estilo é bastante consistente. Podemos notar como ele trabalha bem com todas as cores, mostrando características distintas entre os personagens e principalmente suas expressões faciais exprimem os sentimentos que vemos nas ações.

Confira na galeria abaixo algumas imagens da arte incomparável de Jerry Ordway.

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Herói

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Arqueiro Verde

Pra ser sincero nunca fui com a cara do Arqueiro ainda mais pelas discussões acaloradas que havia entre ele e o Gavião Negro. Na verdade a editora nunca dava muita importância pra ele.

O herói sempre conquistou algumas poucas fases importantes e depois amargou várias outras largas temporadas jogado no segundo escalão.

Mais essa sua crescente popularidade devido ao novo seriado e minha curiosidade por saber do que se trata (me fez voltar minha atenção pro Oliver).

Green Arrow foi criado pelo roteirista Mort Weissinger e pelo artista Greg Papp, surgindo pela primeira vez na revista More Fun Comics #73, de 1941.

O Arqueiro já teve diversas origens, mas todas se mantem no básico que ao ficar preso numa ilha precisou aprender a manejar o arco e a flecha pra sobreviver (e quando voltou pra sua cidade decidiu iniciar sua carreira heroica).

O apetrecho mais famoso de sua aljava é a flecha com luva de boxe (algo clássico e muitas vezes ridicularizado pelos leitores na web).

Confesso que nunca fui muito de acompanhar as histórias dele, mas gostei de sua atuação no desenho da Liga da Justiça Sem Limites. Só passei a gostar mais do herói devido a sua versão em Batman: Os Bravos e Destemidos.

Aonde havia uma certa dinâmica e igualdade entre os dois. Ambos são ricos, aventureiros, sem superpoderes e usando cada um a sua maneira um arsenal de apetrechos na luta contra o crime (e o principal eles ficavam sempre competindo).

Também não é atoa, porque em sua versão original foi criado baseado no herói dos livros Robin Hood, aquele que roubava dos ricos para dar dinheiro aos pobres e também no Homem-Morcego.

Aliás o Arqueiro já teve o sinal-flecha, a caverna-flecha e também um carro-flecha que era todo amarelo ao invés de verde, vai entender? Pra fechar o ciclo de cópia do Morcegão ainda arranjou um parceiro mirim, ajudante, moleque saltitante  ou seja lá o que for o Ricardito (Speedy, no original), que atualmente chama-se Arqueiro Vermelho.

Por falar nisso durante os anos 70 deram uma mudança radical no personagem. Oliver  ganhou um cavanhaque, mudou seu uniforme, perdeu toda sua fortuna e virou um ativista liberal.

Nesta fase memorável ao lado de Hal Jordan haviam histórias de crítica social. Quem esteve a frente deste período foi o roteirista Denny O’Neil ao lado do artista Neal Adams.

As aventuras tinham um grande valor cultural, pois havia um importante enredo de conscientização social. A temática mais adulta envolvia direitos civis, política, racismo e ecologia. Esse período foi muito importante não só pro herói, mas também pros gibis ainda mais por mostrar Roy Harper como um dependente químico (lutando para se desintoxicar).

Durante os anos 80 no famoso pós-Crise a reformulação e sucesso veio na minissérie Os Caçadores, que teve uma mudança significativa na abordagem do Arqueiro. Mudando sua base de atuação de Star City para Seatlle, aonde estava ao lado da Canário Negro.

O enredo de Mike Grell foi mais sombrio do que aquele dos anos 70, pois até o visual do herói acompanhou este aspecto (adotando um capuz). Nesta impactante história o que ficou mais marcante foi a falta das famosas flechas especiais tão importantes que fazem parte da identificação do herói.

A trama ganha uma grande inserção de realidade na forma adulta como é conduzida, pois o herói está na caça de um serial killer que retalha garotas de programa. Enquanto a Canário Negro disfarçada está infiltrada tentando descobrir uma rede de drogas  financiada por Kyle Magnor, um importante magnata muito rico.

A arte de Mike Grell está bastante minuciosa demonstrando bem as expressões faciais e closes nas cenas mais importantes, porém a inclusão da personagem Shado revelou uma forte influência do mangá em seu estilo.

Nos anos 70 o herói pareceu pela primeira e única vez num desenho dos Super Amigos. Depois tivemos uma abordagem melhor na Liga da Justiça Sem Limites, no qual surge em Iniciação.

Seu interesse pela bela Canário Negro ficou evidente ainda mais quando sofreu poucas e boas para que o veterano herói Pantera largasse o vício de uma luta clandestina comandada pela sensual vilã Roleta.

Na clássica edição Liga da Justiça: A Nova Fronteira que migrou para DVD temos a presença do herói com seu aspecto original.

Num episódio de DC Showcase o herói estava indo pro aeroporto encontrar Dinah quando se depara com uma conspiração internacional (comandada pelo Conde Vertigo). Era uma tentativa de assassinato da princesa Perdita, da Vlatava (e acaba enfrentando seu pior inimigo Merlyn).

Mesmo com pouco tempo de duração foi uma ótima amostra do que fazer com o herói.

Bom, pra mim a grande virada pra popularidade do herói aumentar de vez foi sua inclusão no seriado Smallville, no qual era interpretado pelo ator Justin Hartley. O ápice foi o surgimento de uma versão da Liga, no episódio Justiça, durante a sexta temporada.

E agora temos Arrow, o novo seriado que está fazendo um tremendo sucesso. Na série estrelada pelo ator Stephen Amell a ação e o drama são o enfoque principal dos episódios.

Os produtores se preocuparam em demonstrar cenas que nos conectam as que vemos na telona e principalmente os coadjuvantes são personagens que vieram dos gibis.

Bom, como não poderia deixar de ser o Arqueiro Verde também já foi desta pra melhor. Isto aconteceu quando estava enfrentado um grupo paramilitar e acabou morrendo numa explosão de avião. Este negócio de morte nos gibis pra mim já ficou sem graça (há muito tempo).

Seu retorno foi graças a intervenção de Hal que estava segurando as pontas como Espectro. Lembrei que durante a saga Zero Hora Parallax/Hal foi morto por Oliver com uma flecha no peito (fato que deixou o Arqueiro muito arrasado por conta disso).

Outro fato marcante é que o Arqueiro já matou algumas vezes. A mais contundente pra mim foi a que citei acima, mas também temos a morte do vilão Prometeus que havia detonado uma bomba em Star City matando milhares de inocentes (e provocando a ira do herói).

Só pra fechar na nova fase do Arqueiro suas histórias estavam sendo escritas por JT Krul junto com a arte de Dan Jurgens. Pelo que pude ver na web seu M.O. está radicalmente diferente daquele que nos acostumamos a acompanhar durante as histórias anteriores.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do Arqueiro Verde que garimpei na web

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Gavião Negro

Comentar sobre este herói é como cair num buraco negro sem ter condições de sair ou assistir um daqueles episódios complicados de Arquivo X (que dão nó na nossa cabeça).

Eu antigamente não gostava do Gavião Negro ainda mais quando via suas discussões com o Arqueiro Verde, mas com o tempo fui aprendendo a ver sua grande capacidade de liderança e gostar do seu incrível instinto de guerreiro.

Hawkman foi criado pelo aclamado escritor Gardner Fox e pelo artista Dennis Neville, surgindo no gibi Flash Comics # 1, de 1940.

 Carter Hall, era um arqueólogo que descobriu numa expedição ser a reencarnação do príncipe egípcio Khufu, e nesta tumba também havia um cinturão que podia anular a gravidade (feito de metal enésimo).

Então Carter fez um uniforme com asas para ajudar no voo e adotou o nome de Falcão da Noite (este era o nome do herói original em terras tupiniquins).

Shiera, era sua secretária que pouco tempo depois tornou-se sua parceira a Garota-Gavião e juntos utilizaram as armas que haviam no museu para combater o crime.

O Falcão da Noite é um dos membros fundadores da famosa Sociedade da Justiça, uma superequipe que combate o crime desde os anos 40 até atualmente. As aventuras do herói deste período ficaram na continuidade como se estivessem acontecendo na Terra-2.

A edição The Brave and The Bold # 34, publicada, em 1961. Durante a Era de Prata marca a reformulação do Gavião Negro com uma roupagem de ficção científica.

Desta vez Katar Hol, era um alienígena que trabalhava como policial em Thanagar. Ele e sua esposa Shayera vieram a Terra numa viagem diplomática. Porém sua verdadeira intenção era capturar Byth, um criminoso que podia mudar de forma e após prendê-lo decidiram ficar na Terra.

Eles passaram a ajudar a polícia de Midway City solucionando alguns casos difíceis e adotaram o nome de Gavião Negro e Mulher Gavião.

Uma coisa estranha é que o Gavião Negro e a Mulher Gavião que participam das HQs na Liga deste período são falsos.  Tanto os heróis alados originais quanto a Sociedade da Justiça ficaram presos lutando contra Surtur no Ragnarok, o Crepúsculo dos Deuses (na mitologia nórdica).

Em seu lugar estavam Fel Andar, um espião thanagariano e sua esposa Sharon Parker que se tornou a segunda Mulher Gavião. Sinceramente eu fiquei boiando nesta loucura toda, pois a gente acha que conhece alguma coisa e na verdade os roteiristas causam uma confusão sem necessidade na cabeça dos fãs.

Bom, deixa pra lá! O Gavião Negro brilhou no desenho clássico da Filmation, em 1967.

Como acontece em todo desenho da Filmation temos uma apresentação do personagem e seus poderes na abertura. Esta versão do herói era um pouco diferente daquela que se encontrava nos gibis, pois não era um arqueólogo (atuando em Midway City).

Desta vez Carter Hall é um cientista que trabalhava numa instalação fora da cidade. O herói usava uma nave que lembrava uma ave e estava sempre na companhia do falcão, Skreel.

E ainda usava na mão uma garra de 4 pontas, as quais cada uma tinham um poder diferente: uma atirava fogo, outra tinha ácido e também disparava raios (e mesmo assim ficou interessante).

O inesquecível desenho dos Super Amigos teve várias temporadas e na terceira chamada de O Desafio dos Super Amigos havia a Legião do Mal, uma equipe composta pelos piores inimigos que surgiram nos quadrinhos. E para combate-los havia uma quantidade maior de heróis, nesta formação tínhamos o Homem-Águia e também a Mulher-Águia.

Depois o ator Bill Nuclkos foi o primeiro a interpretar o herói em Legends of the Superheroes, um especial em duas partes  pra telinha feito pela Rede NBC em parceria com  a Hanna-Barbera, em 1979.

A inspiração veio do grande sucesso do desenho dos Super Amigos, mas este live-action é tão ruim que nem vale a pena comentar.

No seriado Smallville, que contava as aventuras do kriptoniano antes dele vestir o uniforme e a capa. Tivemos uma homenagem pra Sociedade da Justiça no episódio Justiça Absoluta, no qual aparece alguns heróis conhecidos nossos como: Senhor Destino, Pantera, Doutor Meia-Noite, Sideral e o Gavião Negro (Michael Shanks) que teve sua personalidade muito bem adaptada.

Como curiosidade este episódio foi escrito pelo consagrado roteirista Geoff Johns.

Voltando, nos pós-Crise surgiu a excelente minissérie Gavião Negro, que teve roteiro e arte de Thimothy Truman, em 1989. Nesta aventura a origem do vingador alado é recontada de uma maneira espetacular envolvendo uma conspiração governamental na qual a vida de Katar Hol e tudo aquilo em que acredita é posta em cheque.

É uma das melhores versões do personagem que acabaram dando destaque pra tudo que representava.

Em mais uma de suas crises durante a saga Zero Hora havia novamente um problema no fluxo temporal e uma prova disso foi uma aparição de múltiplos Gaviões Negros perseguindo o vilão Vandal Savage (detalhe é que o vilão chama-o pelo nome de Falcão da Noite.  Neste evento a Mulher Gavião, o Falção da Noite e o Gavião Negro  unem-se a todos os espíritos de suas versões anteriores originando uma nova versão do Gavião Negro.

Aqui temos uma pequena amostra que até o próprio pessoal da editora se enrola com a continuidade do herói (e apesar da bela arte de Dan Jurgens esta história é complicada demais).

Na aventura, O Retorno do Gavião Negro, o herói original tem sua alma retirada do limbo em Thanagar através de Kendra Saunders, a Moça-Gavião. Ela é a reencarnação de Shiera Hall e o Gavião sentiu-se atraído por reconhecer nela seu grande amor, mas a moça rejeitou-o por estar muito confusa com esta situação.

No desenho da Liga da Justiça temos dois episódios em que temos a presença do herói. Em, A Sombra do Gavião, o arqueólogo Carter Hall acredita que suas memórias foram despertadas quando encostou no absorbascon, um antigo artefato alienígena. Ele descobriu ser a reencarnação de Khufu, um thanagariano que viveu na Terra há 4.000 anos atrás, durante a época do Egito Antigo.

Então tenta se aproximar de Shayera, porque ela é a reencarnação de sua esposa, Chay-ara. A situação se complica, pois a heroína fica muito confusa quanto aos seus sentimentos por John Stewart (no final somente nós constatamos que ele estava dizendo a verdade).

No segundo episódio, História Antiga, o Ladrão das Sombras revela a verdade para Carter, Shayera e John Stewart. Só que este triângulo amoroso foi inventado pro desenho, pois nos gibis Carter e Shayera sempre vivenciaram e morreram por causa deste enorme amor.

Na HQ, Selvagem Gavião Negro, temos as aventuras do herói nesta versão pós reboot. Carter Hall queria se livrar de seu alterego heroico pra sempre. Chegando até a atear fogo no elmo, asas e garras, porém aconteceu um fato muito estranho. O metal enésimo não foi destruído e se alojou sob a pele de Carter transformando-se numa simbiose e também virando sua vida no avesso.

Pra piorar ainda mais a situação uma recente descoberta desencadeia um novo vilão   alienígena Morfícius e somente o Gavião Negro pode dete-lo. A história com arte de Philip Than e roteiro de Tony S. Daniel é bastante sinistra deixando-nos com aquela imensa vontade de continuar acompanhando suas aventuras.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do Gavião Negro que encontrei na web

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